O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

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domingo, 14 de dezembro de 2014

FORM-TETO para Lajes Nervuradas

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Estamos procurando Investidores parceiros para investir nos moldes e formas.

Favor comentar o que acham deste produto para tetos de lajes. 

Patente do FORM-Teto INPI MAIO / 2012
Nº do Pedido:         BR 10 2012 012581 1 A2        
Data do Depósito:    25/05/2012    Data da Publicação:        02/12/2014   
 SISTEMA PARA CONSTRUÇÃO DE LAJES NERVURADAS ACABADAS - E04G 9/08

Obrigado !

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UFRJ DESENVOLVE CONCRETO ECOLOGICO–RESIDUOS , BAGAÇOS E PLASTICOS PODEM SER USADOS

 

SEMPRE ACREDITEI QUE ISSO SERIA POSSIVEL E VIÁVEL DESTA FORMA, AGORA OS PESQUISADORES COMPROVARAM MEU PENSAMENTO.RESIDUOS , BAGAÇOS E PLASTICOS PODEM SER USADOS DANDO DESTINO CORRETO AO QUE NÃO TEM MAIS USO OU NÃO DEGRADA NA NATUREZA AGORA PODE SER VALORIZADO . Rubens Benbassat

  

Tijolo ecológico da Eco-Máquinas: segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas.

 

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Rio de Janeiro – A Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) desenvolveu alternativas ecológicas para matérias-primas do concreto e de produtos de fibrocimento (como caixas d'água e telhas). Segundo o pesquisador Romildo Toledo, o uso de materiais tradicionais, como o cimento, a brita e o amianto, pode ser reduzido ou até completamente substituído com a utilização de fibras vegetais e materiais reciclados.

No caso do concreto, liga formada por cimento, brita (pedra) e areia, é possível reduzir o consumo de cimento em 20% a 40% com alternativas como cinza de bagaço de cana-de-açúcar, cinza de casca de arroz e resíduos da indústria cerâmica. A brita pode ser completamente substituída por materiais obtidos em demolições de construções antigas.

No caso do fibrocimento, usado na fabricação de telhas ou caixas d'água, o consumo de cimento pode ser reduzido em até 50% com o uso de alternativas ecológicas. As fibras vegetais substituem as fibras minerais tradicionais, como o amianto, que provocam danos à saúde humana. Há estudos com outros materiais como borracha de pneu usado, cinzas de esgoto sanitário ou de queima do lixo para substituir, pelo menos parcialmente, o cimento.

“Alguns tipos de concreto ecológico já estão prontos para serem repassados ao setor produtivo, mas há outros que ainda estão em fase final de desenvolvimento. São soluções que reduzem impacto na construção civil, seja por redução da emissão de gás carbônico, pelo uso de materiais naturais etc. E todas levam a resultados tão bons quanto os materiais tradicionais. Essa é uma preocupação: não ter performance inferior aos que os materiais tradicionais têm. O consumidor não vai sentir problemas de durabilidade, como a casa ou o prédio terem vida útil menor”, disse Toledo.

Segundo a Coppe, a indústria cimenteira responde por 5% a 7% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. A produção atual de cimento corresponde a cerca de 3 bilhões de toneladas por ano, que deve triplicar em 50 anos.

Segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas. Na última sexta-feira (14), por exemplo, Toledo apresentou sua pesquisa a representantes de empresas de materiais de construção norte-americanas na Câmara de Comércio Americana (Amcham) do Rio de Janeiro.

FONTE: Vitor Abdala, da 

Romildo Toledo na Rio+20

 
 
Uma alternativa para a geração de renda pode estar no uso da reciclagem de resíduos na construção civil, diante da expansão das obras de infraestrutura no Brasil. O engenheiro Romildo Toledo, professor do Programa de Engenharia Civil da Coppe, falou dos projetos desenvolvidos para a substituição parcial do cimento no concreto, com cinzas agroindustriais a partir de fibras de plantas, além do reaproveitamento de resíduos de demolição e cinza de lodo de esgoto. “Depois da água, o concreto é o produto mais utilizado nas construções, reunindo brita, areia e cimento. E 5,7% das emissões de CO2, principal responsável pela mudança climática, vêm do cimento. O concreto ecológico ajuda, assim, a capturar CO2″, destacou.
Já o coordenador do Laboratório de Modelagem, Simulação e Controle de Processos do Programa de Engenharia Química da Coppe, José Carlos Pinto, falou do reaproveitamento do plástico. Lembrando que o produto é sempre apontado como vilão ambiental, ele frisou a importância do reaproveitamento: “Se o plástico pode durar 200 anos, a degradabilidade não é uma desvantagem. Ele pode ser reaproveitado e reciclado, com a química verde, com viabilidade técnica e econômica.”

http://www.planeta.coppe.ufrj.br/imprimir_artigo.php?artigo=1453

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Industrialização da Construção – Prefabricados da BS Construtora

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Onde estava que abandonei o meu Blog…
Novo foco de trabalho na BS Construtora voltado inteiramente na industrialização da construção , desenvolvimento de novos produtos, e processos na ceritificação no SINAT da CEF tem me deixado longe do meu Blog por estes ultimos meses.
Mas vale a pena pois estamos construindo novas cidades, aperfeiçoando processos produtivos para a construção de casas em 24 hs e predios que irão cada vez mais alto e longe ajudando a reduzir a falta de moradia no país.
Sem disperdícios, com terminalidade, ideia inovadora de se construir em modulos de concreto com processos industrializados como não viamos a muito tempo na construção civil do Brasil.
“Minha Casa Minha Vida” , agora é o “Meu Trabalho e a Minha Vida”.
O caminho da industrialização da construção civil é um caminho sem volta e com um futuro promissor, não me vejo mais quebrando para refazer um serviço mal feito e sem terminalidade.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mobiliario Urbano Premoldados - Premio soluções para Cidades

RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA

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Com uma unica peça pode-se fazer grandes e interessantes composições.

Parabens a equipe que ganhou este concurso de Estudantes de Arquitetura da Feevale vencem Prêmio Soluções para Cidades.

Faço votos que este projeto vire realidade e se multiplique.

1º. Lugar
Autores:  Karen Kussler e Guilherme Osterkamp
Instituição de ensino: Universidade FEEVALE-RS
Professor orientador: Juliano Caldas de Vasconcellos

Da forma que as idéias surgiram e que os p r o b l ema s f o r am s o l u c i o n a d o s : naturalmente, incitando a descomplicação:
. RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA.
Através dessa solução do problema, com todos os aspectos compreendidos , absorvidos e considerados, temos um resultado coerente, espontâneo: na sua resolução. Dessa maneira, o objeto projetado, concebido e aplicado, pretende, transformar os espaços que necessitam mudanças, incentivando essa forma de pensar. fluindo……. fluente…… influencia….

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http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/estudantes-de-arquitetura-da-feevale-vencem-premio-solucoes-para-cidades

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reciclagem na construção civil nº5. Equipamentos existem, mas ainda falta vontade empresarial. Apliquem a Logística reversa .

 

Revista  - GRANDES CONSTRUÇÕES

O setor da Construção Civil tem demonstrado uma crescente preocupação com a geração e destinação dos resíduos que produz. Promover a reciclagem de parte desse material passou a ser um forte desafio, exigindo soluções criativas e viáveis financeiramente. Implementar programas de redução de resíduos exige ainda uma mudança de cultura, já que é uma preocupação relativamente recente. Nesse contexto, a indústria tem feito sua parte, oferecendo soluções ao mercado?

Guilherme Zurita, gerente Comercial da Divisão de Concreto da Liebherr, acredita que sim. Ele reconhece que a reciclagem e o reúso dos resíduos da construção, notadamente do concreto, é uma tendência irreversível em todo o mundo, que tende a crescer no Brasil. “Constatamos que os nossos clientes têm problemas com os resíduos do concreto. E nós, enquanto fabricantes de equipamentos que produzem concreto, conhecemos bem os problemas e assumimos nossa responsabilidade na geração de soluções.

Ele explica que, na prática, os maiores problemas estão relacionados aos resíduos que voltam dentro do caminhão betoneira das concreteiras. “No passado, se jogava esse resíduo em qualquer lugar. O concreto era descartado em uma vala em qualquer ponto da cidade. A betoneira era lavada na obra e aquela água era descartada sem qualquer tratamento. Hoje, com a crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, não se pode mais fazer isso. E o resultado é que todo esse resíduo do concreto está voltando para a concreteira, gerando um grande problema para essas empresas”, conta Zurita.

O problema se estende à água usada na fabricação do concreto e na limpeza dos equipamentos. “Para limpar os equipamentos da fábrica ou os caminhões betoneiras que voltam de uma obra com resíduo de concreto é preciso muita água. Após a lavagem, essa água fica carregada de resíduos finos. O que fazer com ela? Para evitar o descarte irresponsável, as concreteiras tentam, cada uma ao seu modo, tratar seus rejeitos. A forma mais utilizada são os tanques de decantação, que exigem grandes espaços na planta de fabricação do concreto, resultando em elevados custos. Há ainda quem opte por descartar esses resíduos em aterros sanitários, o que não pode ser considerada uma solução eficaz e de longo prazo. A nossa proposta é reutilizá-la, dentro de um circuito fechado, na fabricação do concreto, de forma a não poluir o meio ambiente”, conclui Zurita.

Para o gerente da Liebherr, reaproveitar os resíduos, além de evitar a poluição ambiental, pode resultar em redução de custos na fabricação do concreto, que se tornam atrativos interessantes para as concreteiras. “O cliente deixa de perder dinheiro guardando resíduos em sua planta, usando esse espaço para área para manobra ou fluxo de caminhões, por exemplo. Além disso, ele economiza nos custos do transporte para o descarte desse material, que passa a ser reaproveitado. A concreteira pode refaturar o material que já foi faturado. Se o resíduo volta dentro do balão da betoneira, em princípio ele é um concreto que já foi pago. Se o cliente reutiliza esse material, ele está gerando recursos”, calcula.

Soluções Liebherr
A Liebherr  oferece ao mercado brasileiro duas opções em equipamentos de reciclagem. Uma delas é o LRS, do tipo parafuso, caracterizado por sua construção compacta. Trata-se de uma máquina dotada de um casco e um “parafuso”, no seu interior, que separa os sólidos grossos dos sólidos finos, que ficam no líquido. Essa aplicação é mais utilizada para o concreto e é a mais standard. O LRS 608 tem capacidade é 17 m3 por hora, enquanto o LRS 708 tem capacidade para  22 m3 por hora.

Outra opção é o LRT, cujo casco não é um cilindro, mas um tambor. Esse reciclador é mais usado para argamassa ou para grandes quantidades de caminhões, superiores a 20 caminhões na planta dos equipamentos anteriores: 20 m3 por hora. “Como ele tem uma cuba mais volumosa, ele demora um pouco mais para levar os sólidos para cima e diminui um pouco seu output”, explica Zurita.

Como o LRS é fabricado na unidade de Guaratinguetá (SP), seu custo de aquisição é menor que o do LRT, que é importado. Além disso, o cliente pode optar pelo financiamento via Finame/BNDES, com condições muito mais atraentes.

Além de vender os equipamentos, a Liebherr oferece aos clientes a sua instalação, o treinamento da mão de obra e o monitoramente permanente, voltando à planta em períodos regulares, para ver se tudo funciona bem.

“Cada instalação tem suas características próprias. O que nós gostamos de fazer é analisar a planta do cliente e oferecer a solução de acordo com aquele layout, analisando a proposta junto com o cliente", diz  Zurita.

Ele assegura que o processo de reutilização e reciclagem é vantajoso financeiramente para a empresa, sem falar nos ganhos para a sua imagem, já que ela passa a ser reconhecida pela sociedade como uma empresa ambientalmente responsável. “Tomando por base um reciclador da Liebherr, por exemplo, se o cliente tem uma taxa de retorno de concreto de 2,5% a 3%, ele amortiza todo o investimento das instalações de reciclagem entre 24 e 30 meses”, calcula.

Mas os índices vão variar de acordo com a empresa, com volume do material reutilizado etc. O segredo é que o que volta para a planta seja igual ao que sai dela. Quanto maior o retorno do concreto, mais rápido se consegue amortizar os investimentos com os sistemas de reciclagem”, afirma Guilherme Zurita.

Reciclando o material de demolição
Na outa ponta do processo está a reutilização do material decorrente da demolição e reaproveitamento do material decorrente dessas operações.  Atenta a essa demanda, a Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia, com larga experiência no desenvolvimento de técnicas e equipamentos para demolições especializadas, está investindo em maquinário e equipamentos de última geração, dedicados à destinação de resíduos de acordo com as normas do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Exemplo disso é o reciclador móvel de resíduos, que processa concreto armado ou rocha no próprio canteiro de obra. O equipamento tem capacidade para processar 200 t de concreto armado/hora, transformando-as em agregado reciclado no próprio canteiro de obra.

O reciclador trabalha em conjunto com um crusher hidráulico, máquina que demole o concreto e corta as ferragens simultaneamente. O resultado é um material com características assemelhantes às da brita, que pode ser reutilizado na própria obra para aterros, reforço de subleito e construção de sub-base de pavimentação, por exemplo. A economia para o construtor vai mais além, uma vez que se elimina o custo de transporte do entulho para as áreas de descarte. Outra vantagem do equipamento é a sua agilidade, já que não exige nenhum tipo de montagem especial, podendo ser movido, colocado ou retirado do canteiro de obra em qualquer momento, oferecendo portanto o benefício de ser utilizado em obras das mais diversas dimensões.

Três “Rs”
A Craft Engenharia oferece ao mercado serviço completo de descarte de resíduos, de acordo com as disposições do Conama e conforme a teoria dos três “Rs”: Reciclar, Reutilizar e Reduzir. Assim, todo o material é separado e o que é passível de reciclagem, tal como ferro, vidro, cobre, alumínio e outros, encaminhado para esta finalidade. Madeira, portas, janelas e o que mais for possível ser reaproveitado é vendido para posterior reutilização. Todos esses procedimentos significam redução do desperdício. “Um dos maiores problemas que era o descarte do concreto, hoje está solucionado através da utilização de nossos recicladores”, comenta o engenheiro Carlos Henrique Navaes, gerente de Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia.

A Craft também conta com um reciclador estacionário, criado por seus próprios técnicos.

Todos esses serviços, combinados, proporcionam às construtoras maior agilidade. Um exemplo é a recuperação e entrega, ao estado do Rio de Janeiro, de um trecho de 37 m da Linha Vermelha – elevado que liga as zonas norte e sul da cidade – destruído por um incêndio, adiantando em 15 dias em relação ao prazo exigido em contrato

quarta-feira, 3 de março de 2010

Concreto e Aço Infracore Inside ® - Holandesa

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Infra tecnologia Core ® foi projetado para transportar cargas pesadas em estruturas compostas.
As aplicações de produtos de Infra Core ® são enormes:
(tráfego) para a Classe 60 pontes, estradas flutuantes, ciclovias adotado, barreiras acústicas, (industrial) pisos, portas, varandas e plataformas de helicóptero. Enquanto isso, na Holanda só tem um grande número de pontes de composto.
Além de concreto e aço Infracore ® tem provado ser um importante material de construção. Mas com algumas vantagens importantes, tais como sustentável, Leve e manutenção Fri Infra ® Core contratos sustentável é muito mais fácil.
Além disso, o preço inicial é hoje competitivo com o concreto e aço

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http://www.infracore.nl/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1&lang=nl


Fibra de núcleo da Europa é o especialista de estruturas de suporte de plástico reforçado com fibra (composto) para a construção e infra-estrutura. A tecnologia patenteada de Infra ® Core Inside distingue a empresa no mundo. A tecnologia pode ser usada em pontes, portas, varandas, galerias, pisos industriais e estradas flutuantes. Fiber Core Europa tem alcançado uma rápida mudança de tendência significativa. Além de concreto e aço compósitos sério, como material de construção colocados no mapa. Prédio com compósitos é leve, rápido, livre de manutenção e ambientalmente amigável. Fibra de núcleo da Europa foi recentemente incluído na prestigiada FEM Tech 25, uma lista com as empresas mais inovadoras e promissoras, na Holanda.

Benefícios

Durabilidade
Infra-estruturas ® Core compostos são produzidos no processo arquivado sem emissões.
Os materiais, matérias-primas e tecnologias limpas. Além disso, nenhuma manutenção precisa ser confirmada.
Porque poucas estradas estruturas InfaCore ® também pode ser realizada bases muito mais leve.
Isso resulta em emissões de CO2 significativamente mais baixos em todo o projecto.
Mesmo realizada 30 vezes mais leve do que o concreto, isto significa 30 vezes menos emissões de CO2.
E há 30 vezes menos recursos escassos necessários. Light edifício não é apenas rápido, mas sobretudo de construção sustentável.
Manutenção Grátis
Infra-estruturas com ® Core Inside são de manutenção Fri Os materiais não são afetados pela umidade, apodrecimento, mofo, temperatura, etc Não é por acaso que as estruturas Infracore ® 50 anos de garantia.
Quando a estrutura composta pode ser ultrapassada pela exposição à radiação UV da estrutura está protegida pela camada de desgaste e uma afwerkrand cosméticos. O exterior da ponte é concluída em uma Acabamento de alta qualidade e acabamento. Este revestimento é baseado no mesmo polímero como a construção da ponte e este é um todo indivisível.
Infra Core ® é resistente a quase todas as formas de vandalismo*Tais como graffiti e fogo.
A manutenção é limitado a limpeza e restauração da camada de desgaste normal, quando a diminuição da rugosidade da camada de sacrifício este dá origem.

Seguro
Construção de Infra ® Core Inside batida de segurança com facilidade de concreto e estruturas metálicas.
O material é praticamente à prova de fogo. E, em circunstâncias extremas, quando ela iria pegar fogo, então é só na superfície e vai sem dizer.
Também fadiga e corrosão desempenhar qualquer papel. Ao contrário de concreto e aço. Portanto, essas estruturas ® Core Infra esperados centenas de anos.
Todas as estruturas de Infra ® Core Inside satisfazer:

  • TGB 1990
  • NEN 6702
  • NEN 6706
  • Eurocódigos
  • CUR 96

Por isso para garantir a segurança, todas as estruturas Infracore ® ostentar a marca Infracore ® Inside. Os fabricantes de Infra proibição ® Core está atualmente em um sólido conjunto de requisitos e normas para cada grade composta pode agora ser testada.
Leve
O baixo peso do Infracore ® possui vantagens;

  • baixos custos de transporte;
  • possibilidade de construção pré-fabricada e grandes despesas de transporte local são muito poucos;
  • fundamento suficiente para um terço do número de pólos necessários para a construção de concreto e aço;
  • a velocidade que eles usam, minimiza o tempo de construção e, portanto, bloqueios de estradas. Se um trabalho bem elaborado, uma ponte de Infra ® Core Inside são colocados dentro de uma hora;
  • menos encargos para as matérias-primas escassas e as emissões de mal.



Competitiva com concreto e aço

Infra-estruturas ® Core por engenharia de sistemas automatizados flexíveis de produção e de competição inicial com concreto e aço. Se as vantagens da construção de velocidade, mais leves de construção, manutenção, durabilidade e valor de revenda de arte são incluídas, mesmo Infracore ® significativamente mais barato do que os materiais tradicionais.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sustainability and PCI

Sustainability Home 

Sustainability is a critical issue facing the built environment. The precast concrete industry realizes that it can be part of the solution to the greatest engineering challenge of our times. This short video highlights some of the work of the PCI Sustainability Committee on the topic of sustainability.

 

Sustainability and PCI

The PCI Board of Directors approved the formation of the PCI Sustainability Committee in October 2006 because it recognized the importance of charting a strategic course for the future of the industry.

Those in the precast/prestressed concrete industry realize they must continuously improve their products and processes and contribute to sustained life on our planet.

This new committee is poised to develop strategies to elevate the knowledge base of PCI members as well as lead the sustainable world with innovative and integrated products and processes. In a series of meetings and strategic planning sessions, the committee has begun defining precast concrete's potential role in a sustainable future.

Click here to see a short video of committee members discussing sustainability and the precast/prestressed concrete industry.

Precast Concrete's Potential Contribution to LEED
PDFtable_5_4_3.pdf (72kb, PDF file)

A Guide to Designing with Precast/Prestressed Concrete was designed for easy reference to all information about precast concrete required by building developers, architects, engineers, and others on the construction team. The manual provides a summary of available documentation and information available from the Precast/Prestressed Concrete Institute (PCI).

The manual is divided into chapters that provide a comprehensive overview of all aspects of the building process in which

http://www.pci.org/intro.cfm

If you are a PCI member, visit the PCI Committee pages

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Uso de resíduos industriais para fabricação de concreto dispara nos EUA


O uso de resíduos de várias origens para a fabricação de blocos de concreto tem crescido nos Estados Unidos à medida que leis mais severas de preservação ao meio ambiente encarecem o custo dos bota-fora para as indústrias de construção civil, e com o aumento da consciência ambiental da sociedade, segundo o co-diretor do Centro Mundial de Tecnologia de Concreto, Eric Krebs.

"Já está começando a ficar economicamente viável usar resíduos [na indústria]," disse Krebs em entrevista à Revista Sustentabilidade. "Os preços para destinar resíduos aos aterros nos Estados Unidos tem crescido mais de 30% nos últimos dois anos, e em estados com legislações mais avançadas, já dobrou".

Os fabricantes de blocos de concreto no país norte-americano investem a cada dia para testar novos materiais que substituam tanto o agregado do bloco – o material físico – quanto o cimento, que é usado como liga.

Um dos materiais mais usados atualmente são as cinzas de carvão que sobram da geração de energia elétrica, mas materiais como vidro moído, resíduos de pneus, fibra de madeira, plásticos, resíduos de papel, entre outros materiais, também são utilizados.

Segundo Krebs, a cinza de carvão é uma liga viável já que possui alto teor de cálcio, o que permite ser o substituto de cimento. Além da reutilização, a substituição de materiais considerados nobres também pode reduzir o preço do produto final de concreto, que pode ser aproximandamente 10% menor.

A oferta deste material tem crescido porque as indústrias estão preferindo vender para os fabricantes de concreto, e assim, reduzir seus custos. Hoje, por exemplo, paga-se entre US$30 e US$50 por tonelada de cinza, o que se compara com US$5/tonelada há seis anos.

"Uns quinze anos atrás, as indústrias pagavam para se livrar dos resíduos, hoje elas vendem", lembrou.

Mas para os fabricantes de bloco, no entanto, a coisa não é tão simples. Apesar do incentivo de mercado e da regulamentação ambiental mais forte, cada material precisa ser testado para ver se atende às normas técnicas nacionais de resistência e usabilidade. Além disso, é preciso adequar os produtos para as variadas condições climáticas dos Estados Unidos.

"Um bloco que tenha uma resistência adequada no sul pode não servir em regiões abaixo de zero", explicou.

Krebs calcula que leva-se cerca de 90 dias finalizar os testes e botar um novo produto no mercado.

Não é só nos Estados Unidos que este movimento acontece. Na Índia, por exemplo, o governo determinou que todos os produtos de concreto devem ter pelo menos 5% cinzas de carvão.

"É um bom começo, e é bom para o meio ambiente, mas os governos devem pensar em algum subsídio para poder incentivar mais", disse.

Nos Estados Unidos, o movimento começou também com os governos, mas fazendo determinações para as obras nos seus edifícios e seus processos. Hoje, o mercado de utilização de reciclados é uma mistura da crescente conscientização das empresas, dos consumidores e grupos como o Conselho de Prédios Verdes que dá pontuação no seu sistema de certificação Leed para uso de material reciclado

Escrito por Alexandre Spatuzza — Publicado em 11/08/2008

fonte : revista sustentabilidade

domingo, 24 de maio de 2009

Concreto flexível é capaz de se autoconsertar sem intervenção humana


Um concreto desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, é capaz de se autoconsertar apenas com a adição de água e dióxido de carbono (CO2).

O autoconserto é possível porque o novo concreto foi desenvolvido para dobrar e se quebrar em finíssimas lacunas, equivalentes à metade do diâmetro de um fio de cabelo humano, em vez de se quebrar em pedaços ou criar fissuras grandes, como acontece com os concretos normais.

"É como quando você faz um pequeno corte na sua mão, o seu corpo pode se reparar sozinho. Mas se você tem um grande ferimento, então precisará de ajuda. Nós criamos um concreto que se fratura em fissuras pequenas o suficiente para que possa se autoconsertar," explica o professor Victor Li.

Concreto flexível

Segundo Li, o novo concreto poderá tornar as obras mais seguras e mais duráveis. Uma ponte danificada por sobrecarga ou por abalos sísmicos, por exemplo, poderia voltar a operar normalmente em poucos dias.

A imagem mostra o grande segredo do concreto, a sua flexibilidade. Os testes mostram que uma peça feita com o novo material pode sofrer um estiramento de até 3% e recuperar integralmente sua resistência - isso equivaleria a esticar uma ponte de concreto com 100 metros de comprimento (se ela fosse feita por uma peça única) até que ela atingisse 103 metros, sem que ela se quebrasse.

E, tão logo curada dos danos, a ponte recupera inteiramente sua capacidade de operação. "Nós descobrimos, para nossa surpresa, que quando é forçada de nova após se curar, a peça se comporta como se fosse nova, praticamente com a mesma dureza e resistência," diz Li.

Cimento extra-seco

A capacidade de se autoconsertar do novo concreto deve-se ao uso de um cimento extra-seco que, quando exposto por uma fissura, reage com a água e o dióxido de carbono do ambiente para formar uma espécie de "cicatriz" de carbonato de cálcio - o mesmo material encontrado nas conchas de animais marinhos. Nos testes em laboratório, o processo de cura levou entre 1 e 5 ciclos de molhagem e secagem.

A imagem ao lado mostras as "cicatrizes" do concreto, as linhas brancas de carbonato de cálcio que se formam depois que o processo de cura se completa.

O processo de autoconserto atinge 100% de eficiência quando as fissuras individuais têm menos do que 50 micrômetros, mas o processo opera com aberturas de até 150 micrômetros.


Concreto reforçado com fibras

O novo material é chamado ECC ("Engineered Cement Composite"), é mais flexível do que o concreto tradicional e se comporta mais como um metal do que como um vidro.

O concreto tradicional é considerado uma cerâmica, sendo rígido e quebradiço, suportando um estiramento máximo de 0,01% antes de se partir. Já o ECC dobra-se sem se quebrar, suportando um estiramento máximo de 5% (a recuperação total dá-se até os 3%).

Hoje, os construtores reforçam o concreto com barras de aço, com o objetivo de manter as trincas tão pequenas quanto possível. O problema é que essas trincas, por minúsculas que sejam, deixam entrar líquidos que corroem o aço, o que reduz a resistência da construção ao longo dos anos.

O EEC é reforçado com fibras sintéticas, não estando sujeito à corrosão

FONTE: Redação do Site Inovação Tecnológica em 06/05/2009

Inventor : V.C. Li and J. Kong

http://ace-mrl.engin.umich.edu/NewFiles/invention/sc_abstract.html

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Reciclagem de resíduos sólidos da construção civil -1


Em termos de ecologia, um dos grandes problemas da construção civil é dar uma finalidade útil ao entulho, principalmente em reformas. A Craft Engenharia apresenta solução para reciclar boa parte do entulho sólido na própria obra, com economia e menor agressão ao meio ambiente. Ecologicamente correto, o novo reciclador móvel oferece uma solução interessante à crescente preocupação com o meio ambiente, no que se refere à quantidade de lixo gerada pela construção civil. Estes resíduos representam 61% do lixo produzido nas cidades brasileiras, segundo dados da Secretária Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades. De acordo com a pesquisa, este percentual corresponde a 90 milhões de toneladas de lixo/ano, que deve ser depositado em áreas previamente estabelecidas, obedecendo a regras e normas ambientais criadas pelos estados e municípios de acordo com as leis que tratam do tema. Esta providência, entretanto simplesmente minimiza o impacto ambiental da deposição constante dos resíduos da construção civil nas cidades. O mais importante é dar um destino adequado aos resíduos através da reciclagem. Atenta ao problema, a Craft Engenharia -– empresa brasileira especializada em construção pesada, demolições, terraplenagem e pavimentação –- está utilizando em suas obras o primeiro reciclador móvel de resíduos sólidos da construção do país. De origem austríaca, o equipamento trabalha em conjunto com outra máquina, cuja função é preparar os resíduos de demolição, para a boca de alimentação do reciclador.
O resultado da reciclagem é um material que pode, em muitos casos, cumprir as funções da brita, sendo reutilizado na própria obra. Outra vantagem do equipamentos é a sua agilidade, pois não exige montagem especial podendo ser movido, colocado ou retirado do canteiro de obra a qualquer momento, podendo, portanto ser utilizado em obras das mais diversas dimensões. A capacidade dos equipamentos trabalhando em conjunto chega a 200 toneladas por hora. O novo reciclador móvel da Craft vem se juntar ao reciclador estacionário, desenvolvido pela própria empresa e que vinha sendo utilizado até então, para as funções de reciclagem. A eficiência do novo equipamento já foi comprovada na demolição do estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas e na demolição do Curtume Carioca e da Casa de Saúde Dr. Eiras, todas obras no Rio de Janeiro.

Mais informações:
Craft Engenharia
Telefax: 21 2544-8695
E-mail: mcapress@terra.com.br

Site: www.craftengenharia.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Concreto Transparente


O concreto está intimamente ligado com a arquitetura do século XX. Nas suas várias aparições, seja em desenhos retos e construtivistas, ou nos projetos curvilíneos de um Niemeyer, por exemplo, ou mesmo nas artes plásticas e na escultura principalmente, a sua cor é emblemática. Surge agora o concreto transparente, criado por Joel Sosa e Sergio Omar Galván, da Universidade Autônoma do México, possuindo, além de todas as características do concreto comum, flexibilidade 30% maior e permite a passagem de até 80% da luz.