O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

domingo, 12 de abril de 2009

R4House -- Luis de Garrido




A R4House pretende se tornar referência internacional de arquitetura sustentável, já que cumpre de forma exaustiva com todos os indicadores da arquitetura sustentável conhecidos. A habitação tem um consumo energético zero de energias convencionais, e se auto-regula termicamente devido a seu design bioclimático e ao seu ótimo aproveitamento de energia geotérmica e solar. Do mesmo modo, o design e construção foram realizados com a finalidade de reduzir ao máximo o consumo energético, tanto em seu processo de construção, como também em seu processo de “desconstrução”.
Praticamente não se gerou nenhum resíduo na construção. Todos os materiais entregados na obra foram utilizados por completo, de um modo ou outro, até o menor fragmento.
Todos os componentes da habitação foram projetados de forma modular para serem encaixados a seco. Deste modo, e do mesmo modo que ocorre em sua construção, na desmontagem da habitação não se gerará nenhum resíduo, e todas suas peças poderão ser reutilizadas.
A composição das fachadas e interiores da R4House mostra um exemplo do que chamo de “beleza do imperfeito”. O objetivo deste tipo de composição arquitetônica é criar objetos belos, harmônicos e atrativos, mas, ao mesmo tempo, aproveitar ao máximo todo tipo de recursos, e não gerar resíduo algum. Para isso não pode se ficar escravo de uma determinada modulação harmônica compositiva, que, inevitavelmente, produziria resíduos. Em seu lugar, propõe-se a utilização de uma modulação que aproveite ao máximo os materiais e painéis com o formato que saem de fábrica, e que, ao mesmo tempo, se adaptem perfeitamente em um objeto arquitetônico determinado. O resultado é surpreendentemente atrativo.
A estrutura portante da habitação foi realizada à base de contêineres de porto, o qual lhe proporciona flexibilidade, “reutilizabilidade” e baixíssimo custo, que dificilmente se pode conseguir de outro modo.

De onde vem o nome da R4House?

O nome do protótipo demonstra o que se pretende conseguir com o mesmo. A R4House leva em conta quatro “erres”, que sem dúvida se converterão em um símbolo da arquitetura sustentável:

1. Recicla
A habitação está realizada em parte com materiais reciclados e recicláveis. Ou seja, com materiais que foram obtidos de materiais já existentes (modificados mediante um processo industrial em sua estrutura física, química ou mecânica). Por isso foram escolhidas as empresas que fabricam os produtos mais ecológicos do setor da construção. Evidentemente, estes materiais poderão ser reciclados de novo, tantas vezes como se queira, uma vez superado seu ciclo de vida útil nas habitações.

2-Recupera
Parte dos materiais utilizados nas habitações é recuperada, ou seja, foram utilizados materiais que em princípio foram deixados pela sociedade: alguns são resíduos industriais e outros resíduos urbanos. Do mesmo modo, nos protótipos se mostram materiais recuperados mediante um processo industrial (isto é, produtos que a indústria elabora a partir de resíduos), e outros recuperados de forma profissional (como objetos elaborados de forma singular por designers, à base de resíduos). Assim, a construção, em lugar de ser uma ação negativa para o meio ambiente, vira positiva, já que o regenera.

3-Reutiliza
Alguns materiais dos protótipos tiveram um uso anterior e foram novamente reutilizados, fato que diminui ao máximo a energia utilizada na sua construção e evita gerar resíduos.
Tem que se destacar que a habitação foi construída de tal forma que todos seus materiais podem se reutilizar de novo, por completo. Deste modo, os materiais podem se renovar e ser utilizados em outras construções, sem gerar resíduos, com o mínimo consumo energético possível.

4-Raciona
Sem dúvida, o componente mais importante dos quatro. O setor da construção é o de maior inércia de todos os setores produtores de riqueza existentes em nossa sociedade. E quanto à sustentabilidade, se tem algo que é requerido para que esta possa se estabelecer é o processo exaustivo de raciocínio.
A arquitetura sustentável nos obriga a repensar todo o processo de design, construção e gestão de um edificio, com o fim de diminuir seu impacto negativo no meio ambiente. Conseqüentemente, todas as ações que devam se estabelecer como alternativa devem ir encaminhadas com a finalidade de:
- Diminuir as emissões e resíduos gerados;
- Diminuir o consumo energético necessário;
- Otimizar os materiais e recursos utilizados;
- Melhorar o bem-estar e saúde humana;
- Diminuir a manutenção e o custo dos edifícios;

Características mais importantes
O nome do protótipo demonstra o que se pretende conseguir com o mesmo. A R4House leva em conta quatro “erres”, que sem dúvida se converterão em um símbolo da arquitetura sustentável:1.A habitação está realizada em parte com materiais reciclados e recicláveis. Ou seja, com materiais que foram obtidos de materiais já existentes (modificados mediante um processo industrial em sua estrutura física, química ou mecânica). Por isso foram escolhidas as empresas que fabricam os produtos mais ecológicos do setor da construção. Evidentemente, estes materiais poderão ser reciclados de novo, tantas vezes como se queira, uma vez superado seu ciclo de vida útil nas habitações.Parte dos materiais utilizados nas habitações é recuperada, ou seja, foram utilizados materiais que em princípio foram deixados pela sociedade: alguns são resíduos industriais e outros resíduos urbanos. Do mesmo modo, nos protótipos se mostram materiais recuperados mediante um processo industrial (isto é, produtos que a indústria elabora a partir de resíduos), e outros recuperados de forma profissional (como objetos elaborados de forma singular por designers, à base de resíduos). Assim, a construção, em lugar de ser uma ação negativa para o meio ambiente, vira positiva, já que o regenera.Alguns materiais dos protótipos tiveram um uso anterior e foram novamente reutilizados, fato que diminui ao máximo a energia utilizada na sua construção e evita gerar resíduos. Tem que se destacar que a habitação foi construída de tal forma que todos seus materiais podem se reutilizar de novo, por completo. Deste modo, os materiais podem se renovar e ser utilizados em outras construções, sem gerar resíduos, com o mínimo consumo energético possível. Sem dúvida, o componente mais importante dos quatro. O setor da construção é o de maior inércia de todos os setores produtores de riqueza existentes quanto à sustentabilidade, se tem algo que é requerido para que esta possa se estabelecer é o processo exaustivo de raciocínio.A arquitetura sustentável nos obriga a repensar todo o processo de design, construção e gestão de um edificio, com o fim de diminuir seu impacto negativo no meio ambiente. Conseqüentemente, todas as ações que devam se estabelecer como alternativa devem ir encaminhadas com a finalidade de:- Diminuir as emissões e resíduos gerados;- Diminuir o consumo energético necessário;- Otimizar os materiais e recursos utilizados;- Melhorar o bem-estar e saúde humana;- Diminuir a manutenção e o custo dos edifícios;

Dentre as características da R4House, destacam-se:

Construção à base de materiais reciclados, materiais reutilizados e materiais recuperados
A maior parte dos materiais utilizados na construção do protótipo são reutilizados, recuperados e reciclados.
Reutilizados: perfis metálicos da escada, vigas da cobertura inclinada, painéis da cobertura inclinada, ripas do interior dos contêineres, ripas do exterior (antes pallets para o transporte de materiais), elementos decorativos, mobiliário à base de elementos laminares, lâmpada central, paralelepípedos de mármore, eletrodomésticos, sanitários antigos, etc.
Recuperados: contêineres abandonados no porto, lã de ovelha para isolamento, cânhamo, perfilaria metálica, mosaico à base de resíduos de Silestone, mosaico, painéis de fibra de madeira, painéis de aglomerado, recobrimento de cobertura à base de resíduos de vidro, painéis decorativos à base de resíduos de vidro e bolinhas de gude usadas, lavadora, geladeira e forno (reestruturados à base de papelão), mistura de terra à base de resíduos de vidro, etc.
Reciclados: vidro, polietileno e polipropileno de tubos, elementos metálicos, Silestone, mosaico, painéis de zinco, grama artificial, etc.

Estrutura arquitetônica realizada à base de contêineres portuários não mais utilizados
A utilização de contêineres portuários permite conseguir espaços arquitetônicos flexíveis, “relocalizáveis”, ampliáveis e de preço baixo. Deste modo, se for necessário um espaço adicional simplesmente se deve acrescentar ou apoiar um novo contêiner. Além do mais, as habitações podem crescer de acordo com as necessidades reais de espaço de uma família.

Consumo energético zero (Design bioclimático extremo)
Graças ao seu especial design arquitetônico, a casa tem um perfeito comportamento bioclimático e de alta eficiência energética. Isso se deve, entre muitas outras ações, a sua perfeita orientação, sua tipologia arquitetônica, a incorporação de duplas “peles” com câmeras ventiladas, isolamentos ecológicos e lâminas de controle solar, vidros estruturais com serigrafia especial, um sistema de distribuição de ar fresco por captor de ventos e falsos solos.
A habitação se aquece devido a sua estrutura bioclimática: orientação sul, quintal coberto central, efeito estufa, um sistema geotérmico subterrâneo, e um sistema de calefação solar por solo radiante, sem necessidade de apoio (graças a sua altíssima inércia térmica, e à existência do sistema geotérmico). O conjunto de contêineres forma um quintal central que, além de centro de convivência, é o espaço encarregado de distribuir o ar quente no inverno (e o ar fresco em verão).
Do mesmo modo, a habitação se refresca por meio de um sistema captor de ar do norte, um sistema geotérmico subterrâneo de esfriamento do ar, um sistema de distribuição do ar fresco pelos falsos solos das habitações (os mesmos falsos solos dos contêineres), um sistema de extração de ar requentado por efeito chaminé e todo tipo de proteções solares (lamas de zinco e vidros serigrafados).
Assim, a habitação não necessita de nenhum tipo de sistema de ar acondicionado, nem sequer de um sistema de calefação de apoio.

Estrutura arquitetônica flexível
Para responder às necessidades de mudança de uma determinada família, a estrutura arquitetônica proposta é totalmente flexível e os espaços são facilmente renováveis. Esta flexibilidade tem se conseguido devido à utilização de várias estratégias e soluções construtivas diferentes: contêineres de porto, painéis recuperáveis encaixados a seco, solos e tetos desmontáveis, painéis de vidro móveis, sanitários móveis “relocalizáveis”, móveis de cozinha móveis e “relocalizáveis”, instalações de água e eletricidade flexíveis. Deste modo, pode se realizar na estrutura arquitetônica qualquer mudança sem necessidade de fazer nenhum tipo de dobras. Os contêineres podem ser deslocados para se reconfigurar novos espaços simplesmente movendo-os. Claro que existe todo tipo de possibilidades de ampliação de espaços, tão só acrescentando novos contêineres.

Não geração de resíduos na montagem
Na construção do conjunto R4House, praticamente não se geraram resíduos. Isso se deve ao sistema de construção a seco, ao controle da construção, ao sistema flexível de painéis (a beleza do imperfeito), ao controle do material solicitado, e à perfeita otimização dos materiais utilizados.
Só as embalagens dos materiais têm se convertido em resíduos, mesmo que alguns deles tenham sido recuperados para a construção do protótipo (por exemplo, têm se utilizado os pallets do transporte de mercadorias para fazer a estrutura exterior que sujeita os painéis de Trespa).

Reutilização de todos os componentes arquitetônicos
Todas as peças com as quais se construiu a R4House se montaram a seco mediante parafusos, pregos, abraçadeiras, ou simplesmente por pressão. Deste modo, uma vez desmontadas as habitações (superada sua vida útil), todas as peças podem voltar a ser utilizadas na construção de um novo edifício.

Não geração de resíduos na desmontagem
Devido ao sistema de construção empregado, o design de cada componente e os mecanismos de ensamble empregados, na desmontagem (melhor dizendo, todas as desmontagens que possa ter no futuro) da R4House não se gerará nenhum resíduo.

Cobertura inclinada com cobertura à base de retalhos de vidro
A cobertura inclinada tem uma cobertura realizada à base de retalhos de vidro, que sobraram da fabricação dos elementos de vidro da habitação. Deste modo, foram aproveitados ao máximo os painéis de tamanho padrão realizados em fábrica.
Por outro lado, o resultado final proporciona um atrativo considerável à habitação, e simboliza seu alto caráter ecológico.

Cobertura ajardinada de terra de alta eficiência
Para aumentar o grau de bioclimatismo e a inércia térmica do protótipo foi escolhida uma cobertura ajardinada. Além da sua beleza, proporciona um isolamento adicional. No inverno, a cobertura se esfria menos do que uma cobertura tradicional; no verão, o calor é absorvido parcialmente pela capa vegetal, que se esfria por evaporação da umidade que mantém. Igualmente, uma cobertura vegetal proporciona muito mais isolamento sonoro, alonga a vida da impermeabilização, e melhora o micro-clima, ao colaborar na geração do oxigênio consumindo CO2.
Parte da vegetação das coberturas ajardinadas é natural de muito baixo consumo de água, e parte é artificial, fabricada por materiais sadios e recicláveis, que podem ser utilizados como filtro adicional para a colheita das águas de chuva (já que a água passa sucessivamente pela base da grama, a capa de areia e a capa de gravilha).

Integração arquitetônica correta de energias alternativas
Foi realizada uma correta integração formal arquitetônica dos captores solares térmicos e fotovoltaicos. Este ponto é muito importante, já que em muitos projetos do passado, o termo integração arquitetônica tem sido bastante mal utilizado, já que o tipo de módulos e seu posicionamento no edifício tem sido pouco afortunado. Além do mais, mediante a integração arquitetônica da tecnologia solar se deve buscar um valor adicional à geração elétrica, como elegância, impacto visual, proteção e segurança.
A integração arquitetônica não consiste em incluir os captores solares nos elementos arquitetônicos já existentes, e sim, ao contrário, fazer uma arquitetura que, por sua própria sintaxe arquitetônica, integre estes captores em sua posição ótima, de uma forma bela, equilibrada e homogênea. Quer dizer, a integração arquitetônica obriga a criar e utilizar novas regras sintáticas na composição arquitetônica. Na R4House, os captores térmicos estão em perfeita orientação sul, inclinados a 50º, e os captores fotovoltaicos a 30º. O que é adequado para a latitude de Barcelona.

Controle domótico
As funções da habitação estão controladas por um sistema de controle de tecnologia EiBus de última geração que permite mostrar as vantagens de um lar conectado sem as restrições de outros sistemas domóticos.
O sistema foi incorporado para controlar cenários ambientais do protótipo. Assim, o funcionamento das persianas incorporadas nos vidros duplos e os toldos situados ao sul estão perfeitamente coordenados com a regulação das luminárias de baixo consumo energético.
Do mesmo modo, podem ser gerados diferentes cenários lumínicos e ambientais na habitação, dependendo dos desejos concretos dos seus ocupantes (ambiente de leitura, ambiente de comida, ambiente de bate-papo, ambiente de reunião,…).

Iluminação alternativa
A iluminação da R4House se realizou por meio de um sistema de controle que integra luminárias de baixo consumo e leds. Do mesmo modo, se utilizam paredes de vidro transparente iluminadas em seu interior com leds, novos materiais retro-iluminados e o plak’up, material entre a cerâmica e o vidro. Toda a iluminação de emergência foi realizada à base de luminárias de leds.

Utilização de materiais autenticamente ecológicos
Os materiais utilizados foram escolhidos por seu alto valor ecológico. Para a construção do protótipo se escolheram inicialmente um conjunto de materiais possíveis. Entre estes materiais se encontram: chapa de zinco, pedra natural, contrachapado de bambu, painéis de bambu, parquet de bambu, papelão, mosaico, contrachapado de abeto, contrachapado de choupo branco, painéis de polietileno, painéis de gesso-celulose, tintas ecológicas, Silestone, painéis de vidro, lousa, Trespa, terraço contínuo, etc.

Novos painéis sanduíche de vidro, isolantes e transparentes
Foi utilizado um conjunto de 20 painéis pré-fabricados de vidro duplo com uma câmera de 25 mm. Nesta câmera foram introduzidos diferentes tipos de material isolante, e também resíduos. Em concreto: restos de vidro triturado de cores, lã de ovelha tingida, cânhamo colorido, polietileno e inclusive bolinhas de gude usadas.
Estes painéis foram utilizados em três lugares diferentes: recobrimento de paredes interiores, painéis separadores e vidros exteriores.

Calefação solar por solo radiante e radiadores de alta eficiência energética
A habitação dispõe de um sistema altamente efetivo, ecológico e saudável de calefação solar por solo radiante (climatização invisível). Este sistema trabalha com temperaturas muito mais baixas do que os sistemas tradicionais, e por si mesmo significa poupança energética de 20%. Por outro lado, temos que destacar que o sistema está alimentado por um conjunto de captores solares térmicos de última geração e que, além do mais, a energia consumida é de origem exclusivamente solar.

Solução flexível ao problema social de acessibilidade
A R4House pretende mostrar uma resposta ao problema da dificuldade ao aceso a uma habitação.
Com um contêiner de 30 m2 foi projetada uma habitação mínima que pode satisfazer as necessidades de um casal, a um preço baixíssimo. Este contêiner pode se localizar no lugar que se deseje, com um gasto mínimo de ancoragem ao terreno. E o resultado final pode ser considerado como um bem móvel ou imóvel, segundo desejar.
Quando as necessidades espaciais da habitação crescem, simplesmente basta acrescentar mais módulos. Com dois contêineres (60 m2) se obtém uma habitação mais complexa para uma família pequena. Com três contêineres (90 m2) se obtém uma habitação que pode satisfazer as exigências de uma família média em qualquer lugar do mundo. Com mais contêineres se podem ter estruturas de habitação tão complexas como a da R4House, a um preço muito baixo.
E, o melhor, se um membro de uma família desejar se emancipar, simplesmente basta acrescentar um novo módulo ao conjunto, criando uma unidade de convivência básica, na qual o membro da família segue em contacto com o núcleo familiar, mantendo sua independência e intimidade (Este é o caso da estrutura mostrada pela R4House).
Por último, se o núcleo familiar decrescer, simplesmente basta eliminar um módulo do conjunto.
Deste modo, uma família só compra o espaço que realmente necessita, sem necessidade de hipotecar o resto de sua vida.
Com contêineres portuários (o módulos similares) podem ser criadas estruturas mais complexas e de muito maior tamanho, como quarteirões, blocos de habitações ou edifícios em altura.


Crédito:Luis de Garrido
Doutor em arquitetura, formado pela Universidade de Valência (Espanha).

Presidente da Anavif ( Asociación Nacional para la Vivienda del Futuro)

ANAS (Asociación Nacional para la Arquitectura Sostenible )

Green Box -- Luis de Garrido





O próximo dia 20 abril na próxima edição da Construmat 2009, a Associação Nacional de Arquitectura Sustentável (ANAS), juntamente com a Associação Nacional de Habitação do Futuro (ANAVIF) e do Diretório Nacional de Arquitetura de Negócios sustentável (Dinas) apresentará Caixa Verde, um modular habitação, jardins sustentável.

A casa foi projetada pelo arquiteto Luis de Garrido (recentemente escolhido como "Arquiteto do Ano 2008" pela Associação Internacional de Aço Prédio ISBA, e do Instituto de Arquitetos Americam AIA). "A Caixa Verde habitação poderia ser uma referência internacional de arquitetura sustentável, ea forma abrangente que cumpre todos os indicadores de arquitetura sustentável que tenho estabelecido, é também o edifício que mais se aproxime ao meu modelo conceitual de arquitectónico Naturalezas Artificiais" Luis de Garrido diz.

Note-se que apesar do seu ambiente, a habitação é muito económica: Custos de construção de meio convencional habitação (cerca de 550 Euros/m2), para que possa se tornar um modelo construtivo de um novo sistema social e econômico .

Além disso, a habitação tem um consumo energético zero de energias convencionais, a auto-aquecimento, devido à sua concepção bioclimática ea utilização óptima de energia solar e geotérmica. Do mesmo modo, a concepção e construção de habitação foi produzido com o objetivo de minimizar o consumo de energia, tanto no seu processo de construção, e no processo de desmantelamento.

Todos os componentes da habitação foram concebidos de forma modular para montagem seco. Assim, como na sua construção, a sua remoção não será qualquer resíduo, e todas as suas peças podem ser reutilizadas novamente. Com base no exposto, reparar ou substituir cada uma das peças, a habitação tem um infinito ciclo de vida. Isto é, sua vida poderia ser infinita.

A estrutura da casa foi feito de concreto armado pré painéis, painéis sanduíche de madeira-cimento e metal painéis. Tudo com a finalidade de representar, no mesmo edifício, de três módulos prefabricados adequado construção (metais, madeira, concreto).

No entanto, apesar de todas as funcionalidades, sem dúvida, o mais importante e único Livro Caixa é o convés e paisagístico jardim vertical inclinada. Ambos os jardins foram estabelecidos com base em espécies vegetais nativas do Mediterrâneo, o que garante que só precisa de água (só chuva), e sua beleza é permanente, manutenção livre.

O telhado inclinado jardim permite habitação integrada para o ambiente como uma extensão do solo circundante. Em contrapartida, o jardim vertical significa orgulho, e se tornou o padrão identificador da casa. Verticais Este jardim está situado no interior habitação.


Crédito:Luis de Garrido
Doutor em arquitetura, formado pela Universidade de Valência (Espanha).
Presidente da Anavif ( Asociación Nacional para la Vivienda del Futuro) ANAS (Asociación Nacional para la Arquitectura Sostenible )



www.luisdegarrido.com

Aqui tudo se explica:

http://www.luisdegarrido.com/prototipos/greenbox/greenbox/greenbox.pdf

.

sábado, 28 de março de 2009

Geração Energia Solar


Konarka patenteado do Power ® é um plástico fino, leve e muito material flexível que vai servir como um sistema integrado de baixo custo fonte de energia para dispositivos portáteis, em fora-de-rede e sistemas, e às estruturas. Konarka desenvolveu proprietárias semi-condutores polímeros orgânicos que apresentam:
baixo custo,
abundante oferta, e
baixa toxicidade
Poder de plástico tem vantagens distintas em relação à convencional PV tecnologia.

Konarka tem o mais completo portfólio de propriedade intelectual de qualquer 3a geração solar empresa. Nosso portfólio inclui E.U. 120 e 181 patentes estrangeiras e aplicações, abrangendo todos os aspectos da nossa tecnologia única, a partir de materiais para dispositivos, processos e aplicações.
Materiais
Principais classes de condução única polímero orgânico materiais
Dispositivos
Flexível PV dispositivos electrónicos com propriedades adequadas para a integração em uma gama de aplicações
Processes Processos
Coating and printing technologies that dramatically simplify the production of PV material Revestimento e impressão tecnologias que simplificam drasticamente a produção de material PV
Aplicações
Novos pedidos que alavanca flexível, leve, portátil PV material
O nosso mundo de classe e cientistas continuamente expandir essa carteira como novas descobertas são feitas através do nosso rigoroso curso actividades de investigação e desenvolvimento na Europa e os E.U.

. Konarka tem também adquirido através da sua crítica IP estratégica aquisição de Bruxelas e da Siemens Q-OPV actividades de investigação.

http://www.konarka.com/index.php/site/pro_standard_products/

segunda-feira, 23 de março de 2009

Declaração Universal dos Direitos da Água - 22/03



Dia Mundial da Água
Você tem direito à água. Mas a água também tem os
Você tem direito à água. Mas a água também tem os seus direitos.


Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região,
cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou
humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura
ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal
qual é estipulado no Art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito
limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos.
Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da
vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos,
por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo
aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação
moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que
ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do
mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização
deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de
esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para
todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem
nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de
ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de
sua distribuição desigual sobre a Terra.
De toda a água existente no nosso planeta,
apenas 0,3% é renovável e apropriada para o consumo.


Boletim bimestral dirigido aos grandes consumidores Sabesp.
Edição especial - março 2009 - contato: especial.centro@sabesp.com.br

sábado, 7 de março de 2009

Sustentabilidade ambiental: Avaliação do Ciclo de Vida do Produto

Por Eloy Fenker (1)
Sabe-se que tudo que é matéria provém da natureza e a ela volta. Da mesma forma, tudo que é produzido nas empresas. Por isso, é fundamental que o planejamento e produção contemple uma análise do ciclo de vida do produto. O custo total de produção de um produto deveria contemplar todos os custos do ciclo de vida, em toda a cadeia de valor, que inclui a extração, transformação, transporte, uso, reuso, manutenção, reciclo, retorno e deposição final.
Os custos ambientais vêm crescendo sistematicamente em função de exigências legais e sociais e por isso mesmo, sua identificação, mensuração, evidenciação e gestão passam a ser fator crítico de sucesso das empresas. Uma das ferramentas atualmente indicadas para entender o efeito financeiro e ambiental sobre produtos e serviços é a Avaliação do Ciclo de Vida - ACD (Life Cycle Assesment- LCA) .
Esta avaliação visa identificar todos custos e benefícios internos e externos associados com o produto ou atividade, através dos estágios de sua vida, para a empresa e para a sociedade. A gestão dos custos ambientais está associada aos impactos da atividade, que são identificados através de direcionadores de atividades e direcionadores de custos, característicos dos sistemas de custeio por atividade (Activity-based costing- ABC). Os custos de um produto envolvem a produção passada, presente e futura, em todo o seu ciclo de vida, logo, uma adequada avaliação permitirá gerir os custos presentes e futuros e, com isso, sua otimização.
No processo de avaliação, estão incluídos todos os participantes diretos da cadeia de valor, como os fornecedores e consumidores, e aqueles indiretamente interessados no desempenho ambiental da cadeia de valor, os stakeholders ambientais, incluindo-se entre eles governos, sociedade, ambientalistas, comunidade, vizinhança, população em geral e até as gerações futuras, conforme proposto pela ONU, no conceito de desenvolvimento sustentável.
O cumprimento da legislação ambiental já não é o objetivo maior das empresas: este é o mínimo a que elas são obrigadas. A eco-eficiência, termo que sintetiza economia ambiental, permite, conhecido o ciclo de vida do produto e os efeitos presente e futuros, as atividades e os direcionadores de custos, minimizar os custos ambientais internos e externos e ao mesmo tempo gerar economias. Como exemplo, cada vez mais as empresas serão obrigadas a receber e destinar o retorno de produtos ou embalagens. Isto gera custos de transporte, armazenagem, tratamento e deposição. Com isto, têm os gestores um desafio que consiste: a) de um lado, produzir de forma a poder reutilizar o máximo possível dos componentes e b) minimizar o uso de componentes de itens não reutilizáveis, como forma de também reduzir o custo de sua deposição. Este processo, denominado 3R, consiste em Reduzir, Reusar (ou remanufaturar), Reciclar, como forma de preservar a natureza e ao mesmo obter ganhos financeiros presentes e futuros.
Uma terceira dimensão a ser considerada no processo decisório, consiste numa atuação ética e socialmente responsável. Uma vez que as empresas desempenham suas atividades visando atender necessidade sociais, e recebem autorização social para atuar, são eticamente responsáveis por corresponder aos anseios, crenças e valores desta mesma sociedade, consubstanciados no atendimento de suas aspirações maiores de qualidade de vida e garantia de futuro sustentável. Desta forma, os custos de atendimento a estas necessidades correspondem a investimentos intangíveis de sustentabilidade. É função dos administradores incorporar nas organizações os valores éticos, as crenças e valores da sociedade, como única forma de se manterem competitivos de forma sustentável. Empresas que não aderirem a este novo paradigma econômico-sócio-ambiental - Triple Bottom Line têm seu futuro comprometido.
Para sucesso de uma política de atuação ambiental responsável, é imprescindível, alem de incorporar ética e valores ambientais nas estratégias e nos manuais da empresa, ou nos sites de internet, sua implementação efetiva, com a participação ativa de todas as pessoas, incluindo direção e empregados. Este processo deve permear todos os níveis hierárquicos e todas as atividades, e a todo o dia. Nas reuniões, nos debates, nas pesquisas, nos projetos, na produção, nas avaliações, a questão ambiental deve ser tema obrigatório. Todos precisam ser incentivados a encontrar formas de atender aos objetivos da eco-eficiência, recebendo recompensas materiais e salariais pelo desempenho e economias assim gerados, sem o que as intenções não passam de manifestações formais, que acabam corroendo a credibilidade da organização junto ao público interno e também externo, com prejuízos intangíveis que podem comprometer a competitividade, a imagem e, conseqüentemente, a sustentabilidade a longo prazo.
A implementação de uma estratégia corporativa de sustentabilidade ambiental poderia contemplar os seguintes passos:
a) Definir e adotar uma estratégia ambiental, incorporada à estratégia geral ( sugere-se a inclusão desta dimensão no Balanced Scorecad - BSC);b) Alinhar toda organização, em todos níveis, à estratégia;c) Identificar e mensurar os efeitos ambientais, incluindo custos e benefícios em toda a atividade e ciclo de vida do produto e cadeia de valor;d) Relacionar as atividades relacionadas com consumo de recursos naturais e seus impactos ambientais positivos ou negativos;e) Integrar todas as os efeitos ambientais presentes e futuros (custos e beneficios) em todas as decisões, tais como desenvolvimento, custo, produção, distribuição, preço de venda, uso, pós-uso, investimentos de capital, etc.f) Integrar as análises financeiras (custo/benefício, retorno etc.) e de risco em todas avaliações e decisões ambientais;g) Adotar um programa de incentivo e recompensas aos funcionários em função do desempenho ambiental;h) Integrar os relatórios de análise de desempenho ambiental com os demais relatórios de desempenho estratégico;i) Preparar e divulgar relatórios de desempenho a todo o público interno e externo;j) Manter um acompanhamento sistemático em toda a empresa, em todos os níveis, dos efeitos das decisões em matéria ambiental de forma a atualizar as estratégias e manter o alinhamento, adequando ao cumprimento das metas ambientais. A inovação contínua em matéria ambiental deve ser incorporada ao um programa geral de melhoria contínua.
Baseado em artigo de Marc J.Epstein Business Horizons Set./Out. 1996

quinta-feira, 5 de março de 2009

TRANSITO : Imagem para pensar !!!


Amazonas desenvolve projeto para produzir telhado ecológico de qualidade e baixo custo


Manaus - Com o apoio do Programa Pappe Subvenção, empresa do Amazonas busca aumentar a qualidade da telha ecológica produzida a partir da reutilização de garrafas PET e reduzir em até 60% os custo de construção de um telhado. Imagine construir um telhado de uma casa com um produto de qualidade e durabilidade comprovadas em laboratório, que ao mesmo tempo contribui para a preservação do meio ambiente e custa 60% menos que o valor de um telhado convencional. Isso é o que a empresa amazonense Telha Leve – LM da Amazônia pretende desenvolver com o projeto “Inovação de processos de reciclagem de garrafas PET (Politereftalato de etileno) para aplicação em sistemas de cobertura ecológica”, com financiamento do Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Micro e Pequenas Empresa (Pappe Subvenção Finep AM), primeira edição (2008).
O programa, que consiste em apoiar, com recursos financeiros não-reembolsáveis, micro e pequenas empresas interessadas no desenvolvimento de produtos e processos inovadores, é desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), com apoio da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sect), da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Seplan), da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/AM).
Para o proprietário da empresa, Luis Antonio Pereira Formariz, a questão da reciclagem é importante em todo o mundo, e o Brasil está atrasado nesse campo. “Por conta desse atraso, a nossa empresa, que é a única no País a trabalhar o telhado ecológico, procura transformar o que seria lixo em um produto útil. Para isso, mantemos cerca de 40 pontos de coleta de garrafas PET, em Manaus nos quais procuramos fazer a coleta seletiva para obter um material limpo, puro e o mais importantes proporcionando um retorno social importante”, revela Luis.
Atualmente a empresa recolhe, apenas por meio da coleta seletiva, aproximadamente 13 toneladas de garrafas PET por semana, material que seria despejado no meio ambiente, mas que é transformado em telhas de plástico e tubos de rede esgoto similar ao PVC.
Para produzir a telha leve ou telha ecológica, a empresa promove o processo inverso ao necessário para se obter a telha de barro produzida com argila. “Ao invés de degradar o meio ambiente para conseguir a matéria prima, a empresa está contribuindo para a preservação do mesmo, retirando Pets que levariam anos para se decompor na natureza e que prejudicariam o meio ambiente em diversos aspectos”, ressalta o consultor Edmar Lopes Magalhães, da Seplan, que esteve na empresa juntamente com os consultores da Fapeam durante a visita técnica realizada pelo Comitê Gestor do Programa Pappe Subvenção para acompanhar a aplicação dos recursos já liberados para a execução do projeto.
PAPPE
O Pappe está contribuindo em duas áreas importantes da empresa, uma delas diz respeito ao aumento da qualidade do produto. Para isso amostras foram enviadas a uma universidade de São Paulo para a realização de testes. “A necessidade de analisar e ampliar a qualidade do produto é fundamental para que a telha tenha uma vida útil mais longa e garanta aos usuários os mesmos resultados obtidos com outros materiais. Hoje é mais econômico para nós executar alguns testes de durabilidade, resistência e flexibilidade na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar- SP), mas alguns estudos também serão feitos em Manaus”, explica o proprietário da empresa.
A outra vertente do projeto, que está dependendo da assinatura de um convênio com a Fundação de Apoio Institucional Rio Solimões (UniSol/Ufam), prevê o desenvolvimento de um telhado para casas populares. A proposta é acabar com a estrutura pesada do telhado e conseqüentemente, baixar o custo final da cobertura pronta, substituindo telhas de barro e madeira por uma estrutura metálica, cabos de aço e a telha leve.
Mesmo antes da assinatura do convênio, a empresa já se antecipou e expõe diversos experimentos que mostram a idéia. A expectativa é quem, no futuro, o interessado compre um telhado informando o tamanho da cobertura e a empresa vai entregue o produto acabado em módulos, de acordo com a necessidade de cada cliente e até 60% mais barato. O preço de um telhado que atualmente chega a R$ 10 mil nos padrões atuais, por exemplo, cairia para R$ 3,5 mil.
“Esse projeto está sendo imprescindível tanto para a melhoria da qualidade do produto final quanto para a possibilidade de ampliação de clientes interessados num produto mais barato. Nosso maior interesse hoje é viabilizar um produto para que possamos contribuir com a construção de casas populares”, finaliza Luiz Formariz.
As visitas técnicas às empresas que recebem financiamento do Pappe/Subvenção continuam nesta semana em Itacoatiara e no Careiro, ambos municípios do interior do Amazonas.
Ulysses Varela – Agência Fapeam
fonte: CONFAP - Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo e Pesquisa