O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sustainability and PCI

Sustainability Home 

Sustainability is a critical issue facing the built environment. The precast concrete industry realizes that it can be part of the solution to the greatest engineering challenge of our times. This short video highlights some of the work of the PCI Sustainability Committee on the topic of sustainability.

 

Sustainability and PCI

The PCI Board of Directors approved the formation of the PCI Sustainability Committee in October 2006 because it recognized the importance of charting a strategic course for the future of the industry.

Those in the precast/prestressed concrete industry realize they must continuously improve their products and processes and contribute to sustained life on our planet.

This new committee is poised to develop strategies to elevate the knowledge base of PCI members as well as lead the sustainable world with innovative and integrated products and processes. In a series of meetings and strategic planning sessions, the committee has begun defining precast concrete's potential role in a sustainable future.

Click here to see a short video of committee members discussing sustainability and the precast/prestressed concrete industry.

Precast Concrete's Potential Contribution to LEED
PDFtable_5_4_3.pdf (72kb, PDF file)

A Guide to Designing with Precast/Prestressed Concrete was designed for easy reference to all information about precast concrete required by building developers, architects, engineers, and others on the construction team. The manual provides a summary of available documentation and information available from the Precast/Prestressed Concrete Institute (PCI).

The manual is divided into chapters that provide a comprehensive overview of all aspects of the building process in which

http://www.pci.org/intro.cfm

If you are a PCI member, visit the PCI Committee pages

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Aula de um Mestre paraninfo - Engenheiros

aulademestre

O professor da PUC / Rio de Janeiro, Jorge Ferreira, deu uma última aula para seus ex-alunos, em 16 de dezembro de 2008. Diante de uma platéia de formandos, acompanhados de seus pais, o professor paraninfo da turma discursou sobre o Brasil.

Leia o que disse o Prof. Jorge Ferreira

“Ilustríssimos Colegas da Mesa, Senhor Presidente, meus queridos alunos, Senhoras e Senhores.
Para mim é um privilégio ter sido escolhido paraninfo desta turma. Esta é como se fôra a última aula do curso. O último encontro, que já deixa saudades. Um momento festivo, mas também de reflexão.

Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de direito, talvez eu falasse a importância do advogado que defende a justiça e não apenas o réu. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de medicina, talvez eu falasse da importância do médico que coloca o amor ao próximo acima dos seus lucros profissionais. Mas, como sou paraninfo de uma turma de engenheiros, vou falar da importância do engenheiro para o desenvolvimento do Brasil.

Para começar, vamos falar de bananas e do doce de banana, que eu vou chamar de bananada especial, inventada (ou projetada) pela nossa vovozinha lá em casa, depois que várias receitas prontas não deram certo.

É isso mesmo. Para entendermos a importância do engenheiro vamos falar de bananas, bananadas e vovó.

A banana é um recurso natural, que não sofreu nenhuma transformação.

A bananada é =    a banana +   outros ingredientes +

a energia térmica  fornecida pelo fogão + o trabalho da vovó...

e +

o conhecimento, ou tecnologia da vovó.

A bananada é um produto pronto, que eu vou chamar de riqueza.

E a vovó?

Bem, a vovó é a dona do conhecimento, uma espécie de engenheira da culinária.

Agora, vamos supor que a banana e a bananada sejam vendidas.

Um quilo de banana custa um real.

Já um quilo da bananada custa cinco reais.

Por que essa diferença de preços?

Porque quando nós colhemos um cacho de bananas na bananeira, criamos apenas um emprego: o de colhedor de bananas.

Agora, quando a vovó, ou a indústria, faz a bananada, ela cria empregos na indústria do açúcar, da cana-de-açúcar, do gás de cozinha, na indústria de fogões, de panelas, de colheres e até na de embalagens, porque tudo isto é necessário para se fabricar a bananada.

Resumindo, 1kg de bananada é mais caro do que 1kg de banana porque a bananada é igual banana mais tecnologia agregada, e a sua fabricação criou mais empregos do que simplesmente colher o cacho de bananas da bananeira.

Agora vamos falar de outro exemplo que acontece no dia-a-dia no comércio mundial de mercadorias.

Em média: 1kg de soja custa US$ 0,10 (dez centavos de dólar), 1kg de automóvel custa US$ 10, isto é, 100 vezes mais, 1kg de aparelho eletrônico custa US$ 100, 1kg de avião custa US$1.000 (10mil quilos de soja) e 1kg de satélite custa US$ 50.000.

Vejam, quanto mais tecnologia agregada tem um produto, maior é o seu preço, mais empregos foram gerados na sua fabricação.

Os países ricos sabem disso muito bem. Eles investem na pesquisa científica e tecnológica.

Por exemplo: eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 250.

Para pagarmos esta plaquinha eletrônica, o Brasil precisa exportar 20 toneladas de minério de ferro.

A fabricação de placas de computador criou milhares de bons empregos lá no estrangeiro, enquanto que a extração do minério de ferro, cria pouquíssimos e péssimos empregos aqui no Brasil.

O Japão é pobre em recursos naturais, mas é um país rico.

O Brasil é rico em energia e recursos naturais, mas é um país pobre.

Os países ricos, são ricos materialmente porque eles produzem riquezas.

Riqueza vem de rico. Pobreza vem de pobre.

País pobre é aquele que não consegue produzir riquezas para o seu povo.

Se conseguisse, não seria pobre, seria país rico.

Gostaria de deixar bem claro três coisas:

1º) quando me refiro à palavra riqueza, não estou me referindo a jóias nem a supérfluos. Estou me referindo àqueles bens necessários para que o ser humano viva com um mínimo de dignidade e conforto;

2º) não estou defendendo o consumismo materialista como uma forma de vida, muito pelo contrário;

3º) e acho abominável aqueles que colocam os valores das riquezas materiais acima dos valores da riqueza interior do ser humano.

Existem nações que são ricas, mas que agem de forma extremamente pobre e desumana em relação a outros povos.

Creio que agora posso falar do ponto principal.

Para que o nosso Brasil torne-se um País rico, com o seu povo vivendo com dignidade, temos que produzir mais riquezas.

Para tal, precisamos de conhecimento, ou tecnologia já que temos abundância de recursos naturais e energia.

E quem desenvolve tecnologias são os cientistas e os engenheiros, como estes jovens que estão se formando hoje.

Infelizmente, o Brasil é muito dependente da tecnologia externa.

Quando fabricamos bens com alta tecnologia, fazemos apenas a parte final da produção.

Por exemplo: o Brasil produz 5 milhões de televisores por ano e nenhum brasileiro projeta televisor. O miolo da TV, do telefone celular e de todos os aparelhos eletrônicos, é todo importado. 
Somos meros montadores de kits eletrônicos.

Casos semelhantes também acontecem na indústria mecânica, de remédios e, incrível, até na de alimentos.

O Brasil entra com a mão-de-obra barata e os recursos naturais. Os projetos, a tecnologia, o chamado pulo do gato, ficam no estrangeiro, com os verdadeiros donos do negócio.

Resta ao Brasil lidar com as chamadas caixas pretas.

É importante compreendermos que os donos dos projetos tecnológicos são os donos das decisões econômicas, são os donos do dinheiro, são os donos das riquezas do mundo.

Assim como as águas dos rios correm para o mar, as riquezas do mundo correm  em direção aos países detentores das tecnologias avançadas.

A dependência científica e tecnológica acarretou para nós brasileiros a dependência econômica, política e cultural.

Não podemos admitir a continuação da situação esdrúxula, onde 70% do PIB brasileiro é controlado por não residentes.

Ninguém pode progredir entregando o seu talão de cheques e a chave de sua casa para o vizinho fazer o que bem entender.

Eu tenho a convicção que desenvolvimento científico e tecnológico aqui no Brasil garantirá aos brasileiros a soberania das decisões econômicas, políticas e culturais.

Garantirá trocas mais justas no comércio exterior.

Garantirá a criação de mais e melhores empregos.

E, se toda a produção de riquezas for bem distribuída, teremos a erradicação dos graves problemas sociais.

O curso de engenharia da PUC, com todas as suas possíveis deficiências, visa a formar engenheiros capazes de desenvolver tecnologias.

É o chamado engenheiro de concepção, ou engenheiro de projetos.

O dia que um presidente da República, em vez de ficar passeando como um dândi pelos palácios do primeiro mundo, resolver liderar um autêntico projeto de desenvolvimento nacional, certamente o Brasil vai precisar, em todas as áreas, de pessoas bem preparadas.

Só assim seremos capazes de caminhar com autonomia e tomar decisões que beneficiem verdadeiramente a sociedade brasileira.

Será a construção de um Brasil realmente moderno, mais justo, inserido de forma soberana na economia mundial e não como um reles fornecedor de recursos naturais e mão-de-obra aviltada.

Quando isto ocorrer, e eu espero que seja em breve, o nosso País poderá aproveitar de forma muito mais eficaz a inteligência e o preparo intelectual dos brasileiros e, em particular, de todos vocês, meus queridos alunos, porque vocês já foram testados e aprovados.

Finalmente, gostaria de parabenizar a todos os pais pela contribuição positiva que deram à nossa sociedade possibilitando a formação dos seus filhos no curso de engenharia da PUC.

A alegria dos senhores, também é a nossa alegria.

Muito Obrigado."

Prof. Jorge Ferreira da Silva

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Empresas de reciclagem poderão ter redução de IPI Agência Senado - 30/12/2009

O Min. Carlos Minc havia declarado que Lula iria aprovar e agora pode acontecer, pois depois da crise quem trabalhava com reciclagem viram os preços  afundar no razo, deixando o povo com menos migalhas ainda para sobreviver , agora podem retomar o crescimento e fabricar produtos para venda sem IPI.

Agência Senado - 30/12/2009 - Empresas de reciclagem poderão ter redução de IPI

Empresas de reciclagem poderão ter redução de IPI

[Foto: Reciclagem]

Proposta em exame na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), concede redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para empresas que realizam atividades de reciclagem. O objetivo é promover a criação de emprego e renda e reduzir a geração de resíduos e a poluição.

Pela proposta (PLS 510/09), a alíquota de IPI que incide sobre resíduos recicláveis será reduzida a zero e também aquela que incide sobre bens elaborados por empresas recicladoras que utilizem matéria prima feita com resíduos recicláveis, inclusive bens descartados e inservíveis - que representem 70% do custo total da produção.

A proposta considera como resíduo reciclável o material resultante de bens de consumo industrializados descartáveis ou inservíveis, que sejam passíveis de reaproveitamento em novo ciclo de produção industrial e de consumo. Pelo texto, a empresa recicladora é aquela cuja principal fonte de receita é a reciclagem de resíduos, inclusive de bens descartados e inservíveis.

A autora da proposição, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), alega em sua justificativa, que o descarte inadequado de resíduos representa séria ameaça ao meio ambiente com consequências para a saúde da população. A senadora relata que a gravidade do problema é tal que muitos países pagam para que outros recebam esse material.

Serys Slhessarenko ressalta haver consenso sobre a necessidade de implantação de políticas que promovam destinação final adequada aos resíduos, mas que também minimizem a sua geração, por meio do reaproveitamento e da reciclagem. Essas medidas têm, segundo ela, impacto ambiental positivo, com menor carga sobre aterros sanitários e menor acúmulo de materiais em lixões. Outro efeito positivo, analisa Serys, é a menor demanda por recursos naturais, em especial os energéticos.

A senadora aponta ainda outra consequência positiva de políticas de reciclagem: a geração de emprego e renda, uma vez que organizações não governamentais costumam incentivar a criação de cooperativas de catadores de material reciclável como papel, papelão e alumínio.

No entanto, Serys considera esse segmento empresarial "frágil", tendo em vista a alta carga tributária incidente sobre o setor. Ela avalia que a proposta tem "inegável mérito econômico e social", uma vez que propõe renúncia fiscal para atividades de reciclagem.

O relator da matéria na CMA é o senador Renato Casagrande (PSB-ES). Após sua análise na CMA, a proposta ainda será submetida à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde tem decisão terminativa.

Cristina Vidigal / Agência Senado

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Implantação Coleta Seletiva – As obrigações estão aumentando e eu estou adorando. Multa de R$10mil!

 

PROCESSOLIXO

LEI Nº 14.973, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009 (Projeto de Lei nº 67/07)
Dispõe sobre a organização de sistemas de coleta seletiva nos Grandes Geradores de Resíduos Sólidos do Município de São Paulo e dá outras providências.
GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, nos termos do disposto no inciso I do artigo 84 do seu Regimento Interno, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1º Esta lei disciplina o armazenamento, a coleta, a triagem e a destinação de resíduos sólidos produzidos em Grandes Geradores de Resíduos Sólidos do Município de São Paulo.
Parágrafo único. Consideram-se, para os fins desta lei, Grandes Geradores de Resíduos Sólidos:
I – os proprietários, possuidores ou titulares de estabelecimentos públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais, entre outros, geradores de resíduos sólidos caracterizados como resíduos da Classe 2, pela NBR 10.004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, em volume superior a 200 (duzentos) litros diários;
II – os proprietários, possuidores ou titulares de estabelecimentos públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais, dentre outros, geradores de resíduos sólidos inertes, tais como entulhos, terra e materiais de construção, com massa superior a 50 (cinqüenta) quilogramas diários, considerada a média mensal de geração, sujeitos à obtenção de alvará de aprovação e/ou execução de edificação, reforma ou demolição;
III – os condomínios de edifícios não residenciais ou de uso misto, cuja soma dos resíduos sólidos, caracterizados como resíduos Classe 2, pela NBR 10.004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, gerados pelas unidades autônomas que os compõem, seja em volume médio diário igual ou superior a 1.000 (mil) litros.
Art. 2º Os Grandes Geradores de Resíduos Sólidos deverão separar os resíduos produzidos em todos os seus setores, de acordo com a sua natureza em, no mínimo, cinco tipos:
I – resíduos sólidos de papel;
II – resíduos sólidos de plástico;
III – resíduos sólidos de metal;
IV – resíduos sólidos de vidro;
V – resíduos gerais não recicláveis.
Parágrafo único. Entende-se como Resíduos Gerais Não Recicláveis aqueles que não podem ser reutilizados, após transformação química ou física, por ainda não existir tecnologia para o tipo específico de material, tais como, entre outros:
a) papéis não recicláveis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados;
b) metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tinta, latas de combustível e pilhas;
c) plásticos não recicláveis: cabos de panelas, tomadas, isopor, adesivos, espumas, teclados de computador, acrílicos;
d) vidros não recicláveis: espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas (exceto as fluorescentes, que demandam separação específica), vidros temperados planos.
Art. 3º O cumprimento da presente lei exigirá dos Grandes Geradores de Resíduos Sólidos a observância das seguintes regras:
I – implantação de lixeiras, dispostas uma ao lado da outra: em locais acessíveis a qualquer pessoa que queira realizar o descarte de material reciclável, e de fácil visualização, para a finalidade de serem acondicionados os diferentes tipos de lixo produzidos em suas dependências, coloridas de acordo com a Resolução nº 275/2001 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), ou que atendam as características do material a ser depositado;
II – recolhimento periódico dos resíduos coletados e o envio destes para locais adequados, que garantam o seu bom aproveitamento, ou seja, a reciclagem.
Art. 4º É de responsabilidade dos Grandes Geradores de Resíduos Sólidos realizar a troca das lixeiras comuns pelas de coleta seletiva.
Art. 5º O uso de lixeiras para a coleta seletiva dentro dos sanitários não será obrigatório.
Art. 6º Próximo a cada conjunto de lixeiras haverá uma placa explicativa sobre o uso destas e o significado de suas respectivas cores.
§ 1º. A placa a que se refere o “caput” deste artigo deverá estar em locais de fácil acesso aos portadores de necessidades especiais visuais.
§ 2º. Próximo às lixeiras deverá haver identificações claras que abranjam os códigos lingüísticos apropriados aos deficientes visuais.
Art. 7º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 8º Os Grandes Geradores de Resíduos Sólidos terão o prazo de três meses, contados da data da publicação da presente lei, para se adaptarem às suas disposições.
Art. 9º A infração às disposições da presente lei acarretará aplicação de multa no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), dobrada em caso de reincidência.
Parágrafo único. A multa de que trata o “caput” deste artigo será atualizada anualmente pela correção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, acumulada no exercício anterior, sendo que no caso de extinção deste índice será adotado outro criado pela legislação federal e que reflita a perda do poder aquisitivo da moeda.
Art. 10 Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 11 de setembro de 2009, 456º da fundação de São Paulo.
GILBERTO KASSAB, PREFEITO
Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 11 de setembro de 2009.
CLOVIS DE BARROS CARVALHO, Secretário do Governo Municipal

Posted By Rosa Richter on 16 de outubro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

COP 15 – Adiaram o inadiável !!!

 

TOMARAM NOTA DE UM ACORDINHO , MAS NÃO TEMOS NENHUMA LEI E NEM MESMO UM COMPROMISSO SÉRIO QUE PODEREMOS COBRAR EM 2020.

FORAM METAS NADA OUSADAS;

ACABOU COMO UMAVERGONHA CLIMÁTICA;

DECEPÇÃO PARA A MAIORIA ;

SUCESSO OU FRACASSO ….

DEVEMOS RESGATAR NOVAS ESPERANÇAS;

VAMOS PROCURAR FAZER A NOSSA PARTE….

AI VIRA A COP 16 DO MEXICO.

COP 15 - 15a. Conferência das Partes sobre o Clima (COP15)Copenhagen Climate Conference

 

Vejam como as COPs evoluiram ano a ano e desta vez precisamos de definiçoes e compromissos claros dos paises ricos.

As mudanças climáticas constituem o maior desafio do início do século XXI, com consequências para a sustentabilidade ambiental, social e econômica do planeta.

Entre os dias 7 a 18 de dezembro, a cidade de Copenhague será sede da COP15, encontro mundial que vai traçar novas metas para entrar em vigor a partir de 2012.

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http://www.camargocorreacop15.com.br/lang/pt/

Linha do tempo:

COP 1 – 1995 (Berlim , Alemanha)
Iniciou o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos. É sugerida a constituição de um Protocolo.

COP 2 – 1996 (Genebra, Suíça)
É acordada a criação de obrigações legais de metas de redução por meio da Declaração de Genebra.

COP 3 – 1997 (Quioto, Japão)
Culminou com a adoção do Protocolo de Quioto, que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os principais emissores, chamados “Países do Anexo I”.

COP 4 – 1998 (Buenos Aires, Argentina)
O Plano de Ação de Buenos Aires é elaborado, visando a implementar e ratificar o Protocolo de Quioto.

COP 5 – 1999 (Bonn, Alemanha)
Deu continuidade aos trabalhos iniciados em Buenos Aires.

COP 6 – 2000 (Haia, Holanda)
As negociações são suspensas pela falta de acordo entre, especificamente, a União Européia e os Estados Unidos, em assuntos relacionados a sumidouros de carbono e às atividades de mudança do uso da terra.

COP 6 ½ e COP 7 – 2001 (2ª fase da COP 6 foi feita em Bonn, Alemanha), (COP 7- Marrakech, Marrocos)
As negociações são retomadas, porém, com a saída dos Estados Unidos do processo de negociação, sob a alegação de que os custos para a redução de emissões seriam muito elevados para a economia americana. Os EUA também contestaram a inexistência de metas para os países em desenvolvimento.

COP 8 – 2002 (Nova Delhi, Índia)
Iniciou discussão sobre o estabelecimento de metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países.

COP 9 – 2003 (Milão, Itália)
Entra em destaque a questão da regulamentação de sumidouros de carbono no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

COP 10 – 2004 (Buenos Aires, Argentina)
São aprovadas as regras para a implementação do Protocolo de Quioto e discutidas questões relacionadas à regulamentação de projetos de MDL de pequena escala de reflorestamento/florestamento, o período pós-Quioto e a necessidade de metas mais rigorosas.

COP 11 – 2005 (Montreal, Canadá)
Primeira conferência realizada após a entrada em vigor do Protocolo de Quioto. Pela primeira vez, a questão das emissões oriundas do desmatamento tropical e mudanças no uso da terra é aceita oficialmente nas discussões no âmbito da Convenção.

COP 12 – 2006 (Nairóbi, África)
Representantes de 189 nações assumem o compromisso de revisar o Protocolo de Quioto, e regras são estipuladas para o financiamento de projetos de adaptação em países pobres. O governo brasileiro propõe oficialmente a criação de um mecanismo que promova efetivamente a redução de emissões de gases de efeito estufa oriundas do desmatamento em países em desenvolvimento.

COP 13 – 2007 (Bali, Indonésia)
Pela primeira vez a questão de florestas é incluída no texto da decisão final de uma conferência, com recomendação para que seja considerada no próximo tratado climático. Nessa reunião, foi criado o Bali Action Plan (Mapa do Caminho de Bali), no qual os países passam a ter prazo até dezembro de 2009 para elaborar os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Quioto (2012).

COP 14 – 2008 (Poznan, Polônia)
Países em desenvolvimento emergentes, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul sinalizaram uma abertura para assumir compromissos na redução das emissões de carbono, embora não tenham falado em números. Os países desenvolvidos não colocaram nenhuma proposta concreta na mesa. Especialistas consideraram que as discussões foram lentas diante da urgência de se estabelecer um novo acordo global.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

LEDs ainda vão revolucionar o conceito de iluminação - INVISIBLE STREETLIGHT

O Invisible Streetlight emite luz à noite capturando energia solar durante o dia. O elemento mais inovativo do Invisible Streetlight é que ele não precisa de suporte, pois a sua estrutura flexivel, em forma de galho, fica diretamente presa nas árvores ao longo da rua ou estrada. A instalação é simples e pode ser feita em parques, ruas arborizadas, etc. O Invisible Streetlight se camufla entre as folhas e não atrapalha a beleza dos locais onde fica. Genial. Visto aqui.

Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers. Also, Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

More information here.

INVISIBLE STREETLIGHT

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Invisible Streetlight emits light at nighttime by saving energy from sunlight during the day. The most innovative element of Invisible Streetlight is that it does not require a support because the flexible body in the shape of tree branch is directly installed to the trees lining a street. Installation is simple in parks and outskirts of urban centers, and the Invisible Streetlight does not spoil scenic beauty of the surrounding areas.

Contact:

JONGOH LEE: jojuly79@yahoo.co.kr

Credit:

DESIGNMALL (South Korea)

Client:

 

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31 Julho, 2008

Invisible Streetlight

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Solar LED Street Lights, a technology meeting all expectations.

Solar LED street lights present the perfect and cost-effective solution for residential streets, parking lots, security, roadways, parking lots and other general area lighting applications.
Solar street lights can be economically viable and efficient in a number of applications, mostly in areas where the cost of providing electricity is expensive or problematic.
Due to their low power consumption and very long life-span, LED street lights are a good alternative to LPS (Low Pressure Sodium) or MH (Metal Halide) lamps.
Unlike LPS lamps that produce a yellow-orange light, Solar street lights using LED technology generate a very powerful and targeted crisp white light of excellent quality, which significantly improves color rendition and night visibility.

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Benefits of High Power LEDs:

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  • Long life-span
  • Low power consumption
  • Good color rendition
  • Good color temperature
  • Low light pollution
  • High brightness

We design solar street lighting systems that meet your requirements
Check our products range and contact us for any inquiry you may have

More info on solar street lighting

In solar street lighting applications it is crucial to accurately design and calculate the size and type of the different components.
Solar street lights are not of-the-shelf products. Different parameters have to be taken into consideration when designing such systems:

  1. Acquisition and analysis of geographic and climate data for a given area
  2. Required daily lighting hours
  3. Required backup lighting days during overcast weather
  4. System sizing, quantity and selection of the different components (light source, solar panels, batteries, solar controller, and height of pole)

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For a free and no obligation initial consultation click here

Once geographic and climate data of your area is obtained, we design your solar street lights system and make sure that it meets your particular requirements.
The objective being to provide enough illumination every night and provisional energy for overcast days, in phase with customer requirements.
The final product is a reliable Solar LED street lights system able to operate every night, for years, with minimum maintenance. Check our products range

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An overview on solar street lights

How solar street lights work