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P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

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segunda-feira, 29 de março de 2010

A simulação Breathing Earth – REDUZIR , Reduzir , REDuzir, reduzir ... reduzir ...

mapamundipop 

A simulação Breathing Earth

Esta é uma simulação em tempo real que apresenta as emissões de CO2 de cada país no mundo, bem como as suas taxas de nascimento e morte.

Lembre-se que esta simulação em tempo real é exatamente isso: uma simulação. Embora as emissões de CO2, taxa de natalidade é a taxa de morte de dados utilizados na Breathing Earth vem de fontes confiáveis, os dados que mede as coisas em uma escala tão grande nunca poderá ser 100% exato. Por favor, note no entanto, que os níveis de emissão de CO2 mostradas aqui são muito mais probabilidade de ser muito baixo do que  a ser demasiadamente elevado.

Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

O aquecimento global (alterações climáticas como também é conhecido) é provavelmente a questão mais importante para enfrentar a nossa geração, e possivelmente qualquer outra geração na história. A comunidade científica mundial é praticamente unânime  de que o aquecimento global está acontecendo, que isso é culpa nossa. A situação ainda está ao nosso alcance, mas temos que agir agora, temos de agir fortemente, e devemos agir juntos. Indivíduos, empresas e governos em todo o mundo tem cada um fazer o que puder para reverter a mudança climática. Nós nunca vamos ter uma segunda chance.

O que posso fazer?

A boa notícia é que existem muitas coisas que podemos fazer para reduzir a nossa pegada de carbono. A palavra chave é reduzir. Nós podemos diminuir consideravelmente nosso impacto sobre as alterações climáticas, utilizando os recursos do planeta de forma mais responsável. Há muitas coisas que podemos reduzir e, em muitos aspectos, podemos reduzi-los, mas três dos principais são: reduzir a quantidade de produtos de origem animal que consome (carne, leite, ovos, couro, etc), reduzir a quantidade de combustível você usa (carro, viagens aéreas, etc), e reduzir a quantidade de electricidade que utiliza. Se você estiver interessado, há uma abundância de bons recursos na rede. Encorajo-vos a assim a sua própria investigação, mas você pode encontrar alguns dos links abaixo para ser útil.

Mais informações sobre as alterações climáticas?

Footprint Calculator Footprint Network - Descobrir sua própria pegada ecológica.

wecansolveit.org - Junte-se a um movimento global determinado a ajudar a resolver a mudança climática.

Combater as alterações climáticas com dieta Change - Descubra porque o carne indústria produz mais gases com efeito de estufa do que todos os SUVs, carros, caminhões, aviões e navios do mundo combinados.

fonte : http://www.breathingearth.net/

sábado, 12 de dezembro de 2009

COP 15 – Adiaram o inadiável !!!

 

TOMARAM NOTA DE UM ACORDINHO , MAS NÃO TEMOS NENHUMA LEI E NEM MESMO UM COMPROMISSO SÉRIO QUE PODEREMOS COBRAR EM 2020.

FORAM METAS NADA OUSADAS;

ACABOU COMO UMAVERGONHA CLIMÁTICA;

DECEPÇÃO PARA A MAIORIA ;

SUCESSO OU FRACASSO ….

DEVEMOS RESGATAR NOVAS ESPERANÇAS;

VAMOS PROCURAR FAZER A NOSSA PARTE….

AI VIRA A COP 16 DO MEXICO.

COP 15 - 15a. Conferência das Partes sobre o Clima (COP15)Copenhagen Climate Conference

 

Vejam como as COPs evoluiram ano a ano e desta vez precisamos de definiçoes e compromissos claros dos paises ricos.

As mudanças climáticas constituem o maior desafio do início do século XXI, com consequências para a sustentabilidade ambiental, social e econômica do planeta.

Entre os dias 7 a 18 de dezembro, a cidade de Copenhague será sede da COP15, encontro mundial que vai traçar novas metas para entrar em vigor a partir de 2012.

image 

http://www.camargocorreacop15.com.br/lang/pt/

Linha do tempo:

COP 1 – 1995 (Berlim , Alemanha)
Iniciou o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos. É sugerida a constituição de um Protocolo.

COP 2 – 1996 (Genebra, Suíça)
É acordada a criação de obrigações legais de metas de redução por meio da Declaração de Genebra.

COP 3 – 1997 (Quioto, Japão)
Culminou com a adoção do Protocolo de Quioto, que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os principais emissores, chamados “Países do Anexo I”.

COP 4 – 1998 (Buenos Aires, Argentina)
O Plano de Ação de Buenos Aires é elaborado, visando a implementar e ratificar o Protocolo de Quioto.

COP 5 – 1999 (Bonn, Alemanha)
Deu continuidade aos trabalhos iniciados em Buenos Aires.

COP 6 – 2000 (Haia, Holanda)
As negociações são suspensas pela falta de acordo entre, especificamente, a União Européia e os Estados Unidos, em assuntos relacionados a sumidouros de carbono e às atividades de mudança do uso da terra.

COP 6 ½ e COP 7 – 2001 (2ª fase da COP 6 foi feita em Bonn, Alemanha), (COP 7- Marrakech, Marrocos)
As negociações são retomadas, porém, com a saída dos Estados Unidos do processo de negociação, sob a alegação de que os custos para a redução de emissões seriam muito elevados para a economia americana. Os EUA também contestaram a inexistência de metas para os países em desenvolvimento.

COP 8 – 2002 (Nova Delhi, Índia)
Iniciou discussão sobre o estabelecimento de metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países.

COP 9 – 2003 (Milão, Itália)
Entra em destaque a questão da regulamentação de sumidouros de carbono no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

COP 10 – 2004 (Buenos Aires, Argentina)
São aprovadas as regras para a implementação do Protocolo de Quioto e discutidas questões relacionadas à regulamentação de projetos de MDL de pequena escala de reflorestamento/florestamento, o período pós-Quioto e a necessidade de metas mais rigorosas.

COP 11 – 2005 (Montreal, Canadá)
Primeira conferência realizada após a entrada em vigor do Protocolo de Quioto. Pela primeira vez, a questão das emissões oriundas do desmatamento tropical e mudanças no uso da terra é aceita oficialmente nas discussões no âmbito da Convenção.

COP 12 – 2006 (Nairóbi, África)
Representantes de 189 nações assumem o compromisso de revisar o Protocolo de Quioto, e regras são estipuladas para o financiamento de projetos de adaptação em países pobres. O governo brasileiro propõe oficialmente a criação de um mecanismo que promova efetivamente a redução de emissões de gases de efeito estufa oriundas do desmatamento em países em desenvolvimento.

COP 13 – 2007 (Bali, Indonésia)
Pela primeira vez a questão de florestas é incluída no texto da decisão final de uma conferência, com recomendação para que seja considerada no próximo tratado climático. Nessa reunião, foi criado o Bali Action Plan (Mapa do Caminho de Bali), no qual os países passam a ter prazo até dezembro de 2009 para elaborar os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Quioto (2012).

COP 14 – 2008 (Poznan, Polônia)
Países em desenvolvimento emergentes, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul sinalizaram uma abertura para assumir compromissos na redução das emissões de carbono, embora não tenham falado em números. Os países desenvolvidos não colocaram nenhuma proposta concreta na mesa. Especialistas consideraram que as discussões foram lentas diante da urgência de se estabelecer um novo acordo global.

sábado, 7 de novembro de 2009

TED Difusão de novas Idéias a um mundo mais sustentavel.

http://www.ted.com/talks/list

Bem-vindo. TEDIndia está acontecendo agora em Mysore, Índia

TED.com Talks catalog

Agora em Mysore, uma lista de oradores surpreendente e os participantes se reuniram durante quatro dias de TEDIndia - o TED primeiro lugar no sul da Ásia. Assista a um FREE transmissão ao vivo do Dia 1 e da sessão de encerramento
Para fotos, notícias, tweets, e mais, Visitar a página TEDIndia

 

Vale apena ver algumas das novas idéias publicadas por pessoas interessantes do mundo.

TEDxSP

Aqui em São Paulo teremos tambem um evento interno

http://www.tedxsaopaulo.com.br/palestrantes/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Solar water heating and rainwater tower


Holcim Awards 2008 Latin America

  • O projeto brasileiro de uma torre multifuncional compacta, que abriga cisterna para coleta de água de chuva, caixa de água e equipamento coletor solar para aquecimento de água chamou a atenção na Cidade do México. De autoria da arquiteta Maria Andrea Triana e dos engenheiros Roberto Lamberts e Marcio Antonio Andrade, da Universidade Federal de Santa Catarina, o projeto foi considerado uma solução inovadora e econômica para a melhoria da qualidade de vida em áreas urbanas pobres e favelas. O terceiro lugar levou US$ 25 mil
    Menções Honrosas e Next Generation
    Seis candidatos receberam menções honrosas por seus projetos e receberam US$ 5 mil cada. Entre os projetos brasileiros, destaque para projeto de um centro social de saúde para baixo consumo energético, em São Paulo, e a remodelação de um eixo multi-modal de transportes no Rio de Janeiro. Os projetos mexicanos de um parque ecológico capaz de realizar o tratamento das águas fluviais em Morelia e um projeto de saneamento que inclui o tratamento de águas fluviais em Tuxtla Gutiérrez também foram reconhecidos com o prêmio.
    Também receberam menções honrosas a solução para a reconstrução das casas do povoado de San Lorenzo de Tarapacá, no Chile, tombado pelo patrimônio histórico e destruído por um terremoto recente e a criação de um parque linear que demarca e protege a reserva ambiental localizado da serra que rodeia a zona urbana em Bogotá, na Colômbia.
    Neste ano também concorrem pela primeira vez, na categoria Next Generation, projetos de participantes de até 35 anos. O primeiro prêmio foi atribuído ao arquiteto Alberto Ferandez Gonzalez pelo projeto de captação de água para agricultura utilizando uma torre que capta névoa costeira "Camanchaca" que ocorre em Huasco - região costeira desértica no Chile. O 2º prêmio foi atribuído ao projeto integrado Eutropia de habitações de baixo custo em áreas urbanas, dos arquitetos mexicanos Ricardo Julian Vásquez Ochoa e Emilio José García Bidegorry. O Brasil conseguiu o 3° prêmio na categoria com o conceito de utilização de espaços urbanos desocupados para a produção agrícola, do arquiteto Thiago Cintra Pilegi.
    Confira mais detalhes dos projetos vencedores na edição de novembro/08 da revista Téchne

Criação: Maria Andrea Triana, architect, LabEEE-UFSC, Florianópolis, Brazil

Asfalto de estradas e ruas será usado para gerar energia


  • Redação do Site Inovação Tecnológica :14/08/2008

    Pesquisadores descobriram uma forma eficiente de transformar o calor do asfalto de rodovias, ruas e estacionamentos em uma fonte barata e não-poluente de energia. O asfalto, que fica extremamente quente sob o Sol, é utilizado como um coletor térmico da energia solar para gerar eletricidade.
  • Eliminação das "ilhas de calor"

    Além de usar os milhões de quilômetros quadrados de asfalto já disponíveis em rodovias e ruas, gerando eletricidade ou água quente, o projeto ainda beneficia o meio ambiente e a qualidade de vida nas cidades, capturando o calor do asfalto e minimizando um efeito conhecido pelos urbanistas como "ilhas de calor."

    Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram testes em pequena e em larga escala, além de modelos computadorizados, para mensurar o potencial de captura do calor acumulado no asfalto e sua utilização para geração de energia.
  • Água quente e eletricidade

    Os testes utilizaram termopares incorporados no asfalto, para medir a penetração do calor, e canos de cobre, para medir a eficiência com que o calor pode ser transferido para um fluxo de água. A água quente gerada pode ser utilizada diretamente em residências e indústrias, ou ser direcionada para um gerador termoelétrico para produzir eletricidade.

    Outra vantagem verificada durante as pesquisas é que o asfalto retém o calor por várias horas depois que o Sol se pôs, transformando o sistema em uma opção mais eficiente do que as células solares fotovoltaicas.
  • Eficiência e custos

    Testando várias composições de asfalto, os pesquisadores descobriram que a adição de agregados eficientes na condução de calor, como o quartzito, pode aumentar significativamente a absorção do calor do Sol pelas rodovias e ruas. Uma tinta especial também foi avaliada, reduzindo a reflexão da superfície do asfalto e fazendo com que ele absorva ainda mais calor.

    Os pesquisadores estão agora passando para a etapa de avaliação dos custos de implantação do sistema. Para viabilizar economicamente o projeto, eles afirmam que será necessário substituir os tubos de cobre usados na pesquisa por um trocador de calor metálico projetado especificamente para essa tarefa, capaz de capturar a maior quantidade possível de calor do asfalto.

    O trocador de calor será projetado de forma a poder ser incorporado nas rodovias e ruas já existentes durante o seu recapeamento, um processo de recuperação que normalmente ocorre a cada 10 anos de vida útil do asfalto.

    Criação : Prof. Rajib Mallick www.wpi.edu/News/Media/asphaltlanding.html
    Fonte pesquisada :http://www.sciencedaily.com/releases/2008/08/080812135702.htm

  • Equações para os Resultados obtidos nesta pesquisa

Usando as seguintes equações, força e energia para cada um dos experimentos foram calculados.


Energia = c x m x delta T

Potencia = Energia / Tempo

c é o calor específico da água

m é a massa de água

ΔT é a diferença de temperatura da água testada