O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

Mostrando postagens com marcador Solar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Solar. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

LEDs ainda vão revolucionar o conceito de iluminação - INVISIBLE STREETLIGHT

O Invisible Streetlight emite luz à noite capturando energia solar durante o dia. O elemento mais inovativo do Invisible Streetlight é que ele não precisa de suporte, pois a sua estrutura flexivel, em forma de galho, fica diretamente presa nas árvores ao longo da rua ou estrada. A instalação é simples e pode ser feita em parques, ruas arborizadas, etc. O Invisible Streetlight se camufla entre as folhas e não atrapalha a beleza dos locais onde fica. Genial. Visto aqui.

Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers. Also, Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

More information here.

INVISIBLE STREETLIGHT

clip_image001

Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers, and the Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

Contact:

JONGOH LEE: jojuly79@yahoo.co.kr

Credit:

DESIGNMALL (South Korea)

Client:

 

clip_image002

31 Julho, 2008

Invisible Streetlight

clip_image003

Solar LED Street Lights, a technology meeting all expectations.

Solar LED street lights present the perfect and cost-effective solution for residential streets, parking lots, security, roadways, parking lots and other general area lighting applications.
Solar street lights can be economically viable and efficient in a number of applications, mostly in areas where the cost of providing electricity is expensive or problematic.
Due to their low power consumption and very long life-span, LED street lights are a good alternative to LPS (Low Pressure Sodium) or MH (Metal Halide) lamps.
Unlike LPS lamps that produce a yellow-orange light, Solar street lights using LED technology generate a very powerful and targeted crisp white light of excellent quality, which significantly improves color rendition and night visibility.

clip_image005

Benefits of High Power LEDs:

clip_image007

  • Long life-span
  • Low power consumption
  • Good color rendition
  • Good color temperature
  • Low light pollution
  • High brightness

We design solar street lighting systems that meet your requirements
Check our products range and contact us for any inquiry you may have

More info on solar street lighting

In solar street lighting applications it is crucial to accurately design and calculate the size and type of the different components.
Solar street lights are not of-the-shelf products. Different parameters have to be taken into consideration when designing such systems:

  1. Acquisition and analysis of geographic and climate data for a given area
  2. Required daily lighting hours
  3. Required backup lighting days during overcast weather
  4. System sizing, quantity and selection of the different components (light source, solar panels, batteries, solar controller, and height of pole)

clip_image009

For a free and no obligation initial consultation click here

Once geographic and climate data of your area is obtained, we design your solar street lights system and make sure that it meets your particular requirements.
The objective being to provide enough illumination every night and provisional energy for overcast days, in phase with customer requirements.
The final product is a reliable Solar LED street lights system able to operate every night, for years, with minimum maintenance. Check our products range

clip_image011

An overview on solar street lights

How solar street lights work

sábado, 7 de novembro de 2009

TED Difusão de novas Idéias a um mundo mais sustentavel.

http://www.ted.com/talks/list

Bem-vindo. TEDIndia está acontecendo agora em Mysore, Índia

TED.com Talks catalog

Agora em Mysore, uma lista de oradores surpreendente e os participantes se reuniram durante quatro dias de TEDIndia - o TED primeiro lugar no sul da Ásia. Assista a um FREE transmissão ao vivo do Dia 1 e da sessão de encerramento
Para fotos, notícias, tweets, e mais, Visitar a página TEDIndia

 

Vale apena ver algumas das novas idéias publicadas por pessoas interessantes do mundo.

TEDxSP

Aqui em São Paulo teremos tambem um evento interno

http://www.tedxsaopaulo.com.br/palestrantes/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

DE OLHO NO FUTURO: Cidade do Sol EUA


Sidney Kitson, ex-astro do futebol americano e magnata do setor imobiliário, lança a primeira cidade sustentável dos Estados Unidos - um investimento de US$ 9 bilhões .

http://babcockranchsteering.com/
http://www.babcockranchflorida.com/


ROSENILDO GOMES FERREIRA

A VIDA EM BABCOCK RANCH: ruas arborizadas, ciclovias, energia solar e um amplo complexo de lazer. Tudo por um preço que o americano médio pode pagar.

OS EUROPEUS SEMPRE lideraram o debate sobre sustentabilidade. Na Alemanha e na Noruega, por exemplo, o uso de energia eólica é intensivo. Boa parte dos veículos também roda com biodiesel, extraído de sementes de girassol, ou o etanol feito a partir de beterraba. Mas no que depender do empresário Sidney Kitson, 51 anos, os americanos deverão virar esse jogo em breve. Ele pretende implantar uma megacomunidade totalmente sustentável em Fort Myers, no sudoeste da Flórida. O Babcock Ranch - A Cidade do Amanhã será a jogada mais espetacular da carreira desse veterano astro do futebol americano que brilhou no Dallas Cowboys e fez fortuna no mundo imobiliário. O empreendimento abrigará 50 mil pessoas, que poderão desfrutar de uma vida bucólica em uma área de 7,7 mil hectares, cercada por uma reserva florestal permanente de 29,5 mil hectares, cortada por rios, lagos e igarapés. Lá será possível trabalhar, estudar e se divertir sem ter de perder horas no trânsito. O projeto está orçado em US$ 9 bilhões. Desse montante, US$ 2 bilhões serão gastos em infra-estrutura (esgoto, arruamento, etc.). O dinheiro sairá dos cofres do banco Morgan Stanley e do fundo Washington State Investment Board, sócios do empreendedor. Os US$ 7 bilhões restantes serão aplicados pelos loteadores na construção de casas, edifícios residenciais e de escritórios. A ideia é começar as obras até o final deste ano. As ambições de Kitson são enormes: "Quero colocar a região na liderança das pesquisas sobre energias renováveis. O Babcock Ranch será um laboratório vivo para empresas e pessoas interessadas em desenvolver e praticar um novo estilo de vida", contou Kitson à DINHEIRO. Para viabilizar essa espécie de "Vale do Silício Verde", ele pretende atrair companhias de alta tecnologia, além de dotar a cidade de todo tipo de solução verde.



A começar pela eletricidade. Toda a energia consumida no empreendimento virá da usina solar que será construída pela Florida Power & Light. O contrato assinado no início de abril prevê um investimento de US$ 350 milhões para a geração de 75 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso representa, basta lembrar que o maior projeto do gênero em construção é a Usina de Serpa, em Portugal, que produzirá 11 MW. Para ganhar o título de a maior cidade sustentável do planeta, o Babcock Ranch contará ainda com um programa de reciclagem capaz de dar conta do lixo e do esgoto gerados no local. As casas e os edifícios também terão cobertura vegetal no telhado e calhas para coletar a água da chuva. Isso, no entanto, não significa dizer que haverá espaço apenas para ecologistas de carteirinha. Os veículos movidos a gasolina e diesel não serão banidos. "Em vez de estabelecermos proibições, vamos incentivar o uso de transporte público, além de carros e motocicletas elétricos, instalando pontos de recarga de bateria por todo o complexo", explica. Também será construída uma ciclovia na lateral de todas as ruas e avenidas.

Mesmo com todos esses serviços, digamos, especiais, Kitson garante que a cidade não será uma espécie de megacondomínio apenas para endinheirados. "Um dos pilares da sustentabilidade é que o produto ou serviço seja acessível ao maior número possível de pessoas", ressalta. Isso inclui os prestadores de serviços básicos. Por conta disso, serão construídos casas e edifícios com diversos tipos de metragem, capazes de abrigar desde solteiros e casais sem filhos até famílias numerosas. O preço será fixado por cada construtora ou incorporadora que adquirir os lotes, sem a existência de um piso ou teto. Apesar do otimismo do empresário, resta uma pergunta: os americanos estão preparados para uma mudança tão radical em seu estilo de vida? Kitson garante que sim: "A cada dia, o modo de vida mais sustentável vem conquistando um número maior de adeptos pelo país."

DE OLHO NO FUTURO:
Kitson, dono do projeto, tem como meta criar uma espécie de versão ecológica do Vale do Silício

fonte:revista Isto è dinheiro
http://www.time.com/time/nation/article/0,8599,1890308,00.html

domingo, 12 de abril de 2009

R4House -- Luis de Garrido




A R4House pretende se tornar referência internacional de arquitetura sustentável, já que cumpre de forma exaustiva com todos os indicadores da arquitetura sustentável conhecidos. A habitação tem um consumo energético zero de energias convencionais, e se auto-regula termicamente devido a seu design bioclimático e ao seu ótimo aproveitamento de energia geotérmica e solar. Do mesmo modo, o design e construção foram realizados com a finalidade de reduzir ao máximo o consumo energético, tanto em seu processo de construção, como também em seu processo de “desconstrução”.
Praticamente não se gerou nenhum resíduo na construção. Todos os materiais entregados na obra foram utilizados por completo, de um modo ou outro, até o menor fragmento.
Todos os componentes da habitação foram projetados de forma modular para serem encaixados a seco. Deste modo, e do mesmo modo que ocorre em sua construção, na desmontagem da habitação não se gerará nenhum resíduo, e todas suas peças poderão ser reutilizadas.
A composição das fachadas e interiores da R4House mostra um exemplo do que chamo de “beleza do imperfeito”. O objetivo deste tipo de composição arquitetônica é criar objetos belos, harmônicos e atrativos, mas, ao mesmo tempo, aproveitar ao máximo todo tipo de recursos, e não gerar resíduo algum. Para isso não pode se ficar escravo de uma determinada modulação harmônica compositiva, que, inevitavelmente, produziria resíduos. Em seu lugar, propõe-se a utilização de uma modulação que aproveite ao máximo os materiais e painéis com o formato que saem de fábrica, e que, ao mesmo tempo, se adaptem perfeitamente em um objeto arquitetônico determinado. O resultado é surpreendentemente atrativo.
A estrutura portante da habitação foi realizada à base de contêineres de porto, o qual lhe proporciona flexibilidade, “reutilizabilidade” e baixíssimo custo, que dificilmente se pode conseguir de outro modo.

De onde vem o nome da R4House?

O nome do protótipo demonstra o que se pretende conseguir com o mesmo. A R4House leva em conta quatro “erres”, que sem dúvida se converterão em um símbolo da arquitetura sustentável:

1. Recicla
A habitação está realizada em parte com materiais reciclados e recicláveis. Ou seja, com materiais que foram obtidos de materiais já existentes (modificados mediante um processo industrial em sua estrutura física, química ou mecânica). Por isso foram escolhidas as empresas que fabricam os produtos mais ecológicos do setor da construção. Evidentemente, estes materiais poderão ser reciclados de novo, tantas vezes como se queira, uma vez superado seu ciclo de vida útil nas habitações.

2-Recupera
Parte dos materiais utilizados nas habitações é recuperada, ou seja, foram utilizados materiais que em princípio foram deixados pela sociedade: alguns são resíduos industriais e outros resíduos urbanos. Do mesmo modo, nos protótipos se mostram materiais recuperados mediante um processo industrial (isto é, produtos que a indústria elabora a partir de resíduos), e outros recuperados de forma profissional (como objetos elaborados de forma singular por designers, à base de resíduos). Assim, a construção, em lugar de ser uma ação negativa para o meio ambiente, vira positiva, já que o regenera.

3-Reutiliza
Alguns materiais dos protótipos tiveram um uso anterior e foram novamente reutilizados, fato que diminui ao máximo a energia utilizada na sua construção e evita gerar resíduos.
Tem que se destacar que a habitação foi construída de tal forma que todos seus materiais podem se reutilizar de novo, por completo. Deste modo, os materiais podem se renovar e ser utilizados em outras construções, sem gerar resíduos, com o mínimo consumo energético possível.

4-Raciona
Sem dúvida, o componente mais importante dos quatro. O setor da construção é o de maior inércia de todos os setores produtores de riqueza existentes em nossa sociedade. E quanto à sustentabilidade, se tem algo que é requerido para que esta possa se estabelecer é o processo exaustivo de raciocínio.
A arquitetura sustentável nos obriga a repensar todo o processo de design, construção e gestão de um edificio, com o fim de diminuir seu impacto negativo no meio ambiente. Conseqüentemente, todas as ações que devam se estabelecer como alternativa devem ir encaminhadas com a finalidade de:
- Diminuir as emissões e resíduos gerados;
- Diminuir o consumo energético necessário;
- Otimizar os materiais e recursos utilizados;
- Melhorar o bem-estar e saúde humana;
- Diminuir a manutenção e o custo dos edifícios;

Características mais importantes
O nome do protótipo demonstra o que se pretende conseguir com o mesmo. A R4House leva em conta quatro “erres”, que sem dúvida se converterão em um símbolo da arquitetura sustentável:1.A habitação está realizada em parte com materiais reciclados e recicláveis. Ou seja, com materiais que foram obtidos de materiais já existentes (modificados mediante um processo industrial em sua estrutura física, química ou mecânica). Por isso foram escolhidas as empresas que fabricam os produtos mais ecológicos do setor da construção. Evidentemente, estes materiais poderão ser reciclados de novo, tantas vezes como se queira, uma vez superado seu ciclo de vida útil nas habitações.Parte dos materiais utilizados nas habitações é recuperada, ou seja, foram utilizados materiais que em princípio foram deixados pela sociedade: alguns são resíduos industriais e outros resíduos urbanos. Do mesmo modo, nos protótipos se mostram materiais recuperados mediante um processo industrial (isto é, produtos que a indústria elabora a partir de resíduos), e outros recuperados de forma profissional (como objetos elaborados de forma singular por designers, à base de resíduos). Assim, a construção, em lugar de ser uma ação negativa para o meio ambiente, vira positiva, já que o regenera.Alguns materiais dos protótipos tiveram um uso anterior e foram novamente reutilizados, fato que diminui ao máximo a energia utilizada na sua construção e evita gerar resíduos. Tem que se destacar que a habitação foi construída de tal forma que todos seus materiais podem se reutilizar de novo, por completo. Deste modo, os materiais podem se renovar e ser utilizados em outras construções, sem gerar resíduos, com o mínimo consumo energético possível. Sem dúvida, o componente mais importante dos quatro. O setor da construção é o de maior inércia de todos os setores produtores de riqueza existentes quanto à sustentabilidade, se tem algo que é requerido para que esta possa se estabelecer é o processo exaustivo de raciocínio.A arquitetura sustentável nos obriga a repensar todo o processo de design, construção e gestão de um edificio, com o fim de diminuir seu impacto negativo no meio ambiente. Conseqüentemente, todas as ações que devam se estabelecer como alternativa devem ir encaminhadas com a finalidade de:- Diminuir as emissões e resíduos gerados;- Diminuir o consumo energético necessário;- Otimizar os materiais e recursos utilizados;- Melhorar o bem-estar e saúde humana;- Diminuir a manutenção e o custo dos edifícios;

Dentre as características da R4House, destacam-se:

Construção à base de materiais reciclados, materiais reutilizados e materiais recuperados
A maior parte dos materiais utilizados na construção do protótipo são reutilizados, recuperados e reciclados.
Reutilizados: perfis metálicos da escada, vigas da cobertura inclinada, painéis da cobertura inclinada, ripas do interior dos contêineres, ripas do exterior (antes pallets para o transporte de materiais), elementos decorativos, mobiliário à base de elementos laminares, lâmpada central, paralelepípedos de mármore, eletrodomésticos, sanitários antigos, etc.
Recuperados: contêineres abandonados no porto, lã de ovelha para isolamento, cânhamo, perfilaria metálica, mosaico à base de resíduos de Silestone, mosaico, painéis de fibra de madeira, painéis de aglomerado, recobrimento de cobertura à base de resíduos de vidro, painéis decorativos à base de resíduos de vidro e bolinhas de gude usadas, lavadora, geladeira e forno (reestruturados à base de papelão), mistura de terra à base de resíduos de vidro, etc.
Reciclados: vidro, polietileno e polipropileno de tubos, elementos metálicos, Silestone, mosaico, painéis de zinco, grama artificial, etc.

Estrutura arquitetônica realizada à base de contêineres portuários não mais utilizados
A utilização de contêineres portuários permite conseguir espaços arquitetônicos flexíveis, “relocalizáveis”, ampliáveis e de preço baixo. Deste modo, se for necessário um espaço adicional simplesmente se deve acrescentar ou apoiar um novo contêiner. Além do mais, as habitações podem crescer de acordo com as necessidades reais de espaço de uma família.

Consumo energético zero (Design bioclimático extremo)
Graças ao seu especial design arquitetônico, a casa tem um perfeito comportamento bioclimático e de alta eficiência energética. Isso se deve, entre muitas outras ações, a sua perfeita orientação, sua tipologia arquitetônica, a incorporação de duplas “peles” com câmeras ventiladas, isolamentos ecológicos e lâminas de controle solar, vidros estruturais com serigrafia especial, um sistema de distribuição de ar fresco por captor de ventos e falsos solos.
A habitação se aquece devido a sua estrutura bioclimática: orientação sul, quintal coberto central, efeito estufa, um sistema geotérmico subterrâneo, e um sistema de calefação solar por solo radiante, sem necessidade de apoio (graças a sua altíssima inércia térmica, e à existência do sistema geotérmico). O conjunto de contêineres forma um quintal central que, além de centro de convivência, é o espaço encarregado de distribuir o ar quente no inverno (e o ar fresco em verão).
Do mesmo modo, a habitação se refresca por meio de um sistema captor de ar do norte, um sistema geotérmico subterrâneo de esfriamento do ar, um sistema de distribuição do ar fresco pelos falsos solos das habitações (os mesmos falsos solos dos contêineres), um sistema de extração de ar requentado por efeito chaminé e todo tipo de proteções solares (lamas de zinco e vidros serigrafados).
Assim, a habitação não necessita de nenhum tipo de sistema de ar acondicionado, nem sequer de um sistema de calefação de apoio.

Estrutura arquitetônica flexível
Para responder às necessidades de mudança de uma determinada família, a estrutura arquitetônica proposta é totalmente flexível e os espaços são facilmente renováveis. Esta flexibilidade tem se conseguido devido à utilização de várias estratégias e soluções construtivas diferentes: contêineres de porto, painéis recuperáveis encaixados a seco, solos e tetos desmontáveis, painéis de vidro móveis, sanitários móveis “relocalizáveis”, móveis de cozinha móveis e “relocalizáveis”, instalações de água e eletricidade flexíveis. Deste modo, pode se realizar na estrutura arquitetônica qualquer mudança sem necessidade de fazer nenhum tipo de dobras. Os contêineres podem ser deslocados para se reconfigurar novos espaços simplesmente movendo-os. Claro que existe todo tipo de possibilidades de ampliação de espaços, tão só acrescentando novos contêineres.

Não geração de resíduos na montagem
Na construção do conjunto R4House, praticamente não se geraram resíduos. Isso se deve ao sistema de construção a seco, ao controle da construção, ao sistema flexível de painéis (a beleza do imperfeito), ao controle do material solicitado, e à perfeita otimização dos materiais utilizados.
Só as embalagens dos materiais têm se convertido em resíduos, mesmo que alguns deles tenham sido recuperados para a construção do protótipo (por exemplo, têm se utilizado os pallets do transporte de mercadorias para fazer a estrutura exterior que sujeita os painéis de Trespa).

Reutilização de todos os componentes arquitetônicos
Todas as peças com as quais se construiu a R4House se montaram a seco mediante parafusos, pregos, abraçadeiras, ou simplesmente por pressão. Deste modo, uma vez desmontadas as habitações (superada sua vida útil), todas as peças podem voltar a ser utilizadas na construção de um novo edifício.

Não geração de resíduos na desmontagem
Devido ao sistema de construção empregado, o design de cada componente e os mecanismos de ensamble empregados, na desmontagem (melhor dizendo, todas as desmontagens que possa ter no futuro) da R4House não se gerará nenhum resíduo.

Cobertura inclinada com cobertura à base de retalhos de vidro
A cobertura inclinada tem uma cobertura realizada à base de retalhos de vidro, que sobraram da fabricação dos elementos de vidro da habitação. Deste modo, foram aproveitados ao máximo os painéis de tamanho padrão realizados em fábrica.
Por outro lado, o resultado final proporciona um atrativo considerável à habitação, e simboliza seu alto caráter ecológico.

Cobertura ajardinada de terra de alta eficiência
Para aumentar o grau de bioclimatismo e a inércia térmica do protótipo foi escolhida uma cobertura ajardinada. Além da sua beleza, proporciona um isolamento adicional. No inverno, a cobertura se esfria menos do que uma cobertura tradicional; no verão, o calor é absorvido parcialmente pela capa vegetal, que se esfria por evaporação da umidade que mantém. Igualmente, uma cobertura vegetal proporciona muito mais isolamento sonoro, alonga a vida da impermeabilização, e melhora o micro-clima, ao colaborar na geração do oxigênio consumindo CO2.
Parte da vegetação das coberturas ajardinadas é natural de muito baixo consumo de água, e parte é artificial, fabricada por materiais sadios e recicláveis, que podem ser utilizados como filtro adicional para a colheita das águas de chuva (já que a água passa sucessivamente pela base da grama, a capa de areia e a capa de gravilha).

Integração arquitetônica correta de energias alternativas
Foi realizada uma correta integração formal arquitetônica dos captores solares térmicos e fotovoltaicos. Este ponto é muito importante, já que em muitos projetos do passado, o termo integração arquitetônica tem sido bastante mal utilizado, já que o tipo de módulos e seu posicionamento no edifício tem sido pouco afortunado. Além do mais, mediante a integração arquitetônica da tecnologia solar se deve buscar um valor adicional à geração elétrica, como elegância, impacto visual, proteção e segurança.
A integração arquitetônica não consiste em incluir os captores solares nos elementos arquitetônicos já existentes, e sim, ao contrário, fazer uma arquitetura que, por sua própria sintaxe arquitetônica, integre estes captores em sua posição ótima, de uma forma bela, equilibrada e homogênea. Quer dizer, a integração arquitetônica obriga a criar e utilizar novas regras sintáticas na composição arquitetônica. Na R4House, os captores térmicos estão em perfeita orientação sul, inclinados a 50º, e os captores fotovoltaicos a 30º. O que é adequado para a latitude de Barcelona.

Controle domótico
As funções da habitação estão controladas por um sistema de controle de tecnologia EiBus de última geração que permite mostrar as vantagens de um lar conectado sem as restrições de outros sistemas domóticos.
O sistema foi incorporado para controlar cenários ambientais do protótipo. Assim, o funcionamento das persianas incorporadas nos vidros duplos e os toldos situados ao sul estão perfeitamente coordenados com a regulação das luminárias de baixo consumo energético.
Do mesmo modo, podem ser gerados diferentes cenários lumínicos e ambientais na habitação, dependendo dos desejos concretos dos seus ocupantes (ambiente de leitura, ambiente de comida, ambiente de bate-papo, ambiente de reunião,…).

Iluminação alternativa
A iluminação da R4House se realizou por meio de um sistema de controle que integra luminárias de baixo consumo e leds. Do mesmo modo, se utilizam paredes de vidro transparente iluminadas em seu interior com leds, novos materiais retro-iluminados e o plak’up, material entre a cerâmica e o vidro. Toda a iluminação de emergência foi realizada à base de luminárias de leds.

Utilização de materiais autenticamente ecológicos
Os materiais utilizados foram escolhidos por seu alto valor ecológico. Para a construção do protótipo se escolheram inicialmente um conjunto de materiais possíveis. Entre estes materiais se encontram: chapa de zinco, pedra natural, contrachapado de bambu, painéis de bambu, parquet de bambu, papelão, mosaico, contrachapado de abeto, contrachapado de choupo branco, painéis de polietileno, painéis de gesso-celulose, tintas ecológicas, Silestone, painéis de vidro, lousa, Trespa, terraço contínuo, etc.

Novos painéis sanduíche de vidro, isolantes e transparentes
Foi utilizado um conjunto de 20 painéis pré-fabricados de vidro duplo com uma câmera de 25 mm. Nesta câmera foram introduzidos diferentes tipos de material isolante, e também resíduos. Em concreto: restos de vidro triturado de cores, lã de ovelha tingida, cânhamo colorido, polietileno e inclusive bolinhas de gude usadas.
Estes painéis foram utilizados em três lugares diferentes: recobrimento de paredes interiores, painéis separadores e vidros exteriores.

Calefação solar por solo radiante e radiadores de alta eficiência energética
A habitação dispõe de um sistema altamente efetivo, ecológico e saudável de calefação solar por solo radiante (climatização invisível). Este sistema trabalha com temperaturas muito mais baixas do que os sistemas tradicionais, e por si mesmo significa poupança energética de 20%. Por outro lado, temos que destacar que o sistema está alimentado por um conjunto de captores solares térmicos de última geração e que, além do mais, a energia consumida é de origem exclusivamente solar.

Solução flexível ao problema social de acessibilidade
A R4House pretende mostrar uma resposta ao problema da dificuldade ao aceso a uma habitação.
Com um contêiner de 30 m2 foi projetada uma habitação mínima que pode satisfazer as necessidades de um casal, a um preço baixíssimo. Este contêiner pode se localizar no lugar que se deseje, com um gasto mínimo de ancoragem ao terreno. E o resultado final pode ser considerado como um bem móvel ou imóvel, segundo desejar.
Quando as necessidades espaciais da habitação crescem, simplesmente basta acrescentar mais módulos. Com dois contêineres (60 m2) se obtém uma habitação mais complexa para uma família pequena. Com três contêineres (90 m2) se obtém uma habitação que pode satisfazer as exigências de uma família média em qualquer lugar do mundo. Com mais contêineres se podem ter estruturas de habitação tão complexas como a da R4House, a um preço muito baixo.
E, o melhor, se um membro de uma família desejar se emancipar, simplesmente basta acrescentar um novo módulo ao conjunto, criando uma unidade de convivência básica, na qual o membro da família segue em contacto com o núcleo familiar, mantendo sua independência e intimidade (Este é o caso da estrutura mostrada pela R4House).
Por último, se o núcleo familiar decrescer, simplesmente basta eliminar um módulo do conjunto.
Deste modo, uma família só compra o espaço que realmente necessita, sem necessidade de hipotecar o resto de sua vida.
Com contêineres portuários (o módulos similares) podem ser criadas estruturas mais complexas e de muito maior tamanho, como quarteirões, blocos de habitações ou edifícios em altura.


Crédito:Luis de Garrido
Doutor em arquitetura, formado pela Universidade de Valência (Espanha).

Presidente da Anavif ( Asociación Nacional para la Vivienda del Futuro)

ANAS (Asociación Nacional para la Arquitectura Sostenible )

Green Box -- Luis de Garrido





O próximo dia 20 abril na próxima edição da Construmat 2009, a Associação Nacional de Arquitectura Sustentável (ANAS), juntamente com a Associação Nacional de Habitação do Futuro (ANAVIF) e do Diretório Nacional de Arquitetura de Negócios sustentável (Dinas) apresentará Caixa Verde, um modular habitação, jardins sustentável.

A casa foi projetada pelo arquiteto Luis de Garrido (recentemente escolhido como "Arquiteto do Ano 2008" pela Associação Internacional de Aço Prédio ISBA, e do Instituto de Arquitetos Americam AIA). "A Caixa Verde habitação poderia ser uma referência internacional de arquitetura sustentável, ea forma abrangente que cumpre todos os indicadores de arquitetura sustentável que tenho estabelecido, é também o edifício que mais se aproxime ao meu modelo conceitual de arquitectónico Naturalezas Artificiais" Luis de Garrido diz.

Note-se que apesar do seu ambiente, a habitação é muito económica: Custos de construção de meio convencional habitação (cerca de 550 Euros/m2), para que possa se tornar um modelo construtivo de um novo sistema social e econômico .

Além disso, a habitação tem um consumo energético zero de energias convencionais, a auto-aquecimento, devido à sua concepção bioclimática ea utilização óptima de energia solar e geotérmica. Do mesmo modo, a concepção e construção de habitação foi produzido com o objetivo de minimizar o consumo de energia, tanto no seu processo de construção, e no processo de desmantelamento.

Todos os componentes da habitação foram concebidos de forma modular para montagem seco. Assim, como na sua construção, a sua remoção não será qualquer resíduo, e todas as suas peças podem ser reutilizadas novamente. Com base no exposto, reparar ou substituir cada uma das peças, a habitação tem um infinito ciclo de vida. Isto é, sua vida poderia ser infinita.

A estrutura da casa foi feito de concreto armado pré painéis, painéis sanduíche de madeira-cimento e metal painéis. Tudo com a finalidade de representar, no mesmo edifício, de três módulos prefabricados adequado construção (metais, madeira, concreto).

No entanto, apesar de todas as funcionalidades, sem dúvida, o mais importante e único Livro Caixa é o convés e paisagístico jardim vertical inclinada. Ambos os jardins foram estabelecidos com base em espécies vegetais nativas do Mediterrâneo, o que garante que só precisa de água (só chuva), e sua beleza é permanente, manutenção livre.

O telhado inclinado jardim permite habitação integrada para o ambiente como uma extensão do solo circundante. Em contrapartida, o jardim vertical significa orgulho, e se tornou o padrão identificador da casa. Verticais Este jardim está situado no interior habitação.


Crédito:Luis de Garrido
Doutor em arquitetura, formado pela Universidade de Valência (Espanha).
Presidente da Anavif ( Asociación Nacional para la Vivienda del Futuro) ANAS (Asociación Nacional para la Arquitectura Sostenible )



www.luisdegarrido.com

Aqui tudo se explica:

http://www.luisdegarrido.com/prototipos/greenbox/greenbox/greenbox.pdf

.

sábado, 28 de março de 2009

Geração Energia Solar


Konarka patenteado do Power ® é um plástico fino, leve e muito material flexível que vai servir como um sistema integrado de baixo custo fonte de energia para dispositivos portáteis, em fora-de-rede e sistemas, e às estruturas. Konarka desenvolveu proprietárias semi-condutores polímeros orgânicos que apresentam:
baixo custo,
abundante oferta, e
baixa toxicidade
Poder de plástico tem vantagens distintas em relação à convencional PV tecnologia.

Konarka tem o mais completo portfólio de propriedade intelectual de qualquer 3a geração solar empresa. Nosso portfólio inclui E.U. 120 e 181 patentes estrangeiras e aplicações, abrangendo todos os aspectos da nossa tecnologia única, a partir de materiais para dispositivos, processos e aplicações.
Materiais
Principais classes de condução única polímero orgânico materiais
Dispositivos
Flexível PV dispositivos electrónicos com propriedades adequadas para a integração em uma gama de aplicações
Processes Processos
Coating and printing technologies that dramatically simplify the production of PV material Revestimento e impressão tecnologias que simplificam drasticamente a produção de material PV
Aplicações
Novos pedidos que alavanca flexível, leve, portátil PV material
O nosso mundo de classe e cientistas continuamente expandir essa carteira como novas descobertas são feitas através do nosso rigoroso curso actividades de investigação e desenvolvimento na Europa e os E.U.

. Konarka tem também adquirido através da sua crítica IP estratégica aquisição de Bruxelas e da Siemens Q-OPV actividades de investigação.

http://www.konarka.com/index.php/site/pro_standard_products/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Megacolisão de satélites e uma noção do lixo espacial


Hoje houve uma colisão de dois satélites de comunicação, em cima da Sibéria (a 800 km de distância espaço adentro), no primeiro grande acidente espacial de que se tem notícia. E se, no início do ano, já havia cerca de 17 mil pedaços de lixo artificial em órbita da Terra, agora isso aumentou bem. Além de haver riscos para a Estação Espacial Internacional, missões tripuladas, outros satélites e o telescópio Hubble (será o congestionamento espacial tão grande quanto o do aeroporto de Congonhas?), fico me perguntando: como é que se limpa? Ou não se limpa e pronto?A imagem que reproduzi neste post dá uma dimensão do problema. Embora seja uma ilustração (sem escala, avisam lá), foi feita com base no lixo espacial registrado ANTES da megacolisão de hoje.

fonte: http://hsm.updateordie.com/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Solar water heating and rainwater tower


Holcim Awards 2008 Latin America

  • O projeto brasileiro de uma torre multifuncional compacta, que abriga cisterna para coleta de água de chuva, caixa de água e equipamento coletor solar para aquecimento de água chamou a atenção na Cidade do México. De autoria da arquiteta Maria Andrea Triana e dos engenheiros Roberto Lamberts e Marcio Antonio Andrade, da Universidade Federal de Santa Catarina, o projeto foi considerado uma solução inovadora e econômica para a melhoria da qualidade de vida em áreas urbanas pobres e favelas. O terceiro lugar levou US$ 25 mil
    Menções Honrosas e Next Generation
    Seis candidatos receberam menções honrosas por seus projetos e receberam US$ 5 mil cada. Entre os projetos brasileiros, destaque para projeto de um centro social de saúde para baixo consumo energético, em São Paulo, e a remodelação de um eixo multi-modal de transportes no Rio de Janeiro. Os projetos mexicanos de um parque ecológico capaz de realizar o tratamento das águas fluviais em Morelia e um projeto de saneamento que inclui o tratamento de águas fluviais em Tuxtla Gutiérrez também foram reconhecidos com o prêmio.
    Também receberam menções honrosas a solução para a reconstrução das casas do povoado de San Lorenzo de Tarapacá, no Chile, tombado pelo patrimônio histórico e destruído por um terremoto recente e a criação de um parque linear que demarca e protege a reserva ambiental localizado da serra que rodeia a zona urbana em Bogotá, na Colômbia.
    Neste ano também concorrem pela primeira vez, na categoria Next Generation, projetos de participantes de até 35 anos. O primeiro prêmio foi atribuído ao arquiteto Alberto Ferandez Gonzalez pelo projeto de captação de água para agricultura utilizando uma torre que capta névoa costeira "Camanchaca" que ocorre em Huasco - região costeira desértica no Chile. O 2º prêmio foi atribuído ao projeto integrado Eutropia de habitações de baixo custo em áreas urbanas, dos arquitetos mexicanos Ricardo Julian Vásquez Ochoa e Emilio José García Bidegorry. O Brasil conseguiu o 3° prêmio na categoria com o conceito de utilização de espaços urbanos desocupados para a produção agrícola, do arquiteto Thiago Cintra Pilegi.
    Confira mais detalhes dos projetos vencedores na edição de novembro/08 da revista Téchne

Criação: Maria Andrea Triana, architect, LabEEE-UFSC, Florianópolis, Brazil

Asfalto de estradas e ruas será usado para gerar energia


  • Redação do Site Inovação Tecnológica :14/08/2008

    Pesquisadores descobriram uma forma eficiente de transformar o calor do asfalto de rodovias, ruas e estacionamentos em uma fonte barata e não-poluente de energia. O asfalto, que fica extremamente quente sob o Sol, é utilizado como um coletor térmico da energia solar para gerar eletricidade.
  • Eliminação das "ilhas de calor"

    Além de usar os milhões de quilômetros quadrados de asfalto já disponíveis em rodovias e ruas, gerando eletricidade ou água quente, o projeto ainda beneficia o meio ambiente e a qualidade de vida nas cidades, capturando o calor do asfalto e minimizando um efeito conhecido pelos urbanistas como "ilhas de calor."

    Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram testes em pequena e em larga escala, além de modelos computadorizados, para mensurar o potencial de captura do calor acumulado no asfalto e sua utilização para geração de energia.
  • Água quente e eletricidade

    Os testes utilizaram termopares incorporados no asfalto, para medir a penetração do calor, e canos de cobre, para medir a eficiência com que o calor pode ser transferido para um fluxo de água. A água quente gerada pode ser utilizada diretamente em residências e indústrias, ou ser direcionada para um gerador termoelétrico para produzir eletricidade.

    Outra vantagem verificada durante as pesquisas é que o asfalto retém o calor por várias horas depois que o Sol se pôs, transformando o sistema em uma opção mais eficiente do que as células solares fotovoltaicas.
  • Eficiência e custos

    Testando várias composições de asfalto, os pesquisadores descobriram que a adição de agregados eficientes na condução de calor, como o quartzito, pode aumentar significativamente a absorção do calor do Sol pelas rodovias e ruas. Uma tinta especial também foi avaliada, reduzindo a reflexão da superfície do asfalto e fazendo com que ele absorva ainda mais calor.

    Os pesquisadores estão agora passando para a etapa de avaliação dos custos de implantação do sistema. Para viabilizar economicamente o projeto, eles afirmam que será necessário substituir os tubos de cobre usados na pesquisa por um trocador de calor metálico projetado especificamente para essa tarefa, capaz de capturar a maior quantidade possível de calor do asfalto.

    O trocador de calor será projetado de forma a poder ser incorporado nas rodovias e ruas já existentes durante o seu recapeamento, um processo de recuperação que normalmente ocorre a cada 10 anos de vida útil do asfalto.

    Criação : Prof. Rajib Mallick www.wpi.edu/News/Media/asphaltlanding.html
    Fonte pesquisada :http://www.sciencedaily.com/releases/2008/08/080812135702.htm

  • Equações para os Resultados obtidos nesta pesquisa

Usando as seguintes equações, força e energia para cada um dos experimentos foram calculados.


Energia = c x m x delta T

Potencia = Energia / Tempo

c é o calor específico da água

m é a massa de água

ΔT é a diferença de temperatura da água testada







quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Que tipo de soluções energéticas você utilizaria em seu projeto?


  • Sistema Fotovoltáico

    Os sistemas fotovoltaicos convertem a energia do sol em energia elétrica, a este processo de transformação da luz em eletricidade chama-se efeito fotovoltaíco. Existem alguns tipos de coletores fotovoltaicos e todos requerem pouca manutenção e tem um tempo útil de vida bastante longo, 20 anos ou mais.

    A recente alteração da legislação para o regime de micro produção possibilita o investimento em sistemas fotovoltaicos domésticos para ligação à rede de distribuição de eletricidade, numa oportunidade de negócio muito interessante para os particulares que disponham das condições necessárias para este tipo instalações.

    A legislação permite, sucintamente, que qualquer particular que já possua uma instalação de solar térmico com um mínimo de 2 m2 de captação, se possa propor a vender toda a energia elétrica que consiga produzir através dos coletores solares fotovoltaicos a um preço fixado de 0,65€/kW, tendo como limites uma potência máxima a instalar de 50% da potência contratada à rede, nunca podendo exceder os 3,68 kW.

  • Energia Geotérmica

    O centro da Terra dista aproximadamente 6 400 km da superfície, encontrando-se a uma temperatura que deverá ultrapassar os 5000 ºC. O calor proveniente do centro da Terra é transportado por condução, em direção à superfície, aquecendo as camadas rochosas que constituem o manto.

    A medida que vamos descendo na crosta terrestre a temperatura vai aumentado, logo podemos aproveitar essa energia através de Bombas de calor geotérmicas.

    Os sistemas de bombas de calor podem funcionar a água - água, ar - água ou a ar - ar. Estes aproveitam as diferenças de temperatura entre o solo e o ambiente, fornecendo calor e frio. O sistema é constituído por ligações ao subsolo (tubagens com um fluido no interior) que são enterrados horizontal ou verticalmente no subsolo, bomba de calor que no Inverno remove o calor do solo, concentra-o e fornece-o ao edifício e no Verão o processo é revertido, e um sistema de distribuição constituído por um sistema tradicional de canalizações para transporte de calor ou frio.

    A geotermica, contrariamente a outras energias renováveis, não está dependente das condições atmosféricas (sol, chuva, vento), revelando-se uma fonte estável e com rendimentos impressionantes.

  • Solar Térmica

    A energia solar térmica tem uma importância fundamental e é uma das áreas das energias renováveis com uma maior taxa de crescimento no mundo.

    De todas as formas de energia que consumimos, a energia térmica é das que tem mais peso, quer seja nos nossos lares para águas quentes sanitárias, aquecimento ambiente ou piscinas, quer seja em aplicações industriais, complexos desportivos, ginásios, hotéis, etc.

    A energia do sol é facilmente convertível em energia térmica, com tecnologias completamente amadurecidas, com rendimentos muito elevados e com prazos de retorno do investimento cada vez mais curtos, devido, acima de tudo, ao aumento do preço dos combustíveis.

    Faz, portanto, todo o sentido que aproveitemos essa energia gratuita para diminuirmos a dependência exclusiva de combustíveis fósseis ou eletricidade (da qual a maior parte tem a sua origem nestes combustíveis).

    No seguimento desta lógica, da aplicação das políticas internacionais e dos compromissos assumidos por Portugal, foi recentemente integrado na nossa legislação a obrigatoriedade de instalação de coletores solares térmicos para produção de águas quentes sanitárias em todos edifícios de habitação, através do Decreto-Lei 80/2006-RCCTE.

  • Energia Eólica
    A energia do vento é mais uma fonte de energia de que dispomos e que podemos aproveitar para produzir eletricidade, tanto através dos grandes parques eólicos que todos conhecemos, como através de pequenas instalações de aero geradores de baixa potência para as mais variadas aplicações.

    As turbinas eólicas têm a função de transformar a energia do vento em energia mecânica, que conseqüentemente a transforma em energia elétrica.

  • Frenagem Regenerativa de Elevadores

    Uso de tecnologia frenagem degenerativa, pioneira no Brasil, que transfere a energia dissipada na descida de um elevador para outro que está subindo

    O sistema de frenagem regenerativa permite a utilização de parte da energia devolvida pelo elevador durante seu funcionamento para a rede elétrica interna da edificação, resultando em expressiva economia de energia (em torno de 25% a 35% da energia elétrica consumida pelo elevador será devolvida para a rede elétrica). No sistema convencional, parte da energia da rede elétrica devolvida pelo elevador é dissipada num banco de resistores e transformada em calor. Isso acontece, porque o elevador devolve parte da energia consumida em dois momentos: quando sobe com a cabina abaixo da metade da sua capacidade ou quando desce com a capacidade acima de 50%. Mas, na realidade, essa energia é desperdiçada, pois não há necessidade de aquecer a casa de máquinas, única utilidade para a energia elétrica transformada em calor. A utilização da energia devolvida tanto pode ser para o sistema de elevadores (um consome a energia devolvida pelo outro), ou para a utilização do prédio como um todo (quando todos os elevadores estiverem devolvendo energia ao mesmo tempo). Neste caso, o medidor de energia do prédio vai registrar um menor consumo de energia da concessionária.

  • Uso de Lâmpadas Econômicas

    A prática consiste em se prever em projeto, a utilização preferencial de lâmpadas com grande eficiência e menor consumo de energia.

    Como exemplo pode-se comparar lâmpadas incandescentes que consomem 5 vezes mais do que lâmpadas florescentes tubulares.


    Fonte: Sinersol