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Patente do FORM-Teto INPI MAIO / 2012
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P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...
SEMPRE ACREDITEI QUE ISSO SERIA POSSIVEL E VIÁVEL DESTA FORMA, AGORA OS PESQUISADORES COMPROVARAM MEU PENSAMENTO.RESIDUOS , BAGAÇOS E PLASTICOS PODEM SER USADOS DANDO DESTINO CORRETO AO QUE NÃO TEM MAIS USO OU NÃO DEGRADA NA NATUREZA AGORA PODE SER VALORIZADO . Rubens Benbassat
Tijolo ecológico da Eco-Máquinas: segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas.
Rio de Janeiro – A Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) desenvolveu alternativas ecológicas para matérias-primas do concreto e de produtos de fibrocimento (como caixas d'água e telhas). Segundo o pesquisador Romildo Toledo, o uso de materiais tradicionais, como o cimento, a brita e o amianto, pode ser reduzido ou até completamente substituído com a utilização de fibras vegetais e materiais reciclados.
No caso do concreto, liga formada por cimento, brita (pedra) e areia, é possível reduzir o consumo de cimento em 20% a 40% com alternativas como cinza de bagaço de cana-de-açúcar, cinza de casca de arroz e resíduos da indústria cerâmica. A brita pode ser completamente substituída por materiais obtidos em demolições de construções antigas.
No caso do fibrocimento, usado na fabricação de telhas ou caixas d'água, o consumo de cimento pode ser reduzido em até 50% com o uso de alternativas ecológicas. As fibras vegetais substituem as fibras minerais tradicionais, como o amianto, que provocam danos à saúde humana. Há estudos com outros materiais como borracha de pneu usado, cinzas de esgoto sanitário ou de queima do lixo para substituir, pelo menos parcialmente, o cimento.
“Alguns tipos de concreto ecológico já estão prontos para serem repassados ao setor produtivo, mas há outros que ainda estão em fase final de desenvolvimento. São soluções que reduzem impacto na construção civil, seja por redução da emissão de gás carbônico, pelo uso de materiais naturais etc. E todas levam a resultados tão bons quanto os materiais tradicionais. Essa é uma preocupação: não ter performance inferior aos que os materiais tradicionais têm. O consumidor não vai sentir problemas de durabilidade, como a casa ou o prédio terem vida útil menor”, disse Toledo.
Segundo a Coppe, a indústria cimenteira responde por 5% a 7% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. A produção atual de cimento corresponde a cerca de 3 bilhões de toneladas por ano, que deve triplicar em 50 anos.
Segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas. Na última sexta-feira (14), por exemplo, Toledo apresentou sua pesquisa a representantes de empresas de materiais de construção norte-americanas na Câmara de Comércio Americana (Amcham) do Rio de Janeiro.
http://www.planeta.coppe.ufrj.br/imprimir_artigo.php?artigo=1453
RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA
Com uma unica peça pode-se fazer grandes e interessantes composições.
Parabens a equipe que ganhou este concurso de Estudantes de Arquitetura da Feevale vencem Prêmio Soluções para Cidades.
Faço votos que este projeto vire realidade e se multiplique.
1º. Lugar
Autores: Karen Kussler e Guilherme Osterkamp
Instituição de ensino: Universidade FEEVALE-RS
Professor orientador: Juliano Caldas de Vasconcellos
Da forma que as idéias surgiram e que os p r o b l ema s f o r am s o l u c i o n a d o s : naturalmente, incitando a descomplicação:
. RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA.
Através dessa solução do problema, com todos os aspectos compreendidos , absorvidos e considerados, temos um resultado coerente, espontâneo: na sua resolução. Dessa maneira, o objeto projetado, concebido e aplicado, pretende, transformar os espaços que necessitam mudanças, incentivando essa forma de pensar. fluindo……. fluente…… influencia….
Revista - GRANDES CONSTRUÇÕES
O setor da Construção Civil tem demonstrado uma crescente preocupação com a geração e destinação dos resíduos que produz. Promover a reciclagem de parte desse material passou a ser um forte desafio, exigindo soluções criativas e viáveis financeiramente. Implementar programas de redução de resíduos exige ainda uma mudança de cultura, já que é uma preocupação relativamente recente. Nesse contexto, a indústria tem feito sua parte, oferecendo soluções ao mercado?
Guilherme Zurita, gerente Comercial da Divisão de Concreto da Liebherr, acredita que sim. Ele reconhece que a reciclagem e o reúso dos resíduos da construção, notadamente do concreto, é uma tendência irreversível em todo o mundo, que tende a crescer no Brasil. “Constatamos que os nossos clientes têm problemas com os resíduos do concreto. E nós, enquanto fabricantes de equipamentos que produzem concreto, conhecemos bem os problemas e assumimos nossa responsabilidade na geração de soluções.
Ele explica que, na prática, os maiores problemas estão relacionados aos resíduos que voltam dentro do caminhão betoneira das concreteiras. “No passado, se jogava esse resíduo em qualquer lugar. O concreto era descartado em uma vala em qualquer ponto da cidade. A betoneira era lavada na obra e aquela água era descartada sem qualquer tratamento. Hoje, com a crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, não se pode mais fazer isso. E o resultado é que todo esse resíduo do concreto está voltando para a concreteira, gerando um grande problema para essas empresas”, conta Zurita.
O problema se estende à água usada na fabricação do concreto e na limpeza dos equipamentos. “Para limpar os equipamentos da fábrica ou os caminhões betoneiras que voltam de uma obra com resíduo de concreto é preciso muita água. Após a lavagem, essa água fica carregada de resíduos finos. O que fazer com ela? Para evitar o descarte irresponsável, as concreteiras tentam, cada uma ao seu modo, tratar seus rejeitos. A forma mais utilizada são os tanques de decantação, que exigem grandes espaços na planta de fabricação do concreto, resultando em elevados custos. Há ainda quem opte por descartar esses resíduos em aterros sanitários, o que não pode ser considerada uma solução eficaz e de longo prazo. A nossa proposta é reutilizá-la, dentro de um circuito fechado, na fabricação do concreto, de forma a não poluir o meio ambiente”, conclui Zurita.
Para o gerente da Liebherr, reaproveitar os resíduos, além de evitar a poluição ambiental, pode resultar em redução de custos na fabricação do concreto, que se tornam atrativos interessantes para as concreteiras. “O cliente deixa de perder dinheiro guardando resíduos em sua planta, usando esse espaço para área para manobra ou fluxo de caminhões, por exemplo. Além disso, ele economiza nos custos do transporte para o descarte desse material, que passa a ser reaproveitado. A concreteira pode refaturar o material que já foi faturado. Se o resíduo volta dentro do balão da betoneira, em princípio ele é um concreto que já foi pago. Se o cliente reutiliza esse material, ele está gerando recursos”, calcula.
Soluções Liebherr
A Liebherr oferece ao mercado brasileiro duas opções em equipamentos de reciclagem. Uma delas é o LRS, do tipo parafuso, caracterizado por sua construção compacta. Trata-se de uma máquina dotada de um casco e um “parafuso”, no seu interior, que separa os sólidos grossos dos sólidos finos, que ficam no líquido. Essa aplicação é mais utilizada para o concreto e é a mais standard. O LRS 608 tem capacidade é 17 m3 por hora, enquanto o LRS 708 tem capacidade para 22 m3 por hora.
Outra opção é o LRT, cujo casco não é um cilindro, mas um tambor. Esse reciclador é mais usado para argamassa ou para grandes quantidades de caminhões, superiores a 20 caminhões na planta dos equipamentos anteriores: 20 m3 por hora. “Como ele tem uma cuba mais volumosa, ele demora um pouco mais para levar os sólidos para cima e diminui um pouco seu output”, explica Zurita.
Como o LRS é fabricado na unidade de Guaratinguetá (SP), seu custo de aquisição é menor que o do LRT, que é importado. Além disso, o cliente pode optar pelo financiamento via Finame/BNDES, com condições muito mais atraentes.
Além de vender os equipamentos, a Liebherr oferece aos clientes a sua instalação, o treinamento da mão de obra e o monitoramente permanente, voltando à planta em períodos regulares, para ver se tudo funciona bem.
“Cada instalação tem suas características próprias. O que nós gostamos de fazer é analisar a planta do cliente e oferecer a solução de acordo com aquele layout, analisando a proposta junto com o cliente", diz Zurita.
Ele assegura que o processo de reutilização e reciclagem é vantajoso financeiramente para a empresa, sem falar nos ganhos para a sua imagem, já que ela passa a ser reconhecida pela sociedade como uma empresa ambientalmente responsável. “Tomando por base um reciclador da Liebherr, por exemplo, se o cliente tem uma taxa de retorno de concreto de 2,5% a 3%, ele amortiza todo o investimento das instalações de reciclagem entre 24 e 30 meses”, calcula.
Mas os índices vão variar de acordo com a empresa, com volume do material reutilizado etc. O segredo é que o que volta para a planta seja igual ao que sai dela. Quanto maior o retorno do concreto, mais rápido se consegue amortizar os investimentos com os sistemas de reciclagem”, afirma Guilherme Zurita.
Reciclando o material de demolição
Na outa ponta do processo está a reutilização do material decorrente da demolição e reaproveitamento do material decorrente dessas operações. Atenta a essa demanda, a Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia, com larga experiência no desenvolvimento de técnicas e equipamentos para demolições especializadas, está investindo em maquinário e equipamentos de última geração, dedicados à destinação de resíduos de acordo com as normas do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Exemplo disso é o reciclador móvel de resíduos, que processa concreto armado ou rocha no próprio canteiro de obra. O equipamento tem capacidade para processar 200 t de concreto armado/hora, transformando-as em agregado reciclado no próprio canteiro de obra.
O reciclador trabalha em conjunto com um crusher hidráulico, máquina que demole o concreto e corta as ferragens simultaneamente. O resultado é um material com características assemelhantes às da brita, que pode ser reutilizado na própria obra para aterros, reforço de subleito e construção de sub-base de pavimentação, por exemplo. A economia para o construtor vai mais além, uma vez que se elimina o custo de transporte do entulho para as áreas de descarte. Outra vantagem do equipamento é a sua agilidade, já que não exige nenhum tipo de montagem especial, podendo ser movido, colocado ou retirado do canteiro de obra em qualquer momento, oferecendo portanto o benefício de ser utilizado em obras das mais diversas dimensões.
Três “Rs”
A Craft Engenharia oferece ao mercado serviço completo de descarte de resíduos, de acordo com as disposições do Conama e conforme a teoria dos três “Rs”: Reciclar, Reutilizar e Reduzir. Assim, todo o material é separado e o que é passível de reciclagem, tal como ferro, vidro, cobre, alumínio e outros, encaminhado para esta finalidade. Madeira, portas, janelas e o que mais for possível ser reaproveitado é vendido para posterior reutilização. Todos esses procedimentos significam redução do desperdício. “Um dos maiores problemas que era o descarte do concreto, hoje está solucionado através da utilização de nossos recicladores”, comenta o engenheiro Carlos Henrique Navaes, gerente de Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia.
A Craft também conta com um reciclador estacionário, criado por seus próprios técnicos.
Todos esses serviços, combinados, proporcionam às construtoras maior agilidade. Um exemplo é a recuperação e entrega, ao estado do Rio de Janeiro, de um trecho de 37 m da Linha Vermelha – elevado que liga as zonas norte e sul da cidade – destruído por um incêndio, adiantando em 15 dias em relação ao prazo exigido em contrato
Infra tecnologia Core ® foi projetado para transportar cargas pesadas em estruturas compostas.
As aplicações de produtos de Infra Core ® são enormes:
(tráfego) para a Classe 60 pontes, estradas flutuantes, ciclovias adotado, barreiras acústicas, (industrial) pisos, portas, varandas e plataformas de helicóptero. Enquanto isso, na Holanda só tem um grande número de pontes de composto.
Além de concreto e aço Infracore ® tem provado ser um importante material de construção. Mas com algumas vantagens importantes, tais como sustentável, Leve e manutenção Fri Infra ® Core contratos sustentável é muito mais fácil.
Além disso, o preço inicial é hoje competitivo com o concreto e aço
http://www.infracore.nl/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1&lang=nl
Fibra de núcleo da Europa é o especialista de estruturas de suporte de plástico reforçado com fibra (composto) para a construção e infra-estrutura. A tecnologia patenteada de Infra ® Core Inside distingue a empresa no mundo. A tecnologia pode ser usada em pontes, portas, varandas, galerias, pisos industriais e estradas flutuantes. Fiber Core Europa tem alcançado uma rápida mudança de tendência significativa. Além de concreto e aço compósitos sério, como material de construção colocados no mapa. Prédio com compósitos é leve, rápido, livre de manutenção e ambientalmente amigável. Fibra de núcleo da Europa foi recentemente incluído na prestigiada FEM Tech 25, uma lista com as empresas mais inovadoras e promissoras, na Holanda.
Benefícios
Durabilidade
Infra-estruturas ® Core compostos são produzidos no processo arquivado sem emissões.
Os materiais, matérias-primas e tecnologias limpas. Além disso, nenhuma manutenção precisa ser confirmada.
Porque poucas estradas estruturas InfaCore ® também pode ser realizada bases muito mais leve.
Isso resulta em emissões de CO2 significativamente mais baixos em todo o projecto.
Mesmo realizada 30 vezes mais leve do que o concreto, isto significa 30 vezes menos emissões de CO2.
E há 30 vezes menos recursos escassos necessários. Light edifício não é apenas rápido, mas sobretudo de construção sustentável.
Manutenção Grátis
Infra-estruturas com ® Core Inside são de manutenção Fri Os materiais não são afetados pela umidade, apodrecimento, mofo, temperatura, etc Não é por acaso que as estruturas Infracore ® 50 anos de garantia.
Quando a estrutura composta pode ser ultrapassada pela exposição à radiação UV da estrutura está protegida pela camada de desgaste e uma afwerkrand cosméticos. O exterior da ponte é concluída em uma Acabamento de alta qualidade e acabamento. Este revestimento é baseado no mesmo polímero como a construção da ponte e este é um todo indivisível.
Infra Core ® é resistente a quase todas as formas de vandalismo*Tais como graffiti e fogo.
A manutenção é limitado a limpeza e restauração da camada de desgaste normal, quando a diminuição da rugosidade da camada de sacrifício este dá origem.
Seguro
Construção de Infra ® Core Inside batida de segurança com facilidade de concreto e estruturas metálicas.
O material é praticamente à prova de fogo. E, em circunstâncias extremas, quando ela iria pegar fogo, então é só na superfície e vai sem dizer.
Também fadiga e corrosão desempenhar qualquer papel. Ao contrário de concreto e aço. Portanto, essas estruturas ® Core Infra esperados centenas de anos.
Todas as estruturas de Infra ® Core Inside satisfazer:
Por isso para garantir a segurança, todas as estruturas Infracore ® ostentar a marca Infracore ® Inside. Os fabricantes de Infra proibição ® Core está atualmente em um sólido conjunto de requisitos e normas para cada grade composta pode agora ser testada.
Leve
O baixo peso do Infracore ® possui vantagens;
Sustainability is a critical issue facing the built environment. The precast concrete industry realizes that it can be part of the solution to the greatest engineering challenge of our times. This short video highlights some of the work of the PCI Sustainability Committee on the topic of sustainability.
The PCI Board of Directors approved the formation of the PCI Sustainability Committee in October 2006 because it recognized the importance of charting a strategic course for the future of the industry.
Those in the precast/prestressed concrete industry realize they must continuously improve their products and processes and contribute to sustained life on our planet.
This new committee is poised to develop strategies to elevate the knowledge base of PCI members as well as lead the sustainable world with innovative and integrated products and processes. In a series of meetings and strategic planning sessions, the committee has begun defining precast concrete's potential role in a sustainable future.
Click here to see a short video of committee members discussing sustainability and the precast/prestressed concrete industry.
A Guide to Designing with Precast/Prestressed Concrete was designed for easy reference to all information about precast concrete required by building developers, architects, engineers, and others on the construction team. The manual provides a summary of available documentation and information available from the Precast/Prestressed Concrete Institute (PCI).
The manual is divided into chapters that provide a comprehensive overview of all aspects of the building process in which
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