O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

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P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UFRJ DESENVOLVE CONCRETO ECOLOGICO–RESIDUOS , BAGAÇOS E PLASTICOS PODEM SER USADOS

 

SEMPRE ACREDITEI QUE ISSO SERIA POSSIVEL E VIÁVEL DESTA FORMA, AGORA OS PESQUISADORES COMPROVARAM MEU PENSAMENTO.RESIDUOS , BAGAÇOS E PLASTICOS PODEM SER USADOS DANDO DESTINO CORRETO AO QUE NÃO TEM MAIS USO OU NÃO DEGRADA NA NATUREZA AGORA PODE SER VALORIZADO . Rubens Benbassat

  

Tijolo ecológico da Eco-Máquinas: segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas.

 

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Rio de Janeiro – A Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) desenvolveu alternativas ecológicas para matérias-primas do concreto e de produtos de fibrocimento (como caixas d'água e telhas). Segundo o pesquisador Romildo Toledo, o uso de materiais tradicionais, como o cimento, a brita e o amianto, pode ser reduzido ou até completamente substituído com a utilização de fibras vegetais e materiais reciclados.

No caso do concreto, liga formada por cimento, brita (pedra) e areia, é possível reduzir o consumo de cimento em 20% a 40% com alternativas como cinza de bagaço de cana-de-açúcar, cinza de casca de arroz e resíduos da indústria cerâmica. A brita pode ser completamente substituída por materiais obtidos em demolições de construções antigas.

No caso do fibrocimento, usado na fabricação de telhas ou caixas d'água, o consumo de cimento pode ser reduzido em até 50% com o uso de alternativas ecológicas. As fibras vegetais substituem as fibras minerais tradicionais, como o amianto, que provocam danos à saúde humana. Há estudos com outros materiais como borracha de pneu usado, cinzas de esgoto sanitário ou de queima do lixo para substituir, pelo menos parcialmente, o cimento.

“Alguns tipos de concreto ecológico já estão prontos para serem repassados ao setor produtivo, mas há outros que ainda estão em fase final de desenvolvimento. São soluções que reduzem impacto na construção civil, seja por redução da emissão de gás carbônico, pelo uso de materiais naturais etc. E todas levam a resultados tão bons quanto os materiais tradicionais. Essa é uma preocupação: não ter performance inferior aos que os materiais tradicionais têm. O consumidor não vai sentir problemas de durabilidade, como a casa ou o prédio terem vida útil menor”, disse Toledo.

Segundo a Coppe, a indústria cimenteira responde por 5% a 7% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. A produção atual de cimento corresponde a cerca de 3 bilhões de toneladas por ano, que deve triplicar em 50 anos.

Segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas. Na última sexta-feira (14), por exemplo, Toledo apresentou sua pesquisa a representantes de empresas de materiais de construção norte-americanas na Câmara de Comércio Americana (Amcham) do Rio de Janeiro.

FONTE: Vitor Abdala, da 

Romildo Toledo na Rio+20

 
 
Uma alternativa para a geração de renda pode estar no uso da reciclagem de resíduos na construção civil, diante da expansão das obras de infraestrutura no Brasil. O engenheiro Romildo Toledo, professor do Programa de Engenharia Civil da Coppe, falou dos projetos desenvolvidos para a substituição parcial do cimento no concreto, com cinzas agroindustriais a partir de fibras de plantas, além do reaproveitamento de resíduos de demolição e cinza de lodo de esgoto. “Depois da água, o concreto é o produto mais utilizado nas construções, reunindo brita, areia e cimento. E 5,7% das emissões de CO2, principal responsável pela mudança climática, vêm do cimento. O concreto ecológico ajuda, assim, a capturar CO2″, destacou.
Já o coordenador do Laboratório de Modelagem, Simulação e Controle de Processos do Programa de Engenharia Química da Coppe, José Carlos Pinto, falou do reaproveitamento do plástico. Lembrando que o produto é sempre apontado como vilão ambiental, ele frisou a importância do reaproveitamento: “Se o plástico pode durar 200 anos, a degradabilidade não é uma desvantagem. Ele pode ser reaproveitado e reciclado, com a química verde, com viabilidade técnica e econômica.”

http://www.planeta.coppe.ufrj.br/imprimir_artigo.php?artigo=1453

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

BUBBLEDECK - Lajes planas e bem desenvolvidas

 

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Para efeito de outras informações técnicas a tecnologia Bubbledeck apresenta vantagens não somente econômicas, mas também do ponto de vista de execução, ou seja, permite maximizar a industrialização e a simplificação do processo. Outros aspectos positivos são, por exemplo:

  • Atenuação do nível de ruído entre pavimentos;
  • O painel Bubbledeck apresenta condutibilidade térmica reduzida;
  • As instalações podem ser embutidas na laje e, pela característica de ser laje plana, proporciona ganho expressivo de pé direito;
  • Permite a utilização de cabos de protensão otimizando ainda mais os vãos;
  • Apresenta “Selo Verde” com prêmios internacionais, não só por reduzir as quantidades de materiais empregados em uma mesma área, conseqüentemente reduzindo a emissão de CO2 na atmosfera, mas também por utilizar plástico reciclável em substituição ao concreto;
  • É uma tecnologia que se enquadra nas referências preconizadas pelo tratado de Kyoto e pelo COP15;

GERAÇÃO DE UMA CADEIA SUSTENTÁVEL

- Como não há utilização de formas assoalho, o volume de madeira utilizado é substancialmente reduzido;

- Comparando a outros sistemas convencionais, em cada m² industrializado teremos:

           * Substituição de 14,31 Kg de concreto por 3,50 Kg  de plástico reciclado retirados do meio ambiente ;

           * Economia de 0,05 m³ de madeira – ou seja, para 10.000 m² executados, evitaríamos o corte de 166,6 Árvores ;

- Consequentemente, reduções de materiais e transportes (emissão de CO2), água, energia e a possibilidade da utilização de plástico reciclado;

- Tecnologia com Selo Verde – Green Building;

- Em caso de incêndio as esferas carbonizam sem emitir gases tóxicos. Dependendo da cobertura a     resistência ao fogo pode variar de 60 a 180 minutos. (Verificações realizadas de acordo com a ISO 834);

 

BubbleDeck propõe-se a ser um modelo construtivo capaz de preencher as necessidades do mercado e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais, já que, para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:

    * - Ecologicamente correto

    * - Economicamente viável

    * - Socialmente justo

    * - Culturalmente aceito

fonte : http://www.bubbledeckbrasil.com

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

LEDs ainda vão revolucionar o conceito de iluminação - INVISIBLE STREETLIGHT

O Invisible Streetlight emite luz à noite capturando energia solar durante o dia. O elemento mais inovativo do Invisible Streetlight é que ele não precisa de suporte, pois a sua estrutura flexivel, em forma de galho, fica diretamente presa nas árvores ao longo da rua ou estrada. A instalação é simples e pode ser feita em parques, ruas arborizadas, etc. O Invisible Streetlight se camufla entre as folhas e não atrapalha a beleza dos locais onde fica. Genial. Visto aqui.

Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers. Also, Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

More information here.

INVISIBLE STREETLIGHT

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Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers, and the Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

Contact:

JONGOH LEE: jojuly79@yahoo.co.kr

Credit:

DESIGNMALL (South Korea)

Client:

 

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31 Julho, 2008

Invisible Streetlight

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Solar LED Street Lights, a technology meeting all expectations.

Solar LED street lights present the perfect and cost-effective solution for residential streets, parking lots, security, roadways, parking lots and other general area lighting applications.
Solar street lights can be economically viable and efficient in a number of applications, mostly in areas where the cost of providing electricity is expensive or problematic.
Due to their low power consumption and very long life-span, LED street lights are a good alternative to LPS (Low Pressure Sodium) or MH (Metal Halide) lamps.
Unlike LPS lamps that produce a yellow-orange light, Solar street lights using LED technology generate a very powerful and targeted crisp white light of excellent quality, which significantly improves color rendition and night visibility.

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Benefits of High Power LEDs:

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  • Long life-span
  • Low power consumption
  • Good color rendition
  • Good color temperature
  • Low light pollution
  • High brightness

We design solar street lighting systems that meet your requirements
Check our products range and contact us for any inquiry you may have

More info on solar street lighting

In solar street lighting applications it is crucial to accurately design and calculate the size and type of the different components.
Solar street lights are not of-the-shelf products. Different parameters have to be taken into consideration when designing such systems:

  1. Acquisition and analysis of geographic and climate data for a given area
  2. Required daily lighting hours
  3. Required backup lighting days during overcast weather
  4. System sizing, quantity and selection of the different components (light source, solar panels, batteries, solar controller, and height of pole)

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Once geographic and climate data of your area is obtained, we design your solar street lights system and make sure that it meets your particular requirements.
The objective being to provide enough illumination every night and provisional energy for overcast days, in phase with customer requirements.
The final product is a reliable Solar LED street lights system able to operate every night, for years, with minimum maintenance. Check our products range

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An overview on solar street lights

How solar street lights work

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Tomada “giratória” bloqueia corrente elétrica e ajuda a economizar energia.

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Todo mundo sabe que deixar os aparelhos eletrônicos ligados na tomada contribui para o aumento do consumo de energia da casa. Mesmo assim, é comum esquecer televisores, aparelhos de som, DVDs e computadores no modo stand-by. Para ajudar os usuários a lembrar de desligá-los por completo, o designer Yong-jin Kim criou uma tomada que bloqueia o fluxo de eletricidade ao ser girada, como um botão.

O Power Socket SWITCH pode contribuir com uma redução de até 11% na conta de luz, garante o criador, o que representa 169 milhões de toneladas de CO2 emitidos na atmosfera em todo o mundo. Seu uso não poderia ser mais fácil: basta conectar a tomada universal no plug e utilizar seu aparelho normalmente. Depois do uso, é só girar a tomada 45 graus para ter a corrente elétrica bloqueada e girar a tomada de volta para o seu lugar para desbloqueá-la.

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Além disso, a corrente só poderá ser ativada quando a tomada estiver totalmente inserida no plug e girada para o modo on, permanecendo inativa quando o soquete estiver vazio. A medida preventiva ajudará a reduzir os riscos de choques e aumentará a segurança dentro de casa.

Yong-jin Kim não informou se a peça será produzida comercialmente, nem outras especificações técnicas. Os interessados podem buscar mais informações através do site ou do e-mail send_to@naver.com.

fonte: Postado em Arquitetura e EcoDesign em 26/10/2009 por Redação EcoD

sábado, 17 de outubro de 2009

Modulos sustentáveis - Premoldado 3 - System Design Studio

Este é sim um projeto interessante, premoldados, placas fotovoltáicas,iluminação e ventilação natural, aquecimento solar, telhado verde , sistema construtivo industrializado, compacto , modular e possivel de expansão.

Seria a base para um projeto mais complexo com kits , encomendado e entregue semipronto ao cliente.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

McKinsey - Caminhos para uma economia de baixa emissão de carbono no Brasil


Resumo do relatório da McKinsey&Company divulgado para poucos recentemente, tem como objetivo identificar e quantificar o impacto e o custo de cada uma das iniciativas que podem ser conduzidas pelo Brasil para contribuir para a agenda global de mudança climática.
O Brasil é o 4º maior emissor de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, e segundo a perspectiva da McKinsey em seu relatório global, no horizonte até 2030, é também um dos 5 países com maior potencial para reduzir essas emissões.
O Brasil tem um papel de grande relevância na redução das emissões globais de gases do efeito estufa Cerca de 45 GtCO2e foram emitidas globalmente na atmosfera em 2005. De acordo com o estudo da McKinsey3 que avaliou as emissões atuais e suas projeções de evolução, até 2030 as emissões no caso base4 devem atingir 70 GtCO2e.



Em conclusão, o estudo indica que para implementar todas as iniciativas identificadas, resultando na redução de 70% nas emissões de GEE em 2030, seria necessário um gasto anual de 􀂱 5,7 bilhões associados à preservação da floresta Amazônica e um gasto crescente ao longo do tempo com as demais iniciativas, que atinge 􀂱 8 bilhões em 2030. O gasto total representa em torno de 1% do PIB do País ao longo do período. Uma parte significativa desse gasto pode ser custeada pelo mercado internacional de créditos de carbono. Nesse cálculo não incluímos as iniciativas que têm custo negativo, ou seja, aquelas cujas economias geradas são maiores que o investimento necessário.
Oportunidades de abatimento detalhadas por setor – Há oportunidades para reduzir as emissões em todos os setores, mas é no setor florestal que o impacto será maior.


A ) Geração de energia – O setor de energia é responsável por um volume significativo de emissões de carbono nos países desenvolvidos, mas no Brasil tem um excelente desempenho ambiental.
B ) Transporte rodoviário - A elevada penetração do etanol no mercado de combustíveis impacta positivamente o Brasil.
C ) Siderurgia – A perspectiva de intensa expansão da siderurgia nacional levará a um aumento significativo de suas emissões.
D ) Químico – O setor químico pode reduzir em 50% as emissões esperadas para 2030.
E ) Petróleo e gás – Atualmente as emissões brasileiras do setor de petróleo e gás são baixas em comparação a outros países, e as oportunidades de abatimento são limitadas.
F ) Cimento – O setor de cimento é o que tem perspectivas de maior crescimento das emissões entre 2005 e 2030.
G ) Tratamento de resíduos – O segundo maior potencial de abatimento entre os setores não ligados ao uso da terra está no setor de tratamento de resíduos.
H ) Edificações – O setor de edificações apresenta as oportunidades mais eficientes em custo, mas o potencial de abatimento é limitado.
DESTAQUE PARA ESTE ITEM QUE MAIS NOS INTERESSA


O setor de edificações residenciais e comerciais tem representatividade limitada no Brasil, respondendo por cerca de 1% das emissões estimadas para o caso base em 2030. No total, o setor é responsável por 8% das emissões. Essa vantagem, em relação à média global, decorre em parte do clima tropical, reduzindo a demanda de energia por sistemas de calefação e aquecimento de água. No entanto, 50% das lâmpadas utilizadas no País ainda são incandescentes, e a penetração dos equipamentos elétricos e eletrônicos nas habitações tem aumentado recentemente devido a um maior acesso a crédito pelas populações de baixa renda, o que aumenta o consumo de energia elétrica.
No caso base, as emissões brasileiras no setor crescem 43%, atingindo 36 MtCO2e em 2030.
No caso base, as emissões brasileiras no setor crescem 43%, atingindo 36 MtCO2e em 2030. Em torno de 65% das emissões são relativas ao segmento residencial, no qual 25% do consumo de energia tem como fonte a rede de energia elétrica e 75% é relativo ao GLP.
As oportunidades de abatimento das emissões no setor somam 8,5 MtCO2e, dos quais cerca de 25% são relativos a melhorias nos sistemas de iluminação e 25% relativos a trocas nos sistemas de aquecimento de água em edificações, tanto em residências como em prédios comerciais (Figura 13). As oportunidades em iluminação decorrem da troca de lâmpadas incandescentes e CFL (lâmpadas fluorescentes compactas) por LEDs com elevada eficiência elétrica. LEDs apresentam capacidade luminosa de 150 lumens por Watt (lm/W), enquanto CFLs têm 60 lm/W e lâmpadas incandescentes têm 12 lm/W.
No aquecimento de água, as oportunidades surgem da substituição de sistemas elétricos ou a gás por energia solar, podendo atingir até 85% de economia de energia. Outros 20% das oportunidades estão relacionadas com a gradual substituição de equipamentos atuais por produtos de maior eficiência energética na linha branca e em aparelhos eletrônicos, com potencial de 35% de economia de energia.
Pacotes de eficiência energética adicionam outros 20% de potencial abatimento por meio da redução da demanda por energia através de melhorias em projetos de isolamento térmico e de fluxos internos do ar em novos edifícios, utilizando materiais e técnicas mais eficientes na edificação de paredes, telhados, pisos e janelas.

I ) Agricultura – O setor agrícola é o segundo mais relevante em emissões, atrás somente do setor florestal. Há desafios nas oportunidades de redução de GEE no setor.
J ) Florestas - A maior parte das oportunidades para abatimento de GEE no Brasil está no setor florestal, e inclui a redução do desmatamento e a recuperação de áreas degradadas. No entanto, a implementação de iniciativas estruturais na região é complexa.

© McKinsey & Company
Rua Alexandre Dumas, 1711, 10o andar 04717-004 • Chácara Santo Antonio São Paulo - SP

domingo, 5 de julho de 2009

Selo Procel Edifica



O tema já tinha sido abordado no site da ecohabitararquitetura aqui : a etiquetagem de imóveis é um instrumento fundamental para que os consumidores e utilizadores de imóveis façam escolhas conscientes na altura da compra ou aluguel. Agora, finalmente, “O governo federal apresentará no dia 2 de julho um sistema de classificação do nível de eficiência energética dos edifícios no país por meio da Etiqueta Procel Edifica

Eis o que conta a Revista Sustentabilidade: “Os edifícios não residenciais receberão as etiquetas que atestam seu grau de eficiência na conservação de energia, assim como já acontece com as geladeiras e maquinas de lavar louça e roupa.

Os edifícios com maior grau de eficiência receberão a etiqueta A e de menor eficiência, G, indicando o consumo médio do edifício. (…) Em uma segunda etapa, será lançado um etiqueta para edifícios residências.

“Empreendedores de ponta irão começar a adotar a etiqueta para fazer o diferencial de mercado dos seus produtos”, avaliou Roberto Lamberts, do Centro Tecnológico do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina que liderou a equipe responsável pelo desenvolvimento da parte técnica do programa,. “A idéia é que o programa comece como voluntário e vire obrigatório dentro de alguns anos.” (…)

As etiquetas serão emitidas pelo Programa Procel Edifica, do Ministério de Minas e Energia/Eletrobras e o processo de etiquetagem dos edifícios será feito sob coordenação do Inmetro.

Agora irei aguardar o Selo Procel Edifica para Edifícios Residenciais que é a area em que estou atuando, aguardem novos posts.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O fim da era de Thomas Edison

Substituídas pelas fluorescentes compactas e pelos LEDs, as lâmpadas incandescentes começam a sair de cena
Mauricio Grego
Revista Info Exame – 03/2009
No início deste ano, uma inusitada corrida às lojas aconteceu na Inglaterra. Mas a razão não era uma dessas liquidações que costumam ocorrer em janeiro. As pessoas
compraram dúzias de lâmpadas comuns de 100 watts. O motivo da corrida foi a adesão da Inglaterra a uma recomendação da União Européia, que pretende banir as lâmpadas
de tungstênio do continente até 2012. Lâmpadas de 150 watts deixaram de ser vendidas nas principais lojas do Reino Unido já no ano passado. Agora, é a vez das unidades de
100 watts. As de 60 watts continuam no comércio até 2010.
[img1]A proposta é que sejam substituídas por LEDs e lâmpadas fluorescentes compactas, que consomem um quinto da energia gasta pelas tradicionais — apesar da
desconfiança dos consumidores britânicos. Os europeus calculam que vão economizar 40 terawatts-hora de energia por ano com a troca. Isso corresponde a todo o consumo da
Romênia, ou de 11 milhões de residências. Equivale a uma redução de 15 milhões de toneladas nas emissões de CO2. E a União Européia não está sozinha. É provável que, no
mundo inteiro, daqui a cinco anos, o uso da lâmpada de tungstênio esteja restrito a algumas poucas aplicações especiais.
A BOA IDEIA
Patenteada por Thomas Edison 130 anos atrás, a lâmpada incandescente é uma invenção tão genial que virou sinônimo de boa ideia. Ela é mais barata que qualquer outro tipo
de lâmpada, não exige nenhum circuito de controle além de um interruptor simples e não requer manutenção durante sua vida útil. Pode trabalhar com tensão elétrica contínua ou
alternada, de 1,5 a 300 volts, dependendo do modelo. Está disponível numa enorme variedade de formatos, tamanhos e cores e ainda pode ter sua potência ajustada por meio de
um dimmer. Nenhuma outra forma de iluminação tem tanta versatilidade. Assim, não é surpresa que tenha resistido tão bem à passagem do tempo. Mas a inspirada invenção de
Edison tem um ponto negativo que vem se tornando cada vez mais inaceitável: ela é terrivelmente ineficiente. Só algo entre 5% e 10% da energia consumida é, de fato, convertida
em luz.
O resto é desperdiçado na formade calor. Por causa disso, a incandescente já foi banida da iluminação pública e dos ambientes industriais, onde foi substituída pelas potentes
unidades de vapor metálico e de sódio. Também já não é vista nos escritórios, que são território da fluorescente tubular. Mas a lâmpada de Edison resiste nas residências, nas
vitrines de muitas lojas e nos faróis da maioria dos carros —em alguns casos, na sua variante halógena. Numa época em que o aquecimento global cobra seu preço e poupar
energia é quase questão de sobrevivência da espécie humana, a voracidade energética da lâmpada incandescente é cada vez mais malvista. A lista de candidatas a substituí-la é
curta. Lâmpadas de sódio e vapor metálico, apesar de ser muito efi cientes, não se adaptam bem às aplicações de baixa potência.
LEDs são eficazes e muito duráveis. Já estão presentes em lanternas e outros equipamentos alimentados por baterias e, no futuro, é provável que dominem também a iluminação
doméstica.
Mas, por enquanto, eles ainda têm limitações de potência, eficiência e preço, que impedem seu uso mais amplo. Assim, opção mais prática para substituir diretamente a lâmpada
incandescente acaba sendo a fluorescente compacta.
A FLUORESCENTE ENCOLHEU
Inventada nos anos 70 por Ed Hammer, um engenheiro da General Electric americana, a lâmpada fluorescente compacta começou a ser vendida nos anos 80. No Brasil, tornouse
popular durante a crise do apagão, em 2001. Naquela época, consumidores obrigados a reduzir seu consumo de eletricidade aderiram em massa a esse tipo de iluminação.
Lotes de baixa qualidade foram importados às pressas e deixaram muitos compradores frustrados. Essas lâmpadas demoravam para acender, duravam menosdo que os
fabricantes prometiam e produziam uma luz azulada que era incômoda, e, em alguns casos, fraca demais para proporcionar claridade adequada.
O desafio dos fabricantes, agora, é apagar a má impressão que ficou naquela época. Ao que parece, estão conseguindo. A Philips, por exemplo, registra crescimento de 40% ao
ano nas vendas de fluorescentes compactas no país, diz Yoon Young Kim, vice -presidente de Iluminação da empresa no Brasil. Um fator que contribui para esse crescimento é a
própria evolução das lâmpadas, que melhoraram em vários aspectos, começando pelo formato. Muitos modelos do passado não cabiam nas luminárias convencionais, projetadas
para uso com lâmpadas de tungstênio.
Mas tubos de vidro mais finos, de formato helicoidal, permitiram construir fluorescentes de tamanho similar ao das tradicionais. Enquanto isso, o desenvolvimento de novos tipos
de revestimento para os tubos resultou em luz de cor mais natural, com várias opções de tonalidade. “No Nordeste, a lâmpada branca neutra é preferida. Traz sensação de
frescor. Já em lugares mais frios, as pessoas tendem a achar a luz amarelada mais aconchegante ”, diz Kim, da Philips. Se esse problema parece resolvido, a rapidez no
acendimento ainda varia conforme o modelo. O INFOLAB testou duas fluorescentes helicoidais, ambas da Osram, a maior fabricante de lâmpadas do mundo. Uma das unidades,
de 19 watts, acendeu instantaneamente. Já a outra, de 6 watts, demorou quase um segundo para acender-se completamente.
Os grandes fabricantes costumam prometer vida útil de pelo menos 6 mil horas para suas fluorescentes compactas. É seis vezes a duração de uma incandescente típica, e o sufi
ciente para mais de quatro anos de uso com a lâmpada acesa quatro horas por dia. Mas há, nas lojas, lâmpadas especificadas para 3 mil horas de uso, em geral de marcas
menos prestigiadas. Outro problema relacionado à qualidade das fluorescentes é a perda de luminosidade com o uso. Um teste feito anos atrás pelo Departamento de Energia
dos Estados Unidos mostrou que um quarto das lâmpadas desse tipo avaliadas não mais forneciam a intensidade prometida após 40% da vida útil. Essas lâmpadas também têm
o inconveniente de emitir raios ultravioleta, que aceleram a degradação de polímeros e corantes. Não devem ser usadas num museu, por exemplo, sob pena de danifi car os
quadros. Em situações assim, as opções são as lâmpadas halógenas e os LEDs.

O LED DURA MAIS
Atraentes por sua alta efi ciência energética, as fluorescentes compactas também causam um problema ambiental. Essas lâmpadas contêm pequena quantidade de mercúrio,
metal altamente prejudicial à saúde humana. Deveriam receber tratamento especial quando descartadas, mas quase sempre vão parar no lixo comum. Essa é uma das razões
para os fabricantes investirem, paralelamente, no desenvolvimento dos LEDs. O LED não contém substâncias perigosas e ainda conta com vida útil estimada em 50 mil horas. Ao
final desse período, esse dispositivo, que não se queima, perde 30% da luminosidade. “Na iluminação doméstica, o LED é praticamente vitalício. É provável que as pessoas
nunca tenham de trocá-lo, como fazem com as lâmpadas comuns. Isso reduz a produção de lixo”, diz Vinicius Petrone, gerente de vendas da General Electric no Brasil.
A tecnologia do LED é quase centenária. A primeira versão que se conhece foi construída pelo cientista russo Oleg Losev, na década de 20. Ninguém encontrou utilidade prática
para aquele primitivo diodo emissor de luz. Quem acabou ficando conhecido como pai do LED foi o americano Nick Holonyak Jr. Em 1962, trabalhando na General Electric, ele
construiu o primeiro dispositivo apto a ser usado na prática e patenteou o invento. Mais de 30 anos foram necessários para chegar a um LED de cor branca (no início, eram todos
vermelhos) e com potência suficiente para uso em iluminação. Hoje, os LEDs estão presentes em semáforos, aplicação onde a confiabilidade e a vida longa são importantes.
Também comparecem na iluminação de estacionamentos e embelezam monumentos como a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo.
Mais em : http://www.sustentabilidade.philips.com.br/

terça-feira, 26 de maio de 2009

LEDs orgânicos superam eficiência das lâmpadas fluorescentes



Os OLEDs são a última palavra neste mundo novo dos LEDs, porque podem ser fabricados de forma mais rápida e mais barata. Os LEDs tradicionais utilizam os mesmos materiais empregados na construção dos chips de computador, os chamados semicondutores.

Já os OLEDs são construídos com materiais à base de carbono, que podem ser produzidos em larga escala em indústrias químicas tradicionais. O princípio é o mesmo da construção das células solares orgânicas.
Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Dresden, na Alemanha, fabricaram LEDs orgânicos que superam por larga margem as lâmpadas fluorescentes na emissão de luz branca. O material ainda está em fase de laboratório e tem o potencial para atingir eficiências ainda maiores.

LEDs orgânicos

Os LEDs orgânicos - ou OLEDs (Organic Light-Emitting Diodes) - são semicondutores feitos com películas finíssimas superpostas de materiais à base de carbono. Eles emitem luz de forma difusa ao longo de todo o material, o que significa que eles criam não um ponto emissor de luz, mas uma área totalmente iluminada.

Combinando o formato do OLED com a cor da luz emitida, os LEDs orgânicos deverão criar oportunidades totalmente novas de iluminação, como painéis, paredes ou tetos iluminados por igual e que poderão ser personalizados ao gosto de cada pessoa. Além disso, eles permitirão grande economia de energia porque são mais eficientes na conversão da eletricidade em luz.

Eficiência dos LEDs orgânicos

Atualmente, as lâmpadas fluorescentes representam o padrão da indústria a ser batido pelas novas tecnologias. Considerando as perdas nos refletores, essas lâmpadas alcançam uma eficiência entre 50 e 70 lúmens por Watt (lm/W).

Os novos OLEDs superaram as melhores marcas das lâmpadas fluorescentes em pelo menos um terço, alcançando 90 lm/W no brilho padrão de 1.000 candelas por metro quadrado (cd/m2).

"A eficiência energética dos nossos LEDs alcança 90 lm/W mesmo quando se utilizam somente técnicas de acoplamento planas - mas que são escaláveis. Com acoplamentos especiais 3D, atingimos até 124 lm/W," conta o coordenador da pesquisa, Dr. Sebastian Reineke.

"O potencial desses dispositivos é óbvio quando se considera que, mesmo com um brilho de 5.000 cd/m2, nós obtivemos uma eficiência energética de 74 lm/W, Diz Karl Leo, outro membro da equipe.

fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/05/09
White organic light-emitting diodes with fluorescent tube efficiency
Sebastian Reineke, Frank Lindner, Gregor Schwartz, Nico Seidler, Karsten Walzer, BjÖrn LÜssem, Karl Leo
Nature
14 May 2009

sábado, 28 de março de 2009

Geração Energia Solar


Konarka patenteado do Power ® é um plástico fino, leve e muito material flexível que vai servir como um sistema integrado de baixo custo fonte de energia para dispositivos portáteis, em fora-de-rede e sistemas, e às estruturas. Konarka desenvolveu proprietárias semi-condutores polímeros orgânicos que apresentam:
baixo custo,
abundante oferta, e
baixa toxicidade
Poder de plástico tem vantagens distintas em relação à convencional PV tecnologia.

Konarka tem o mais completo portfólio de propriedade intelectual de qualquer 3a geração solar empresa. Nosso portfólio inclui E.U. 120 e 181 patentes estrangeiras e aplicações, abrangendo todos os aspectos da nossa tecnologia única, a partir de materiais para dispositivos, processos e aplicações.
Materiais
Principais classes de condução única polímero orgânico materiais
Dispositivos
Flexível PV dispositivos electrónicos com propriedades adequadas para a integração em uma gama de aplicações
Processes Processos
Coating and printing technologies that dramatically simplify the production of PV material Revestimento e impressão tecnologias que simplificam drasticamente a produção de material PV
Aplicações
Novos pedidos que alavanca flexível, leve, portátil PV material
O nosso mundo de classe e cientistas continuamente expandir essa carteira como novas descobertas são feitas através do nosso rigoroso curso actividades de investigação e desenvolvimento na Europa e os E.U.

. Konarka tem também adquirido através da sua crítica IP estratégica aquisição de Bruxelas e da Siemens Q-OPV actividades de investigação.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Sistema híbrido utiliza luz solar para substituir lâmpadas


Engenheiros norte-americanos apresentaram um sistema híbrido de iluminação que aproveita a luz solar para iluminar diretamente o interior de residências e prédios comerciais, sem necessidade de conversão da luz em eletricidade. Em dias nublados, o equipamento controla automaticamente a intensidade das lâmpadas normais, mantendo sempre o mesmo nível de iluminação no ambiente.
Iluminação com luz solar A técnica de iluminação híbrida solar-elétrica utiliza um coletor de luz solar instalado no telhado, medindo 1,2 metro de diâmetro e um espelho secundário que rastreia a posição do sol ao longo do dia. O coletor concentra a luz solar em 127 fibras ópticas que vão até o interior da construção, onde são conectadas a cilindros difusores de luz, parecidos com lâmpadas fluorescentes. São esses cilindros que espalham a luz em todo o ambiente. Um único coletor atualmente consegue abastecer de oito a 10 cilindros difusores, que são capazes de iluminar uma área de quase 100 metros quadrados. Um sensor detecta quando cai o nível de iluminação - o que ocorre quando o sol se esconde por detrás das nuvens ou em dias nublados - e aciona automaticamente a intensidade das lâmpadas fluorescentes normais que completam o sistema híbrido. Teto de vidro O sistema é mais eficiente do que um simples teto de vidro por vários motivos. O primeiro é que a luz ultravioleta é bloqueada, assim como o calor representado pelos raios infravermelhos. Além do que a luz é distribuída de maneira uniforme e suave. Os pesquisadores estimam que o sistema híbrido solar-elétrico pode representar uma economia de 6.000 kilowatts/hora por ano em iluminação e outros 2.000 kilowatts/hora na redução no uso do ar-condicionado.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Asfalto de estradas e ruas será usado para gerar energia


  • Redação do Site Inovação Tecnológica :14/08/2008

    Pesquisadores descobriram uma forma eficiente de transformar o calor do asfalto de rodovias, ruas e estacionamentos em uma fonte barata e não-poluente de energia. O asfalto, que fica extremamente quente sob o Sol, é utilizado como um coletor térmico da energia solar para gerar eletricidade.
  • Eliminação das "ilhas de calor"

    Além de usar os milhões de quilômetros quadrados de asfalto já disponíveis em rodovias e ruas, gerando eletricidade ou água quente, o projeto ainda beneficia o meio ambiente e a qualidade de vida nas cidades, capturando o calor do asfalto e minimizando um efeito conhecido pelos urbanistas como "ilhas de calor."

    Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram testes em pequena e em larga escala, além de modelos computadorizados, para mensurar o potencial de captura do calor acumulado no asfalto e sua utilização para geração de energia.
  • Água quente e eletricidade

    Os testes utilizaram termopares incorporados no asfalto, para medir a penetração do calor, e canos de cobre, para medir a eficiência com que o calor pode ser transferido para um fluxo de água. A água quente gerada pode ser utilizada diretamente em residências e indústrias, ou ser direcionada para um gerador termoelétrico para produzir eletricidade.

    Outra vantagem verificada durante as pesquisas é que o asfalto retém o calor por várias horas depois que o Sol se pôs, transformando o sistema em uma opção mais eficiente do que as células solares fotovoltaicas.
  • Eficiência e custos

    Testando várias composições de asfalto, os pesquisadores descobriram que a adição de agregados eficientes na condução de calor, como o quartzito, pode aumentar significativamente a absorção do calor do Sol pelas rodovias e ruas. Uma tinta especial também foi avaliada, reduzindo a reflexão da superfície do asfalto e fazendo com que ele absorva ainda mais calor.

    Os pesquisadores estão agora passando para a etapa de avaliação dos custos de implantação do sistema. Para viabilizar economicamente o projeto, eles afirmam que será necessário substituir os tubos de cobre usados na pesquisa por um trocador de calor metálico projetado especificamente para essa tarefa, capaz de capturar a maior quantidade possível de calor do asfalto.

    O trocador de calor será projetado de forma a poder ser incorporado nas rodovias e ruas já existentes durante o seu recapeamento, um processo de recuperação que normalmente ocorre a cada 10 anos de vida útil do asfalto.

    Criação : Prof. Rajib Mallick www.wpi.edu/News/Media/asphaltlanding.html
    Fonte pesquisada :http://www.sciencedaily.com/releases/2008/08/080812135702.htm

  • Equações para os Resultados obtidos nesta pesquisa

Usando as seguintes equações, força e energia para cada um dos experimentos foram calculados.


Energia = c x m x delta T

Potencia = Energia / Tempo

c é o calor específico da água

m é a massa de água

ΔT é a diferença de temperatura da água testada







quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Que tipo de soluções energéticas você utilizaria em seu projeto?


  • Sistema Fotovoltáico

    Os sistemas fotovoltaicos convertem a energia do sol em energia elétrica, a este processo de transformação da luz em eletricidade chama-se efeito fotovoltaíco. Existem alguns tipos de coletores fotovoltaicos e todos requerem pouca manutenção e tem um tempo útil de vida bastante longo, 20 anos ou mais.

    A recente alteração da legislação para o regime de micro produção possibilita o investimento em sistemas fotovoltaicos domésticos para ligação à rede de distribuição de eletricidade, numa oportunidade de negócio muito interessante para os particulares que disponham das condições necessárias para este tipo instalações.

    A legislação permite, sucintamente, que qualquer particular que já possua uma instalação de solar térmico com um mínimo de 2 m2 de captação, se possa propor a vender toda a energia elétrica que consiga produzir através dos coletores solares fotovoltaicos a um preço fixado de 0,65€/kW, tendo como limites uma potência máxima a instalar de 50% da potência contratada à rede, nunca podendo exceder os 3,68 kW.

  • Energia Geotérmica

    O centro da Terra dista aproximadamente 6 400 km da superfície, encontrando-se a uma temperatura que deverá ultrapassar os 5000 ºC. O calor proveniente do centro da Terra é transportado por condução, em direção à superfície, aquecendo as camadas rochosas que constituem o manto.

    A medida que vamos descendo na crosta terrestre a temperatura vai aumentado, logo podemos aproveitar essa energia através de Bombas de calor geotérmicas.

    Os sistemas de bombas de calor podem funcionar a água - água, ar - água ou a ar - ar. Estes aproveitam as diferenças de temperatura entre o solo e o ambiente, fornecendo calor e frio. O sistema é constituído por ligações ao subsolo (tubagens com um fluido no interior) que são enterrados horizontal ou verticalmente no subsolo, bomba de calor que no Inverno remove o calor do solo, concentra-o e fornece-o ao edifício e no Verão o processo é revertido, e um sistema de distribuição constituído por um sistema tradicional de canalizações para transporte de calor ou frio.

    A geotermica, contrariamente a outras energias renováveis, não está dependente das condições atmosféricas (sol, chuva, vento), revelando-se uma fonte estável e com rendimentos impressionantes.

  • Solar Térmica

    A energia solar térmica tem uma importância fundamental e é uma das áreas das energias renováveis com uma maior taxa de crescimento no mundo.

    De todas as formas de energia que consumimos, a energia térmica é das que tem mais peso, quer seja nos nossos lares para águas quentes sanitárias, aquecimento ambiente ou piscinas, quer seja em aplicações industriais, complexos desportivos, ginásios, hotéis, etc.

    A energia do sol é facilmente convertível em energia térmica, com tecnologias completamente amadurecidas, com rendimentos muito elevados e com prazos de retorno do investimento cada vez mais curtos, devido, acima de tudo, ao aumento do preço dos combustíveis.

    Faz, portanto, todo o sentido que aproveitemos essa energia gratuita para diminuirmos a dependência exclusiva de combustíveis fósseis ou eletricidade (da qual a maior parte tem a sua origem nestes combustíveis).

    No seguimento desta lógica, da aplicação das políticas internacionais e dos compromissos assumidos por Portugal, foi recentemente integrado na nossa legislação a obrigatoriedade de instalação de coletores solares térmicos para produção de águas quentes sanitárias em todos edifícios de habitação, através do Decreto-Lei 80/2006-RCCTE.

  • Energia Eólica
    A energia do vento é mais uma fonte de energia de que dispomos e que podemos aproveitar para produzir eletricidade, tanto através dos grandes parques eólicos que todos conhecemos, como através de pequenas instalações de aero geradores de baixa potência para as mais variadas aplicações.

    As turbinas eólicas têm a função de transformar a energia do vento em energia mecânica, que conseqüentemente a transforma em energia elétrica.

  • Frenagem Regenerativa de Elevadores

    Uso de tecnologia frenagem degenerativa, pioneira no Brasil, que transfere a energia dissipada na descida de um elevador para outro que está subindo

    O sistema de frenagem regenerativa permite a utilização de parte da energia devolvida pelo elevador durante seu funcionamento para a rede elétrica interna da edificação, resultando em expressiva economia de energia (em torno de 25% a 35% da energia elétrica consumida pelo elevador será devolvida para a rede elétrica). No sistema convencional, parte da energia da rede elétrica devolvida pelo elevador é dissipada num banco de resistores e transformada em calor. Isso acontece, porque o elevador devolve parte da energia consumida em dois momentos: quando sobe com a cabina abaixo da metade da sua capacidade ou quando desce com a capacidade acima de 50%. Mas, na realidade, essa energia é desperdiçada, pois não há necessidade de aquecer a casa de máquinas, única utilidade para a energia elétrica transformada em calor. A utilização da energia devolvida tanto pode ser para o sistema de elevadores (um consome a energia devolvida pelo outro), ou para a utilização do prédio como um todo (quando todos os elevadores estiverem devolvendo energia ao mesmo tempo). Neste caso, o medidor de energia do prédio vai registrar um menor consumo de energia da concessionária.

  • Uso de Lâmpadas Econômicas

    A prática consiste em se prever em projeto, a utilização preferencial de lâmpadas com grande eficiência e menor consumo de energia.

    Como exemplo pode-se comparar lâmpadas incandescentes que consomem 5 vezes mais do que lâmpadas florescentes tubulares.


    Fonte: Sinersol