O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

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quinta-feira, 24 de outubro de 2024

1° e 2° Pesquisa Nacional do Mercado de Construção Off-Site 2023/2024

 

Segue uma pesquisa inédita do setor da Construção Civil 

Sob a chancela do ITIE - Instituto tecnológico de industrialização das Edificações , compartilho a todos esta pesquisa completa, com um agradecimento especial pela amizade de anos ao Prof. António Gilberto de Freitas, um incansável no ensino que lidera este Instituto com grande energia e perseverança.



👇

Acesso a Pesquisa completa 2023

JÁ ACESSOU A 1° ? ENTÃO AGORA VAMOS PARA UMA NOVA COM QUESTÕES NOVAS QUE IMPACTAM NA ESTRATEGIA DE CRESCIMENTO DESTE NOVO MERCADO

Participe da Pesquisa 2024

Esta pesquisa foi contratada pelo ITIE - Instituto de Tecnologias de Industrialização das Edificações, com o objetivo de trazer dados quantitativos do mercado da Construção Off-Site, para ajudar profissionais na tomada de decisão em seus negócios. Será a 2ª edição da Pesquisa Nacional do Mercado de Construção Off-Site.

2° 👇👇

https://cursos.imc2.com.br/pesquisa-nacional-do-mercado-de-construcao-off-site?utm_campaign=responda_a_pesquisa__sorteio&utm_medium=email&utm_source=RD+Station


RESUMOS:

Dentre todos as estatísticas podemos chegar em inúmeras analises e conclusões, mais uma coisa é certa , estamos no rumo certo e devemos seguir o fio das empresas que tem se destacado no exterior e tropicalizar as tecnicas e inovações no nosso mercado .

Focando mais na parte de Construção OFF-SITE segue um resumo:

sobre Construção Off-Site:

  • Introdução: A construção off-site é uma técnica inovadora que fabrica edificações e componentes em ambientes controlados, oferecendo soluções mais eficientes, econômicas e sustentáveis para a construção civil.

  • Objetivo do Relatório: O relatório visa explorar as oportunidades e desafios da construção off-site, destacando suas tendências e benefícios.

  • Colaboração: O estudo foi realizado pelo ITIE em parceria com a FGV Jr. Consultoria e Finanças, envolvendo diálogos com contratantes e especialistas do setor.

  • Impacto e Revolução: A construção off-site representa uma mudança de paradigma na indústria da construção, promovendo maior eficiência, sustentabilidade e qualidade nas edificações.

Essas conclusões destacam como a construção modular off-site pode transformar a indústria da construção, oferecendo soluções mais rápidas, eficientes e sustentáveis.

  1. Maior Assertividade e Redução de Erros: A construção off-site proporciona maior precisão no processo construtivo, resultando em menos erros e retrabalhos1.

  2. Economia de Tempo: Esse método acelera significativamente o cronograma das obras, podendo ser até quatro vezes mais rápido que a construção tradicional2.

  3. Sustentabilidade: A construção modular off-site consome menos energia e água, além de gerar menos desperdício de materiais devido ao controle rigoroso de resíduos e insumos2.

  4. Qualidade Superior: A produção em ambientes controlados segue padrões rigorosos, o que aumenta a qualidade dos módulos e da construção como um todo3.

  5. Desafios Culturais e Logísticos: Apesar dos benefícios, a implementação enfrenta desafios culturais e logísticos, além de preconceitos sobre a eficácia do processo

Focando na expectativa de o que ainda precisamos fazer para fortalecer este mercado de métodos construtivos modernos e inovadores :


  1. Capacitação e Treinamento: Investir em programas de capacitação para profissionais da construção civil, incluindo engenheiros, arquitetos e trabalhadores, para que possam se familiarizar com novas tecnologias e técnicas1.

  2. Divulgação e Educação: Promover campanhas de conscientização sobre os benefícios dos métodos modernos de construção, tanto para profissionais do setor quanto para o público em geral2.

  3. Incentivos Governamentais: Implementar políticas públicas que incentivem o uso de tecnologias inovadoras na construção civil, como subsídios, isenções fiscais e linhas de crédito específicas2.

  4. Parcerias e Colaborações: Estimular parcerias entre empresas de construção, universidades e centros de pesquisa para desenvolver e testar novas tecnologias e métodos construtivos3.

  5. Investimento em Tecnologia: Adotar tecnologias avançadas como BIM (Building Information Modeling), inteligência artificial e realidade aumentada para melhorar a precisão, eficiência e sustentabilidade dos projetos2.

  6. Melhoria na Logística: Desenvolver uma infraestrutura logística eficiente para facilitar o transporte e a montagem de componentes pré-fabricados, reduzindo custos e prazos de entrega3.

  7. Certificações e Normas: Criar e promover certificações e normas técnicas que garantam a qualidade e a segurança dos métodos modernos de construção1.

Implementando essas ações, o mercado de construção pode se tornar mais inovador, eficiente e sustentável, atendendo melhor às demandas atuais e futuras.


Agora que sabemos o que fazer, mãos na massa , entre neste mercado e saia do Convencional .

 ABCIC, Brasil Viável, CBIC,CMC Modular, Espaço Smart, SteelCorp Tech e ITIE 

@itie

@cbic

@abcic

@brasilviavel

@steelcorp

@cmcmodular

@espaco.smart

@abicon

#construcaooffsite

#modular

#leanconstruction

#banheiro360

#gogogomodularoffsite

@visionario_modular




segunda-feira, 29 de março de 2010

A simulação Breathing Earth – REDUZIR , Reduzir , REDuzir, reduzir ... reduzir ...

mapamundipop 

A simulação Breathing Earth

Esta é uma simulação em tempo real que apresenta as emissões de CO2 de cada país no mundo, bem como as suas taxas de nascimento e morte.

Lembre-se que esta simulação em tempo real é exatamente isso: uma simulação. Embora as emissões de CO2, taxa de natalidade é a taxa de morte de dados utilizados na Breathing Earth vem de fontes confiáveis, os dados que mede as coisas em uma escala tão grande nunca poderá ser 100% exato. Por favor, note no entanto, que os níveis de emissão de CO2 mostradas aqui são muito mais probabilidade de ser muito baixo do que  a ser demasiadamente elevado.

Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

O aquecimento global (alterações climáticas como também é conhecido) é provavelmente a questão mais importante para enfrentar a nossa geração, e possivelmente qualquer outra geração na história. A comunidade científica mundial é praticamente unânime  de que o aquecimento global está acontecendo, que isso é culpa nossa. A situação ainda está ao nosso alcance, mas temos que agir agora, temos de agir fortemente, e devemos agir juntos. Indivíduos, empresas e governos em todo o mundo tem cada um fazer o que puder para reverter a mudança climática. Nós nunca vamos ter uma segunda chance.

O que posso fazer?

A boa notícia é que existem muitas coisas que podemos fazer para reduzir a nossa pegada de carbono. A palavra chave é reduzir. Nós podemos diminuir consideravelmente nosso impacto sobre as alterações climáticas, utilizando os recursos do planeta de forma mais responsável. Há muitas coisas que podemos reduzir e, em muitos aspectos, podemos reduzi-los, mas três dos principais são: reduzir a quantidade de produtos de origem animal que consome (carne, leite, ovos, couro, etc), reduzir a quantidade de combustível você usa (carro, viagens aéreas, etc), e reduzir a quantidade de electricidade que utiliza. Se você estiver interessado, há uma abundância de bons recursos na rede. Encorajo-vos a assim a sua própria investigação, mas você pode encontrar alguns dos links abaixo para ser útil.

Mais informações sobre as alterações climáticas?

Footprint Calculator Footprint Network - Descobrir sua própria pegada ecológica.

wecansolveit.org - Junte-se a um movimento global determinado a ajudar a resolver a mudança climática.

Combater as alterações climáticas com dieta Change - Descubra porque o carne indústria produz mais gases com efeito de estufa do que todos os SUVs, carros, caminhões, aviões e navios do mundo combinados.

fonte : http://www.breathingearth.net/

sábado, 12 de dezembro de 2009

COP 15 – Adiaram o inadiável !!!

 

TOMARAM NOTA DE UM ACORDINHO , MAS NÃO TEMOS NENHUMA LEI E NEM MESMO UM COMPROMISSO SÉRIO QUE PODEREMOS COBRAR EM 2020.

FORAM METAS NADA OUSADAS;

ACABOU COMO UMAVERGONHA CLIMÁTICA;

DECEPÇÃO PARA A MAIORIA ;

SUCESSO OU FRACASSO ….

DEVEMOS RESGATAR NOVAS ESPERANÇAS;

VAMOS PROCURAR FAZER A NOSSA PARTE….

AI VIRA A COP 16 DO MEXICO.

COP 15 - 15a. Conferência das Partes sobre o Clima (COP15)Copenhagen Climate Conference

 

Vejam como as COPs evoluiram ano a ano e desta vez precisamos de definiçoes e compromissos claros dos paises ricos.

As mudanças climáticas constituem o maior desafio do início do século XXI, com consequências para a sustentabilidade ambiental, social e econômica do planeta.

Entre os dias 7 a 18 de dezembro, a cidade de Copenhague será sede da COP15, encontro mundial que vai traçar novas metas para entrar em vigor a partir de 2012.

image 

http://www.camargocorreacop15.com.br/lang/pt/

Linha do tempo:

COP 1 – 1995 (Berlim , Alemanha)
Iniciou o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos. É sugerida a constituição de um Protocolo.

COP 2 – 1996 (Genebra, Suíça)
É acordada a criação de obrigações legais de metas de redução por meio da Declaração de Genebra.

COP 3 – 1997 (Quioto, Japão)
Culminou com a adoção do Protocolo de Quioto, que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os principais emissores, chamados “Países do Anexo I”.

COP 4 – 1998 (Buenos Aires, Argentina)
O Plano de Ação de Buenos Aires é elaborado, visando a implementar e ratificar o Protocolo de Quioto.

COP 5 – 1999 (Bonn, Alemanha)
Deu continuidade aos trabalhos iniciados em Buenos Aires.

COP 6 – 2000 (Haia, Holanda)
As negociações são suspensas pela falta de acordo entre, especificamente, a União Européia e os Estados Unidos, em assuntos relacionados a sumidouros de carbono e às atividades de mudança do uso da terra.

COP 6 ½ e COP 7 – 2001 (2ª fase da COP 6 foi feita em Bonn, Alemanha), (COP 7- Marrakech, Marrocos)
As negociações são retomadas, porém, com a saída dos Estados Unidos do processo de negociação, sob a alegação de que os custos para a redução de emissões seriam muito elevados para a economia americana. Os EUA também contestaram a inexistência de metas para os países em desenvolvimento.

COP 8 – 2002 (Nova Delhi, Índia)
Iniciou discussão sobre o estabelecimento de metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países.

COP 9 – 2003 (Milão, Itália)
Entra em destaque a questão da regulamentação de sumidouros de carbono no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

COP 10 – 2004 (Buenos Aires, Argentina)
São aprovadas as regras para a implementação do Protocolo de Quioto e discutidas questões relacionadas à regulamentação de projetos de MDL de pequena escala de reflorestamento/florestamento, o período pós-Quioto e a necessidade de metas mais rigorosas.

COP 11 – 2005 (Montreal, Canadá)
Primeira conferência realizada após a entrada em vigor do Protocolo de Quioto. Pela primeira vez, a questão das emissões oriundas do desmatamento tropical e mudanças no uso da terra é aceita oficialmente nas discussões no âmbito da Convenção.

COP 12 – 2006 (Nairóbi, África)
Representantes de 189 nações assumem o compromisso de revisar o Protocolo de Quioto, e regras são estipuladas para o financiamento de projetos de adaptação em países pobres. O governo brasileiro propõe oficialmente a criação de um mecanismo que promova efetivamente a redução de emissões de gases de efeito estufa oriundas do desmatamento em países em desenvolvimento.

COP 13 – 2007 (Bali, Indonésia)
Pela primeira vez a questão de florestas é incluída no texto da decisão final de uma conferência, com recomendação para que seja considerada no próximo tratado climático. Nessa reunião, foi criado o Bali Action Plan (Mapa do Caminho de Bali), no qual os países passam a ter prazo até dezembro de 2009 para elaborar os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Quioto (2012).

COP 14 – 2008 (Poznan, Polônia)
Países em desenvolvimento emergentes, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul sinalizaram uma abertura para assumir compromissos na redução das emissões de carbono, embora não tenham falado em números. Os países desenvolvidos não colocaram nenhuma proposta concreta na mesa. Especialistas consideraram que as discussões foram lentas diante da urgência de se estabelecer um novo acordo global.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Chove Chuva… Chove sem parar – recordes de 2009

Mudanças Climáticas : Manchetes tiradas do site do Clima Tempo deste semestre depois do recorde de Julho.

  It's raining here without you por aknacer     Alagamento Rua Gomes de Carvalho por marcelmongs      2004_Chuva_Parafusos por VRfoto

Esta na hora de repensarmos nossas vidas e nossos processos construtivos…

O que está acontecendo de diferente para chover tanto assim, na época de seca? A resposta pode estar no novo evento El Nino que se desenvolve no Oceano Pacífico. As águas da porção central e leste do Pacífico, que abrange a costa do Peru, já estão de 0,5ºC a 1ºC mais quentes do que a média. Este aquecimento gera alterações na direção e na intensidade dos ventos que já estariam refletindo no padrão de precipitações sobre o Brasil.

Previsão de muita chuva   segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Semana com chuva em grande parte do País  domingo, 25 de outubro de 2009

Chuvarada no Sudeste   quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Por que tanta chuva no Sul toda semana? segunda-feira, 12 de outubro de 2009

São Paulo já tem chuva demais em setembro terça-feira, 22 de setembro de 2009

Chuva de agosto em São Paulo já é recorde de 23 anos sexta-feira, 21 de agosto de 2009

É chuva demais para agosto. Os 96,6 milímetros acumulados até esta sexta-feira representam quase três vezes a média de chuva do mês, que é de 37 milímetros. Se estivéssemos no verão, estaria tudo certo, porque é época de chuva. Mas agosto tradicionalmente é mês de seca. O normal é não chover. A média de chuva de agosto é a menor do ano.

Mas agosto ainda não terminou e há previsão mais chuva para os próximos dias. A chuva de agosto de 2009 poderá ser um recorde ainda maior. A estimativa inicial feita por supercomputadores indica um total de 45 milímetros de chuva até a terça-feira, dia 25. Se este valor se confirmar, a cidade de São Paulo estará muito perto de ter o agosto mais chuvoso desde 1943, considerando as medições do Mirante de Santana. Até agora, a maior quantidade histórica de chuva acumulada em agosto neste local é de 143,6 milímetros, em 1976.

Em julho, a cidade de São Paulo também teve um recorde de chuva histórico, O Instituto Nacional de Meteorologia registrou cerca de 177 milímetros de chuva, a maior quantidade em um mês de julho no Mirante de Santana desde 1943, quando começaram as medições regulares neste local.

Com tanta chuva fora de hora, é natural perguntar de quem é a culpa? O que está acontecendo de diferente para chover tanto assim, na época de seca? A resposta pode estar no novo evento El Nino que se desenvolve no Oceano Pacífico. As águas da porção central e leste do Pacífico, que abrange a costa do Peru, já estão de 0,5ºC a 1ºC mais quentes do que a média. Este aquecimento gera alterações na direção e na intensidade dos ventos que já estariam refletindo no padrão de precipitações sobre o Brasil.

São Paulo tem julho mais chuvoso desde 1943 segunda-feira, 27 de julho de 2009

Água escorrendo das paredes na cidade de São Paulo, dentro de casa, como se estivesse chovendo, e não tinha cano furado. Lama no interior de São Paulo em julho? Situações como estas são totalmente estranhas e incomuns em julho, um tradicionalmente de seca. Em geral, quase não chove. Muitas áreas no interior do Estado de São Paulo estão acostumadas a passar duas semanas ou mais sem uma gota de chuva. O que está acontecendo?

É chuva demais, é umidade demais! Desde 1943, nunca choveu tanto em julho na cidade de São Paulo, como está sendo observado em 2009.

A chuva vai parar? Não. Ainda não. Ventos marítimos continuam trazendo umidade para a Grande São Paulo, o que mantém a formação de nuvens, o ar muito úmido. Na quarta-feira, outra frente fria passa pelo litoral paulista e o tempo fica até mais chuvoso na quinta e na sexta-feira. A roupa não vai secar direito, a sensação de desconforto será grande.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mudança Climática PNUMA - 2

PNUMA LANÇA RELATÓRIO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS.

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Desde a perda de geleiras até a acidificação dos oceanos - Os impactos das Mudanças Climáticas surgem cada vez mais rápido.
O novo relatório do PNUMA destaca a urgência de os governos fecharem o acordo em Copenhague, como declarou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.
O relatório, elaborado em colaboração com cientistas de todo o mundo, vem com menos de 80 dias para ir para a reunião crucial da Convenção do Clima da ONU em Copenhague, na Dinamarca.
No prefácio do documento, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, que esta semana recebeu os chefes de Estado em Nova York, escreve: "Esta Mudanças Climáticas Compêndio é uma chamada wake-up. O tempo de hesitação acabou ". "Precisamos de perceber o mundo, de uma vez por todas, que o momento de agir é agora e temos de trabalhar juntos para enfrentar este desafio monumental. Este é o desafio moral da nossa geração. "

Acesse o conteúdo completo no site: Clique aqui.

fonte : Informativo CBCS [mailto:cbcs@cbcs.org.br]

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Grandes empresas ambientais firmam Compromissos


A cem dias da Conferência do Clima de Copenhague, um grupo de 22 das maiores empresas nacionais e entidades privadas lançou ontem, em São Paulo, um documento que é um marco Na posição do setor produtivo rumo à economia de baixo carbono. O texto, espécie de "Carta Ambiental", é um sinal de que uma agenda comercial flerta cada vez mais com os tópicos da negociação internacional sobre a mudança do clima. Um dos signatários Maioria tem perfil exportador e teme perder mercado se não embarcar na temática Verde. "A empresa que não tem preocupação ambiental vai sofrer mais lá na frente, vai pagar essa conta", afirmou Roger Agnelli, diretor-presidente da Vale e dos líderes do movimento um.

Na carta, lançada durante o Seminário "e" Mudanças Climáticas no Brasil ", promovido pelo Valor e pela" GloboNews ", os líderes empresariais Compromissos ASSUMEM cinco básicos, da publicação anual de Inventários de Emissões de gases de efeito estufa ao rastreamento da Cadeia de Fornecedores. Elencam Também nove propostas para influenciar as posições brasileiras nas discussões do acordo Climático de Copenhague, cobram do governo liderança nas Negociações Apoiam e uma criação de um sistema de incentivo para uma preservação das florestas.

O movimento ainda não tem Adesão de um número significativo de empresas. ENTIDADES DE CLASSE tradicionais não Estavam representadas. O ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, citou uma resistência do agronegócio no Congresso às iniciativas para Conter o desmatamento.

Na carta, os empresários prometem perseguir uma Redução contínua do "balanço líquido de Emissões de CO2". Na prática, falam em números Apresentar sem corte, rota em um similar Compromissos do Governo Brasileiro, em que prefere falar ". Agnelli pediu que não se perca tempo com semântica. O chefe dos negociadores brasileiros, Luiz Alberto Figueiredo Machado, cedeu: "Se querem chamar de Metas, chamem de Metas".

A carta dos empresários foi entregue uma Minc, ao ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, e ao chefe dos negociadores brasileiros. Entre os signatários estão Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano, Wilson Ferreira Jr., da CPFL Energia, José Luciano Penido, da VCP, Guilherme Leal, da Natura, Otávio de Azevedo, da Andrade Gutierrez e Vitor Hallack da Camargo Correa.

Valor Economico - Daniela Chiaretti e Jacilio Saraiva, de São Paulo 26/08/2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Revista Época Negócios - Mudanças Climáticas

Reportagem da revista :

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI86762-16292,00-INFOGRAFICO+MOSTRA+OS+RISCOS+E+OS+PREJUIZOS+QUE+O+AQUECIMENTO+GLOBAL+PODE+T.html








quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Trafego aéreo Mundial - Mudança Climática

Imaginem quanto de CO2 é despejado na atmosfera a cada dia com todo este trafego?

Um grupo de estudantes da Zurich School of Applied Sciences criaram uma impressionante simulação do tráfego aéreo mundial. Eles condensaram 24 horas em um vídeo de 72 segundos. Como fonte de informação para as partidas e chegadas os estudantes usaram o site FlightStats.


Observatório do Clima


“Um dos grandes desafios no combate ao maior problema ambiental da história da humanidade, a mudança global do clima, é o da informação.”

Governantes bem informados, instituições conscientizadas e sociedade preparada são condições fundamentais para qualquer país enfrentar e se adaptar a mudança que já está em curso:
o aquecimento exagerado do planeta.

Paulo Moutinho

terça-feira, 12 de maio de 2009

Seminário Mudanças Climáticas e Construção Civil

Atitude ambiental


As trágicas imagens divulgadas pela mídia sobre as enchentes no Norte e Nordeste do país reforçaram a convicção da sociedade civil sobre a necessidade de uma rápida atuação para diminuir as emissões de gases de efeito estufa, que contribuem para o aquecimento do planeta, responsável por esses e outros cataclismas.

Consciente da gravidade do tema, o SindusCon-SP e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção decidiram priorizá-lo, atuando em favor da criação de políticas públicas que minimizem aquelas emissões em toda a cadeia produtiva da construção civil.

A decisão das entidades foi anunciada no seminário Mudanças Climáticas e Construção Civil, realizado no SindusCon-SP na semana passada, em conjunto com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas. Entre outros, participaram os secretários de Meio Ambiente do Estado, Francisco Graziano; do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, Eduardo Jorge; o vereador Gilberto Natalini, coordenador do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente da Câmara Municipal, e os ambientalistas Fábio Feldmann e Sergio Besserman.

Na ocasião, Graziano elogiou a postura das entidades e Jorge formalizou convite do prefeito Gilberto Kassab para o SindusCon-SP integrar o Conselho Municipal de Mudanças Climáticas.

A construção decidiu dar um passo para além das providências inovadoras já em curso nas novas edificações: o uso racional da água, de madeira de origem legal e de energia solar; a eficiência energética dos edifícios; a eliminação dos desperdícios de materiais; o correto gerenciamento dos resíduos do setor e o uso de materiais com baixa pegada de carbono.

O setor vai aprofundar estas ações e pretende ampliar sua visão da questão ambiental, não a restringindo à busca de certificações, ou ao plantio de árvores. A intenção é criar estímulos ao surgimento de uma nova cultura de sustentabilidade na construção, mudando a forma de elaborar os projetos de edificações, o planejamento urbano, a habitação popular e a ampliação da infra-estrutura.

Isto só será possível por intermédio da elaboração de políticas públicas. Elas precisam informar e orientar os cidadãos, bem como regrar as atividades produtivas, com estímulos ao uso de tecnologias e materiais de baixa pegada de carbono.

Para que estas políticas sejam eficientes, elas dependem de um diálogo permanente entre todos os agentes envolvidos: políticos, acadêmicos, ambientalistas, juristas, setor produtivo e consumidores.

As medidas resultantes desta articulação não podem repetir erros cometidos por alguns legisladores bem intencionados que, sem fundamentação técnica, buscam preservar o meio ambiente. Por exemplo, exigir aquecedores solares em edifícios ou regiões onde sua utilização é inviável ou desnecessária apenas irá encarecer o custo das obras. Impor as mesmas regras de construção no Sul e no Nordeste do país, que têm realidades climáticas totalmente distintas, trará prejuízos em vez de benefícios.

Espera-se que este espírito de diálogo permeie a votação dos projetos de lei no âmbito da União, dos Estados e dos Municípios que criarão políticas para enfrentar a questão das mudanças climáticas.

fonte: Sinduscon-SP

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Telhado Verde: Pegue uma lata de tinta branca e suba no telhado

Pequenas coisas fazem diferença quando feitas por muitos. Não são excludentes.
É um Pingo no Oceano, mas cada um pode fazer a sua parte dai o resultado pode ser percebido.



One Degree Less é um projeto da ONG brasileira GBCB (Green Building Council Brazil) que basicamente sugere que os telhados das casas e prédios sejam pintados de branco ou cores frias fazendo com que a estrutura absorva menos calor e, com isso reduzindo o uso de ar condicionado e consequentemente a emissão de CO2 na atmosfera também diminui.
No site você pode conferir um estudo científico comprovando a idéia.
Vale dizer que não somente pintar os telhados de branco mas também o uso de materiais alternativos que reflitam a luz e telhados verdes também podem contribuir para que o imóvel tenha uma temperatura mais amena.
http://vimeo.com/2614263

One Degree Less - Correções - 60″ inglês from One Degree Less on Vimeo.
E você, acha que a idéia funciona mesmo?
Campanha criada pela Mohallem Meirelles.


Dow lança base de tinta para coberturas e adere à campanha de resfriamento urbano do GBC
Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 28/07/2009 no site da revista sustentabilidade .
A filial brasileira da empresa americana, Dow Chemicals, disponibilizará para os produtores de tintas brasileiros, ao longo de 2009, um produto base para a pintura de telhados e coberturas que ajudará na reflexão dos raios solares, contribuindo para o isolamento térmico e, consequentemente, para a redução do uso de condicionadores de ar nas edificações, informou a empresa em comunicado à imprensa.

A base para tinta possui características que facilitam a sua aplicação, como a baixa viscosidade e boa aderência a diversos substratos, incluindo metal galvanizado e concreto. Segundo a empresa, outra vantagem é que ela apresenta uma alta resistência à água.

A Dow direcionou seu produto para a campanha One Degree Less (um grau a menos), proposta pelo Conselho de Prédios Verdes (em inglês, Green Building Council -GBC), com o objetivo de contribuir para a desaceleração do aquecimento das cidades.

A Dow é um dos membros do GBC no Brasil.

A proposta do GBC pretende que os usuários pintem os telhados dos prédios e residências com cores claras, especialmente com a cor branca, para que a luz solar não seja absorvida pelas edificações, diminuindo o aquecimento e exigindo menos dos sistemas de ventilação, contribuindo, desta forma, para a diminuição das ilhas de calor.

A Dow estima que a redução do uso de ventilação artificial represente uma economia de 20% no consumo de energia elétrica das edificações.

As tintas produzidas a partir da RHOPLEX™ 2019RX devem ser usadas em regiões de clima moderado, sendo indicadas para todo o continente americano.