O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Resíduos da construção, gestão possível.- ANAB



A valorização dos resíduos da construção civil caminha junto com a implementação de políticas públicas, capazes de administrar as 17 mil toneladas diárias geradas pelo setor em São Paulo. Universo à parte, o assunto é tema desta entrevista de Élcio Careli, economista e mestre em tecnologia ambiental, e co-autor do ‘Manual de Gestão Ambiental de Resíduos da Construção Civil’ publicado pelo Sinduscon/SP. E, também, do curso ‘Gestão Ambiental de Resíduos na Construção Urbana: dos Canteiros às Cidades’ que Careli ministrará de 19 e 20 de novembro, na UniANAB – Universidade da Arquitetura Sustentável.
O atual volume de resíduos nas cidades brasileiras é administrável?
Estudos mostram que 60% do total de resíduos gerados nas cidades brasileiras têm origem na construção civil. É, na verdade, um volume administrável, porém, exige um controle institucional muito forte e presente. Isto porque boa parte desse volume advém de atividade informal.
É o caso da cidade de São Paulo?
Em São Paulo, estima-se a geração de 17 mil toneladas/dia de resíduos, sendo que 30% vêm da construção formal e o restante da informal. Quando falo da construção informal me refiro à informalidade na origem do resíduo, que é o caso de pequenas reformas e demolições sem alvarás. A questão central está, de um lado, na dificuldade criada pela pulverização da geração - os 70% da massa de resíduos - e, de outro, na oportunidade de formalização via transporte, porque grande parte desse volume é transportada em caçambas estacionárias.
Qual o destino final dos resíduos?
Em São Paulo, todos os transportadores cadastrados pelo órgão de limpeza urbana (Limpurb), podem adquirir vales de descarga de resíduo de construção para utilização do transbordo público Itatinga (ATT – Área de Transbordo e Triagem), localizado na zona sul da cidade, mantido pela prefeitura e operado por terceiro. Eles podem, também, utilizar os aterros privados, destinatários finais também contratados pelo poder público e que têm como referência para operação a NBR 15113/2004.
Qual o percentual dos resíduos da construção destinados à reciclagem?
Uma pequena parcela segue para reciclagem em áreas específicas de São Paulo, Osasco, Guarulhos, São Bernardo, Itaquaquecetuba.
O que seria a valorização dos resíduos?
Em primeiro lugar, a possibilidade de reciclar o resíduo dentro do canteiro para substituição, por exemplo, de agregados naturais no preparo de argamassas, procedimento praticado por algumas construtoras. Outra possibilidade é produzir agregados reciclados em centrais de reciclagem, com potencial destacado de substituir agregados naturais em serviços de pavimentação. No entanto, é fundamental a triagem do resíduo na fonte. A construção civil gera resíduos de natureza muito diversificada (cimento, alumínio, papel, plástico, alvenaria e muitos outros) e, se a triagem não for bem feita, ficará comprometida a qualidade da destinação da massa de resíduos gerada, tanto sob o aspecto econômico relacionado à perda de oportunidade para valorização, quanto em relação à qualidade ambiental da solução praticada para destiná-la.
O funcionário da obra está habilitado para essa triagem?
Esse não é um processo sofisticado, mas complexo porque demanda comprometimento da cadeia da construção civil, desde o fornecedor do insumo até o dono da construtora e do empreendimento. O fabricante deve dar informação sobre a natureza do insumo que forneceu, de como poderá ser reciclado e, principalmente, oferecendo soluções de logística reversa – o compromisso de receber de volta. Ainda é muito pequeno o número de fornecedores que assumem esse compromisso com a obra, mas se observa ações progressivas.
Há exemplos?
Sim, é o caso dos fornecedores de produtos de gesso que já adotam a política de receber o resíduo de volta para consumo em cimenteiras, que têm jazidas de gesso. É o caso do grupo Lafarge que, entre suas atividades, produz gesso (chapas acartonadas) e cimento. O reaproveitamento dos resíduos de gesso é feito em substituição à gipsita no processo de fabricação do cimento na etapa final de moagem do clinquer. Portanto, temos uma logística reversa que inclui, entre outros agentes, a construtora fazendo a triagem na fonte e uma transportadora para viabilizar o envio do material de ATT para grandes distâncias, por exemplo, de São Paulo para cimenteira em Minas Gerais.
Qual a estrutura necessária para a correta destinação?
Se observarmos a Resolução CONAMA 307/2002, para cada item listado é possível vislumbrar uma oportunidade de destinação diferente, que implica ou não na valorização do resíduo. Isto vai depender das condições locais de mercado, da logística existente, dos processos de destinação, da triagem na fonte e de quem possa concentrar esse material. Hoje, São Paulo oferece condições de destinação de alguns resíduos de construção de maneira ambientalmente compromissada, com uma rede constituída por ATTs na região metropolitana, poucas áreas de reciclagem, transportadores com cadastro na prefeitura que operam de forma regular e, finalmente, construtores comprometidos.
Essa estrutura funciona à altura do desafio?
Para funcionar melhor, dependerá do compromisso dos grandes geradores de resíduo em fazer a gestão nos canteiros, da presença e atuação do poder público municipal na regulação e fiscalização do sistema, e da ampliação da rede e compromisso dos agentes que operam os empreendimentos privados e equipamentos públicos que captam e valorizam resíduos de construção. Em São Paulo, a lei municipal que regula o manejo e destinação de resíduos de construção, embora tenha sido promulgada, não está regulamentada. A Resolução CONAMA 307/2002 obrigou os grandes geradores a elaborar, apresentar e executar projeto de gerenciamento de resíduos de construção para obtenção de alvarás. No entanto, a prefeitura da capital ainda não cobra dos executantes de obras a apresentação de tais projetos, o que certamente fragiliza o processo.
Relate a experiência de Guarulhos em destinação de resíduos.O município conta com a Proguaru que recebe resíduos da limpeza pública e de obras públicas. Lá o resíduo é reciclado e volta como agregados para obras municipais. A prefeitura da cidade montou uma rede de 15 áreas de captação voluntária de pequenos volumes de resíduos de construção, distribuídos nos bairros, e que recebe até 1 m3 de volume transportado. Dessa forma, para pequenos volumes, o gerador de resíduos pode fazer entrega voluntária, a custo zero, nesses pontos. A população tem aderido e funciona bem.
Depois da triagem, o que é feito com esse resíduo?
O resíduo de alvenaria e concreto segue para área de reciclagem, junto com os de obras e limpeza pública. Começa aí a se desenhar uma configuração de gestão sustentável. Outro fato importante na cidade é que alguns empreendedores privados licenciaram áreas de transbordo e triagem, áreas de aterro e de reciclagem dos resíduos de construção. O grande elemento de articulação dos vários processos presentes ali é a ação do poder público que vem do sistema de gestão integrado de resíduos de construção de Guarulhos. Esse modelo começou a ser construído em 2001 e ganhou força com a preparação de legislação e posterior regulamentação, alinhada com a Resolução CONAMA 307/2002. Acima do decreto de regulamentação, o modelo funciona graças à articulação com os diversos atores desse processo, tanto públicos como privados. Para a operação de áreas de aterro e reciclagem, o licenciamento ambiental é feito pela Cetesb.
Saiba mais cobre o curso "Gestão Ambiental de Resíduos da Construção Urbana" aqui.

fonte : ANAB Brasil . ORG .BR

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Premoldados - 2

Industrialização da Construção é o caminho da Engenharia Civil para o Futuro.



Idéias modernistas com a evolução do mercado para habitações - edifícios e casas pré-fabricadas.



Imagine a possibilidade de você poder comprar uma casa a partir de um catálogo e recebe-la pronta no seu terreno.
Outras Idéias

http://www.fabprefab.com/fabfiles/fablisthome.htm

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mudança Climática PNUMA - 2

PNUMA LANÇA RELATÓRIO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS.

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Desde a perda de geleiras até a acidificação dos oceanos - Os impactos das Mudanças Climáticas surgem cada vez mais rápido.
O novo relatório do PNUMA destaca a urgência de os governos fecharem o acordo em Copenhague, como declarou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.
O relatório, elaborado em colaboração com cientistas de todo o mundo, vem com menos de 80 dias para ir para a reunião crucial da Convenção do Clima da ONU em Copenhague, na Dinamarca.
No prefácio do documento, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, que esta semana recebeu os chefes de Estado em Nova York, escreve: "Esta Mudanças Climáticas Compêndio é uma chamada wake-up. O tempo de hesitação acabou ". "Precisamos de perceber o mundo, de uma vez por todas, que o momento de agir é agora e temos de trabalhar juntos para enfrentar este desafio monumental. Este é o desafio moral da nossa geração. "

Acesse o conteúdo completo no site: Clique aqui.

fonte : Informativo CBCS [mailto:cbcs@cbcs.org.br]

Projetos para as estações da Linha 4-Amarela de Metrô de São Paulo aliam estética à qualidade funcional- Piniweb

Será Sustentável pois irei deixar meu carro em casa.Não vejo a hora de inaugurar esta estação Butantã e Vila Sonia que estão próximas da minha casa e , pena que ficará pronta somente em 2012.

Geometria de tendência circular permite a percepção de amplitude espacial para evitar a sensação de clausura e de confinamento comum em espaços subterrâneos


Ana Paula Rocha

A equipe de projetos do Metrô de São Paulo optou pela valorização da iluminação e ventilação naturais ao desenvolver o conceito arquitetônico das onze estações da futura Linha 4-Amarela, que liga a região da Luz ao bairro Vila Sônia, atualmente em construção.

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Estação Pinheiros da Linha 4-Amarela

"O uso de condicionantes arquitetônicos aliado a materiais empregados no acabamento possibilitou a criação de amplos espaços, criando situações novas à percepção do usuário", explica Ivan Piccoli, coordenador de projetos do Metrô. "A geometria, de tendência circular, permite ainda a percepção de amplitude espacial, o que evita a sensação de clausura e de confinamento, comum em espaços subterrâneos", acrescenta.

Dois exemplos desse conceito arquitetônico adotado pelo Metrô na Linha 4 são as estações Butantã e Pinheiros. A primeira, apesar de retangular, terá suas áreas de acesso e circulação totalmente iluminadas pela luz natural vinda da cobertura transparente. A segunda, por sua vez, seguirá a tendência circular apontada por Piccoli e terá também fechamento em vidro, o que valoriza o uso de iluminação e ventilação naturais.i145172

Estação Butantã

Além do aproveitamento de elementos naturais, os arquitetos do Metrô ainda optaram pela utilização de novas tecnologias e sistemas construtivos para melhorar a circulação e seguranças dos usuários nos espaços internos das estações. Um exemplo é o mezanino metálico preso ao teto por tirantes e suspenso sobre as plataformas, que já foi empregado na estação Alto do Ipiranga, na Linha 2-Verde e também será utilizado na Linha 4-Amarela. Segundo Piccoli, essa solução, importada do Metrô de Bilbao, na Espanha, proporciona uma melhor distribuição dos passageiros nas estações, além de um resultado estético diferente.

A tecnologia também será usada no túnel que vai interligar a Linha 4-Amarela com a Linha 2-Verde, na região da avenida Paulista. No local, ao invés dos saguões convencionais, em que os usuários andam de um lado para o outro, os arquitetos projetaram a instalação uma esteira rolante com cerca de 100 metros de extensão.

As plataformas de embarque das novas estações ainda terão portas de 2,5 metros de altura feitas em vidro laminado, que se abrirão somente quando o trem parar na plataforma. Esse dispositivo já existe em estações dos metrôs de Londres, Paris e Hong Kong e visa oferecer mais segurança aos passageiros.

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Portas de vidro serão instaladas nas plataformas de embarque

Por fim, outro aspecto arquitetônico adotado da Linha 4-Amarela é a utilização de materiais de cores vivas para destacar elementos construtivos das novas estações, criando novas possibilidades de percepção do espaço, ao invés da monotonia do concreto armado cinza. Essas cores poderão ser vistas nos revestimentos e pisos de todas as estações. Com o intuito de aliar durabilidade à beleza, as novas unidades terão revestimentos coloridos e em aço inox e piso de porcelanato.

Linha 4-Amarela

Com extensão de 12,8 quilômetros e 11 estações, a Linha 4-Amarela será implantada em duas etapas. Na primeira, em 2010, serão inauguradas seis estações: Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Paulista, República e Luz, além da entrada em operação do pátio de manutenção Vila Sônia. Já na segunda fase, prevista para 2012, serão entregues as estações intermediárias Fradique Coutinho, Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, São Paulo/Morumbi e Vila Sônia.

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Visão externa da futura estação Luz da Linha 4-Amarela

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Detalhe da parte interna da estação Luz

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Estação Pinheiros terá fechamento em vidro

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Estação Pinheiros

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Para quebrar o cinza do concreto armado das estações, arquitetos optaram por revestimentos coloridos

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Pátio da estação Vila Sônia

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fernando Almeida - Livro narra como grandes empresas no Brasil caminham em direção à sustentabilidade

Presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS)

Com mais de 30 anos de experiência profissional nos setores empresarial, governamental e acadêmico, o engenheiro Fernando Almeida tornou-se uma das maiores referências em sustentabilidade no país.
Como escritor, conferencista e estrategista, Fernando Almeida tem ajudado empresas a alinhar a responsabilidade socioambiental com o sucesso do negócio. Como comunicador, desenvolveu a capacidade de expor os problemas de forma equilibrada, realística, criando caminhos estratégicos seguros para moldar uma visão interna consistente na instituição e produzir parcerias produtivas.

Como as empresas instaladas no Brasil estão operando interna e externamente para conduzir seus negócios na direção da sustentabilidade? Como enfrentam seus dilemas quando uma ação socioambiental responsável ameaça o lucro? O que dizer aos acionistas? Qual o papel das empresas na transição da economia tradicional para a economia verde?
Estas e outras questões igualmente polêmicas e fundamentais fazem parte do mais novo livro do engenheiro Fernando Almeida: “Experiências empresariais em sustentabilidade – avanços, dificuldades e motivações de gestores e empresas”, que será lançado pela editora Elsevier/Campus em neste mês de setembro inicialmente em São Paulo, no Rio e em Belo Horizonte.

Conheçam seus pensamentos lendo este livro :

http://www.fernandoalmeida.com.br/Livros/livro-fernando-almeida-sustentabilidade.pdf

sábado, 12 de setembro de 2009

Premoldado 1

PRECAST CANADIAN / Prestressed Concrete Institute
http://www.cpci.ca/


Design sustentável aplica-se boas práticas de projeto e princípios de bons negócios, além de preservar o meio ambiente natural. O desenvolvimento sustentável é definido como o desenvolvimento que satisfaz as necessidades das pessoas que vivem hoje sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades. O desenvolvimento sustentável exige uma visão de longo prazo do progresso industrial, preservando as bases sobre as quais depende a qualidade de vida: o respeito às necessidades humanas básicas e os ecossistemas locais e globais.
A construção sustentável é definida como a criação e manutenção responsável de um ambiente construído saudável, baseado em princípios ecológicos, e por meio de uma utilização eficiente dos recursos.
Em consonância com esta definição, os proprietários, os desenvolvedores, arquitetos, engenheiros e empreiteiros têm a responsabilidade de projetar e selecionar materiais e sistemas que fornecem uma base duradoura para as comunidades sustentáveis.
A produção e utilização do concreto em todas as suas formas é fundamental porque o concreto é apenas a segunda água, como a substância mais consumida no mundo, com quase três toneladas de concreto utilizado anualmente para cada pessoa na Terra.
Como todos os produtos fabricados, a produção e utilização de sistemas de construção pré-fabricados de concreto acarreta problemas ambientais. Concreto pré-moldado oferece uma série dramática de cores, acabamentos e possibilidades ilimitadas de design difícil de combinar com outros materiais. Concreto pré-moldado podem criar estruturas que podem apresentar resultados superiores aos do desempenho energético e ambiental a partir de uma perspectiva de ciclo de vida. Concreto pré-moldado oferece uma solução de construção com base no custo competitivo em primeiro lugar, a longo prazo os benefícios económicos, a eficiência energética, menores custos de manutenção e funcionamento global, bem como oportunidades para reutilização futura, quando a ocupação de um edifício muda.
O desempenho ambiental da indústria do cimento brasileiro é a melhoria contínua e alcançou os seguintes:
•Redução de 30% por tonelada de cimento no consumo de carvão, gás natural e coque de petróleo desde a década de 1970
•11% de melhoria da eficiência energética entre 1990 e 2001
•8% de redução das emissões directas de CO2 por tonelada de produto concreto, entre 1990 e 2000, com uma diminuição adicional de 2%, até 2010.