O Banheiro 360° - Propósito/Histórico/Apresentação

O BANHEIRO 360° - Propósito / Histórico / Novidades implementadas

P ropósito : Transformar a maneira e forma como as pessoas vivem, a partir do espaço que elas ocupam. Estudando a sustentabilidade na constr...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Implementar Inovações , Quebrar Paradigmas e Revolucionar a Construção Civil

 

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Ter novas idéias muitos de nós somos capazes, mas tornar-las realidade e bem aplicadas ai poucos vencem estas barreiras. Dizer que soluções de quebra de paradigma na construção civil são poucas, são ações pontuais e as vezes sem efeito muito pratico e resultado financeiro insuficientes para ser realmente ser revolucionário, pois a nossa construção civil é bem pouco criativa e tradicionalista. Estamos no Caminho, mas não sabemos ainda onde ele vai dar.

Thomas Edison dizia : “O gênio é composto de 1% de inspiração e 99% de transpiração “

INOVAR É PRECISO

Para inovar os processos devemos focar primeiro em gerar idéias é claro e que sejam boas idéias para a maioria das CIAs , isso se ela for aberta a evolução e tiver pensando fora da caixinha.

Depois temos que aperfeiçoar a idéia escolhida detalhando todos os passos, fazer todo o planejamento e até protótipos são necessários, aprovar as melhores e por fim implementá-las. Mas muitas das vezes precisaremos ainda mais, precisamos ralar muito para que isso dê certo, apreender com os erros , voltar alguns passos atrás, otimizar os processos com simplificação e eficiência antes de ter de adotar soluções técnicas muito complexas que nos distanciam muito dos resultados de custo, qualidade e produtividade.

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Trata-se de um sistema particular de produção de unidades residenciais através de um processo em escala industrial racionalizado, onde se produz módulos pré-fabricados de concreto armado, que são curados, transportados e montados em uma base previamente preparada na obra.

Sobrados e prédios também são possíveis de execução com este método.

O Modulo

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Vejam este módulo com um produto revolucionário, modular e simples no seu modelo construtivo , onde existem poucas interfaces , com um substrato único ( concreto acabado ), reduzimos tempo, queimamos etapas e fazemos uma construção modular seriada.

O módulo na arquitetura é uma unidade de medida convencional, adotada para estabelecer dimensões, proporções e ordenar a construção de elementos de um determinado organismo arquitetônico.

Na BS Construtora podemos dizer que o nosso Módulo é uma “ES AL REV ”, pois em uma única peça de 5 lados fazemos a função da estrutura a alvenaria e o revestimento sem emendas e juntas o que reduz e muito as possíveis patologias entre diferentes materiais garantindo maior durabilidade.

Este elemento fundido em única etapa é um Módulo de concreto dimensionado para satisfazer bem o convívio humano para uma família comum em cada uma de suas necessidades, é forte suficiente para agüentar até um terremoto , isolante térmico e bem ventilado, que agrupados corretamente resultam em uma habitação ecologicamente correta e vem para solucionar pelo menos na redução do déficit habitacional do Brasil.

Industrializar a construção é o caminho que o Brasil deve seguir e isso tenho esta certeza, depois de conhecer e estudar tantos métodos construtivos, devemos pensar fora da caixinha e inovar pois não temos mais tempo e espaço em pensar ainda em colocar um tijolinho por tijolinho de cada vez.

Isso sim é Sustentabilidade real:

· Sem utilização de madeira em todo processo – portanto sem carpinteiros ( profissional raro no mercado) - somente as portas internas ainda são de madeira;

· Processo industrializado de alta produtividade - quase nenhum resíduo produzido;

· Utilização de Kits elétricos e hidráulicos que reduzem e muito as horas de montagem por montadores treinados;

· Projetos otimizados e industrializados;

· Certificação ISO 9000, PBQP-H e do DATec pelo SINAT da CEF.

 

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Industrialização da Construção – Prefabricados da BS Construtora

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Onde estava que abandonei o meu Blog…
Novo foco de trabalho na BS Construtora voltado inteiramente na industrialização da construção , desenvolvimento de novos produtos, e processos na ceritificação no SINAT da CEF tem me deixado longe do meu Blog por estes ultimos meses.
Mas vale a pena pois estamos construindo novas cidades, aperfeiçoando processos produtivos para a construção de casas em 24 hs e predios que irão cada vez mais alto e longe ajudando a reduzir a falta de moradia no país.
Sem disperdícios, com terminalidade, ideia inovadora de se construir em modulos de concreto com processos industrializados como não viamos a muito tempo na construção civil do Brasil.
“Minha Casa Minha Vida” , agora é o “Meu Trabalho e a Minha Vida”.
O caminho da industrialização da construção civil é um caminho sem volta e com um futuro promissor, não me vejo mais quebrando para refazer um serviço mal feito e sem terminalidade.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mobiliario Urbano Premoldados - Premio soluções para Cidades

RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA

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Com uma unica peça pode-se fazer grandes e interessantes composições.

Parabens a equipe que ganhou este concurso de Estudantes de Arquitetura da Feevale vencem Prêmio Soluções para Cidades.

Faço votos que este projeto vire realidade e se multiplique.

1º. Lugar
Autores:  Karen Kussler e Guilherme Osterkamp
Instituição de ensino: Universidade FEEVALE-RS
Professor orientador: Juliano Caldas de Vasconcellos

Da forma que as idéias surgiram e que os p r o b l ema s f o r am s o l u c i o n a d o s : naturalmente, incitando a descomplicação:
. RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA.
Através dessa solução do problema, com todos os aspectos compreendidos , absorvidos e considerados, temos um resultado coerente, espontâneo: na sua resolução. Dessa maneira, o objeto projetado, concebido e aplicado, pretende, transformar os espaços que necessitam mudanças, incentivando essa forma de pensar. fluindo……. fluente…… influencia….

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http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/estudantes-de-arquitetura-da-feevale-vencem-premio-solucoes-para-cidades

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Isso também é bastante sustentável - Primeiro tapume 3D do mundo


Porque um apartamento decorado que dura poucos meses e depois é demolido , podemos fazer maquetes eletrônicas e este cenário digital . Inteligente e Genial esta idéia e vai pegar!



fonte:
Empreendimento imobiliário em Porto Alegre apresenta o primeiro tapume 3D do mundo
segunda-feira, 26 de abril de 2010, 11:23:41 | noreply@blogger.com (Joel Francischetti)
Smart! e Neorama mostram que é possível inovar no já consolidado mercado imobiliário


A charmosa rua Amélia Teles, no bairro Petrópolis em Porto Alegre (RS), é o endereço do primeiro edifício da incorporadora Smart!, o Amélia Teles 315. É lá também que uma inovação no uso da tecnologia 3D poderá ser conferida pelos moradores da cidade. A partir de 24 de abril, quem visitar o número 315 verá um tapume com uma imagem 3D em tamanho real do living de um dos apartamentos. Usando óculos vermelho/azul, que serão distribuídos gratuitamente no local, o visitante terá a sensação de profundidade, como se estivesse dentro da residência.


A novidade foi desenvolvida pela Neorama, boutique criativa especializada em cenários digitais, animações e filmes de realidade virtual. Já há algum tempo os tapumes deixaram de servir apenas para cercar os canteiros de obras: a publicidade, principalmente, vem explorando o suporte para veicular informações, mensagens e até expor obras de arte. O que é apresentado agora representa um salto nessa história, unindo criatividade e tecnologia para criar novas formas de comunicação com o público.


“O ponto mais interessante da utilização do Tapume 3D é conseguirmos passar ao comprador a sensação do apartamento decorado, sem transferir a ele esse custo adicional, que além de elevar substancialmente o valor dos apartamentos, teria uma vida útil extremamente curta, o que é impraticável em um empreendimento de pequeno porte”, afirma o engenheiro Carlos Eduardo Voegeli, sócio da incorporadora Smart!. “Sempre optaremos por tecnologias inovadoras, de baixo impacto ambiental e alta criatividade”, completa Voegeli.


A estratégia inovadora de divulgação se alinha ao conceito do empreendimento, que valoriza a boa arquitetura, a inovação e a gentileza urbana, bem como dá continuidade a ações na web e mídias sociais desenvolvidas pela Smart! .


Os óculos 3D azul/vermelho serão distribuídos durante os próximos finais de semana em Porto Alegre no endereço do empreendimento (Rua Amélia Teles, 315) além de praças e restaurantes nas imediações.(PortalVGV)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reciclagem na construção civil nº5. Equipamentos existem, mas ainda falta vontade empresarial. Apliquem a Logística reversa .

 

Revista  - GRANDES CONSTRUÇÕES

O setor da Construção Civil tem demonstrado uma crescente preocupação com a geração e destinação dos resíduos que produz. Promover a reciclagem de parte desse material passou a ser um forte desafio, exigindo soluções criativas e viáveis financeiramente. Implementar programas de redução de resíduos exige ainda uma mudança de cultura, já que é uma preocupação relativamente recente. Nesse contexto, a indústria tem feito sua parte, oferecendo soluções ao mercado?

Guilherme Zurita, gerente Comercial da Divisão de Concreto da Liebherr, acredita que sim. Ele reconhece que a reciclagem e o reúso dos resíduos da construção, notadamente do concreto, é uma tendência irreversível em todo o mundo, que tende a crescer no Brasil. “Constatamos que os nossos clientes têm problemas com os resíduos do concreto. E nós, enquanto fabricantes de equipamentos que produzem concreto, conhecemos bem os problemas e assumimos nossa responsabilidade na geração de soluções.

Ele explica que, na prática, os maiores problemas estão relacionados aos resíduos que voltam dentro do caminhão betoneira das concreteiras. “No passado, se jogava esse resíduo em qualquer lugar. O concreto era descartado em uma vala em qualquer ponto da cidade. A betoneira era lavada na obra e aquela água era descartada sem qualquer tratamento. Hoje, com a crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, não se pode mais fazer isso. E o resultado é que todo esse resíduo do concreto está voltando para a concreteira, gerando um grande problema para essas empresas”, conta Zurita.

O problema se estende à água usada na fabricação do concreto e na limpeza dos equipamentos. “Para limpar os equipamentos da fábrica ou os caminhões betoneiras que voltam de uma obra com resíduo de concreto é preciso muita água. Após a lavagem, essa água fica carregada de resíduos finos. O que fazer com ela? Para evitar o descarte irresponsável, as concreteiras tentam, cada uma ao seu modo, tratar seus rejeitos. A forma mais utilizada são os tanques de decantação, que exigem grandes espaços na planta de fabricação do concreto, resultando em elevados custos. Há ainda quem opte por descartar esses resíduos em aterros sanitários, o que não pode ser considerada uma solução eficaz e de longo prazo. A nossa proposta é reutilizá-la, dentro de um circuito fechado, na fabricação do concreto, de forma a não poluir o meio ambiente”, conclui Zurita.

Para o gerente da Liebherr, reaproveitar os resíduos, além de evitar a poluição ambiental, pode resultar em redução de custos na fabricação do concreto, que se tornam atrativos interessantes para as concreteiras. “O cliente deixa de perder dinheiro guardando resíduos em sua planta, usando esse espaço para área para manobra ou fluxo de caminhões, por exemplo. Além disso, ele economiza nos custos do transporte para o descarte desse material, que passa a ser reaproveitado. A concreteira pode refaturar o material que já foi faturado. Se o resíduo volta dentro do balão da betoneira, em princípio ele é um concreto que já foi pago. Se o cliente reutiliza esse material, ele está gerando recursos”, calcula.

Soluções Liebherr
A Liebherr  oferece ao mercado brasileiro duas opções em equipamentos de reciclagem. Uma delas é o LRS, do tipo parafuso, caracterizado por sua construção compacta. Trata-se de uma máquina dotada de um casco e um “parafuso”, no seu interior, que separa os sólidos grossos dos sólidos finos, que ficam no líquido. Essa aplicação é mais utilizada para o concreto e é a mais standard. O LRS 608 tem capacidade é 17 m3 por hora, enquanto o LRS 708 tem capacidade para  22 m3 por hora.

Outra opção é o LRT, cujo casco não é um cilindro, mas um tambor. Esse reciclador é mais usado para argamassa ou para grandes quantidades de caminhões, superiores a 20 caminhões na planta dos equipamentos anteriores: 20 m3 por hora. “Como ele tem uma cuba mais volumosa, ele demora um pouco mais para levar os sólidos para cima e diminui um pouco seu output”, explica Zurita.

Como o LRS é fabricado na unidade de Guaratinguetá (SP), seu custo de aquisição é menor que o do LRT, que é importado. Além disso, o cliente pode optar pelo financiamento via Finame/BNDES, com condições muito mais atraentes.

Além de vender os equipamentos, a Liebherr oferece aos clientes a sua instalação, o treinamento da mão de obra e o monitoramente permanente, voltando à planta em períodos regulares, para ver se tudo funciona bem.

“Cada instalação tem suas características próprias. O que nós gostamos de fazer é analisar a planta do cliente e oferecer a solução de acordo com aquele layout, analisando a proposta junto com o cliente", diz  Zurita.

Ele assegura que o processo de reutilização e reciclagem é vantajoso financeiramente para a empresa, sem falar nos ganhos para a sua imagem, já que ela passa a ser reconhecida pela sociedade como uma empresa ambientalmente responsável. “Tomando por base um reciclador da Liebherr, por exemplo, se o cliente tem uma taxa de retorno de concreto de 2,5% a 3%, ele amortiza todo o investimento das instalações de reciclagem entre 24 e 30 meses”, calcula.

Mas os índices vão variar de acordo com a empresa, com volume do material reutilizado etc. O segredo é que o que volta para a planta seja igual ao que sai dela. Quanto maior o retorno do concreto, mais rápido se consegue amortizar os investimentos com os sistemas de reciclagem”, afirma Guilherme Zurita.

Reciclando o material de demolição
Na outa ponta do processo está a reutilização do material decorrente da demolição e reaproveitamento do material decorrente dessas operações.  Atenta a essa demanda, a Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia, com larga experiência no desenvolvimento de técnicas e equipamentos para demolições especializadas, está investindo em maquinário e equipamentos de última geração, dedicados à destinação de resíduos de acordo com as normas do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Exemplo disso é o reciclador móvel de resíduos, que processa concreto armado ou rocha no próprio canteiro de obra. O equipamento tem capacidade para processar 200 t de concreto armado/hora, transformando-as em agregado reciclado no próprio canteiro de obra.

O reciclador trabalha em conjunto com um crusher hidráulico, máquina que demole o concreto e corta as ferragens simultaneamente. O resultado é um material com características assemelhantes às da brita, que pode ser reutilizado na própria obra para aterros, reforço de subleito e construção de sub-base de pavimentação, por exemplo. A economia para o construtor vai mais além, uma vez que se elimina o custo de transporte do entulho para as áreas de descarte. Outra vantagem do equipamento é a sua agilidade, já que não exige nenhum tipo de montagem especial, podendo ser movido, colocado ou retirado do canteiro de obra em qualquer momento, oferecendo portanto o benefício de ser utilizado em obras das mais diversas dimensões.

Três “Rs”
A Craft Engenharia oferece ao mercado serviço completo de descarte de resíduos, de acordo com as disposições do Conama e conforme a teoria dos três “Rs”: Reciclar, Reutilizar e Reduzir. Assim, todo o material é separado e o que é passível de reciclagem, tal como ferro, vidro, cobre, alumínio e outros, encaminhado para esta finalidade. Madeira, portas, janelas e o que mais for possível ser reaproveitado é vendido para posterior reutilização. Todos esses procedimentos significam redução do desperdício. “Um dos maiores problemas que era o descarte do concreto, hoje está solucionado através da utilização de nossos recicladores”, comenta o engenheiro Carlos Henrique Navaes, gerente de Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia.

A Craft também conta com um reciclador estacionário, criado por seus próprios técnicos.

Todos esses serviços, combinados, proporcionam às construtoras maior agilidade. Um exemplo é a recuperação e entrega, ao estado do Rio de Janeiro, de um trecho de 37 m da Linha Vermelha – elevado que liga as zonas norte e sul da cidade – destruído por um incêndio, adiantando em 15 dias em relação ao prazo exigido em contrato