quinta-feira, 21 de junho de 2012

Construção sem nenhuma madeira no Brasil é possível !

 

Este desafio é uma grande quebra de paradigma e foi um pensamento que sempre me perseguiu.

Trabalhando com pré-moldados e industrializando a construção civil em 2010 pela BS Construtora eu quase cheguei lá executando um conjunto de 3 prédios em Sorriso – MT com o método construtivo inovador dos módulos de concreto armado, somente utilizamos madeira no radier do primeiro prédio e nas portas onde os batentes eram metálicos juntamente com o telhado .

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Como faltava a substituição das portas de madeira procurei encontrar portas em material alternativo de plástico e não encontrei nada economicamente viável na época.

Mas nas minhas recentes pesquisas na área de compósitos e principalmente PVC encontrei esta empresa da Turquia bem como outras na China que me parece bem interessante  pois as portas e batentes são padronizados e feitos em WPC.

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WPC é

Wood Plastic Composite ou Composites de Plástico Reciclado com resíduos de madeira é um material relativamente recente de excelente característica que se aplica a uma infinidade de processos e materiais sendo principal material de uma ampla gama de aplicações.

Como composto principal o composite possui um polímero PEAD - Polietileno de Alta Densidade, PP - Polipropilento, PVC, ABS, que normalmente é usado reciclado, por vezes mistura de reciclados com virgem e em composites de alta requisição somente virgem.

 

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mini Future Cars 3–Lit motors C1

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A Lit Motors mostrou o “motociclo” C-1, que poderá revolucionar o transporte de duas rodas no futuro. Pode ser ainda cedo para se afirmar isso, mas talvez quando estiver pronto o primeiro protótipo de produção, possamos ficar realmente impressionados.

Este veículo de duas rodas 100% eléctrico e com tração às duas rodas combina o tamanho de uma motocicleta com a segurança e conforto de um automóvel. O resultado será um veículo cheio de estilo e supereficiente, com um preço interessante.

Podem olhar para as imagens e verificar que não há qualquer orifício para pousar os pés no chão! Então como é que se mantém o equilíbrio?

A forma como isso é conseguido é que é o segredo desta tecnologia.o efeito giroscópico. Na parte inferior do quadro, são instalados dois “volantes” grandes que, quando colocados em rotação,seriam capazes de manter o scooter em equilíbrio.

São usados uns discos estabilizadores que produzem cerca de 1700Nm de binário de estabilização. A centralina do C-1 tem em consideração vários fatores como ângulo de viragem e outros parâmetros para alinhar esses discos e manter sempre o veículo equilibrado.

lit motors c 1 570x331 Lit Motors C 1

Numa entrevista ao site AutoblogGreen, Daniel Kim, o CEO da Lit Motors referiu que se a empresa conseguir produzir cerca de 10000 unidades, o preço deste veículo poderia ser de 16000 dólares.

O Lit Motors C-1 terá uma autonomia de 240km e acelera de 0 a 100km/h em cerca de 8 segundos.

No video que mostramos de seguida, a Lit Motors demonstra as capacidades do C-1 e como se pode integrar num future próximo numa cidade do futuro. Interessante é também o facto de que numa das simulações mostradas, verifica-se como o C-1 reage a um embate lateral de um Nissan Leaf!

 

 LIT Motors concept vehical

 

http://litmotors.com/home/

domingo, 3 de junho de 2012

Logística Reversa


Como esta é a materia mais acessada no meu Blog , peço aos leitores que queiram publicar parte ou o todo deste que identifique a fonte como eu sempre o faço.  Grato    Ruben Benbassat

Logística Reversa é o processo logístico de retirar produtos novos ou usados de seu ponto inicial na cadeia de suprimento, como devoluções de clientes, inventório excedente ou mercadoria obsoleta, e redistribuí-los usando regras de gerenciamento dos materiais que maximizem o valor dos itens no final de sua vida útil original.

Uma operação de logística reversa é consideravelmente diferente das operações normais. Deve-se estabeler pontos de recoleção para receber os bens usados do usuário final, ou remover ativos da cadeia de suprimento para que se possa atingir um uso mais eficiente do inventário / material.

Requer sistemas de embalagem e armazenagem que garantam que a maior parte do valor que ainda há no item usado não se perca por um manuseio incorreto. Também requer frequentemente de um meio de transporte que seja compatível com o sistema logístico regular. A disposição dos materiais pode incluir a devolução de bens ao inventário ou armazém, devolução de bens ao fabricante original, venda dos bens num mercado secundário, reciclagem, ou uma combinação que gere o maior valor para os bens em questão.


Fonte: Wikipedia
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Definição

Logística Reversa é um termo bastante geral. No sentido mais amplo, Logística Reversa significa o conjunto das operações relacionadas ao reuso de produtos e materiais. A gestão destas operações pode ser chamada de Gestão de Recuperação de Produtos (PRM - Product Recovery Management). PRM lida com o cuidado com os produtos e materiais depois do seu uso. Algumas destas atividades são, até certo ponto, similares às que ocorrem no caso de devoluções internas de itens defeituosos gerados por processos produtivos. No entanto, a Logística Reversa se refere a todas as atividades logísticas de recolher, desmontar e processar produtos usados, partes de produtos e/ou materiais para garantir uma recuperação sustentável (e benéfica ao meio ambiente).


A Logística Reversa lida com 5 questões báicas:


1. Quais alternativas estão disponíveis para recuperar produtos, partes de produtos e materiais?

2. Quem deve realizar as diversas atividades de recuperação?

3. Como estas atividades devem ser realizadas?

4. É possível integrar as atividades típicas da logística reversa com sistemas de distribuição e produção clássicos?

5. Quais são os custos e benefícios da logística reversa, do ponto de vista econômico e ambiental?


Porque a Logística Reversa?


Tradicionalmente, empresas de manufatura não se sentiam responsáveis por seus produtos depois do uso pelos clientes. A maior parte dos produtos usados eram jogados fora com consideráveis danos ao ambiente. Hoje em dia, consumidores e autoridades esperam que os fabricantes reduzam o lixo gerado por seus produtos. Isto aumentou a atenção com o gerenciamento de resíduos. Recentemente, devido a novas leis de gerenciamento de resíduos, a ênfase se voltou à recuperação, devido aos altos custos e impactos ambientais do descarte. As principais razões para aderir à logística reversa são:

1. leis ambientes que forçam as empresas a receber de volta seus produtos e cuidar de seu tratamento.

2. benefícios econômicos de usar produtos devolvidos no processo produtivo, ao invés de descartá-los.

3. a crescente consciência ambiental dos consumidores.

Questões Envolvidas

Distribuição

- qual é uma estrutura eficiente e efetiva para uma rede de distribuição reversa, específica para sua indústria?

- quais atividades de recuperação devem ser realizadas em cada localidade?

- como integrar a rede de distribuição reversa com a rede de distribuição original?


Planejamento de Produção e Controle de Inventário

- quais fatores complicam o planejamento e controle da produção na remanufatura de itens gerados na produção interna de peças defeituosas e na devolução de produtos usados?

- como lidamos com incertezas em relação à qualidade e quantidade de produtos devolvidos e em relação aos resultados potenciais das atividades de remanufatura, desmontagem e inspeção que devem ser realizadas com os produtos defeituosos e devolvidos?

- como compartilhamos recursos na integração de manufatura e remanufatura?

-no caso de opções de desmontagem alternativas, como devem ser escolhidas estas opções, isto é, qual política de controle é apropriada para atingir os objetivos do negócio?


Tecnologia da Informação

- qual é o valor agregado por sistemas de rastramento de produtos?

- qual é o efeito de designs de produtos diferentes e contratos alternativos?

- como podemos gerenciar a informação para reduzir a complexidade?


Economia Empresarial

- qual é a influência do design, estrutura do produto e valor agregado na recuperabilidade do produto?

- quais atividades de recuperação são adequadas para cada produto? (ou seja, quando descartar, reciclar, remanufaturar, reusar ou reparar?)

- quais são as consequências econômicas de curto, médio e longo prazos da logística reversa?

- como podemos medir parâmetros qualitativos associados à logística reversa?


Integração

- quais são as oportunidades e pressões da legislação de gestão de resíduos?

- quais são as tendências regulatórias?

- para quais indústrias a logística reversa terá maior importância?


Opções de Recuperação

Reuso direto: envolve produtos que não são reparados ou atualizados, mas são limpados e levados a um estado no qual podem ser reutilizados pelo consumidor.

Reparo: o produto é retornado ao estado funcional após seu conserto. A qualidade do produto reparado é normalmente menorque a do produto novo.

Reciclagem: o produto não mantém sua fucionalidade. O objetivo é usar parte ou a totalidade dos materiais do produto devolvido. Os materiais recuperados podem ser usados nos processos produtivos do produto original ou em outras indústrias.

"Refurbishing": o produto é atualizado para que atinja padrões de qualidade e operação similares ao produto original.


Remanufatura: os produtos são completamente desmontados e todos os módulos e partes examinados em detalhe. Peças deterioradas são consertados ou trocadas. O produto remanufaturado recebe uma avaliação de qualidade e são entregues ao produto sob condições de garantia de produto novo.


Fonte: RevLog

sábado, 2 de junho de 2012

SINGULARIDADE "O FUTURO ENLOUQUECEU"

Singularidade

 
 Nenhum dos cientistas que se arriscam sabe bem o que acontecerá daqui a algumas décadas, mas muitos deles já têm uma palavra para descrever o que vem por aí: “Singularidade”. A idéia é que as tecnologias de várias áreas evoluem cada vez mais aceleradamente, se integrando e mudando rapidamente a realidade. Em um dado momento – a tal singularidade -, a curva da evolução ficara tão vertical que ultrapassará o limite do próprio gráfico.
O termo “singularidade” foi emprestado da física. Lá, ele designa fenômenos tão extremos que as equações não são mais capazes de descrevê-los, como buracos negros, lugares de densidade infinita, que levam as leis da ciência ao absurdo. A idéia surgiu em 1950, com o matemático John von Neumann, um dos criadores do computador, que disse que as tecnologias poderiam chegar a um ponto além do qual “os assuntos humanos, da forma como conhecemos, não poderiam continuar a existir”. Desde então, a evolução rápida de varias tecnologias é um dos argumentos de que a humanidade pode um dia chegar a esse momento da virada.
Essa evolução parece seguir uma lógica. Um dos primeiros a notar isso foi o engenheiro Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, que formulou aquela que ficou conhecida como a “Lei de Moore”. Segundo a tal lei, o número de transistores em um mesmo espaço (e por conseqüência a capacidade de processamento dos chips) dobra a cada 18 meses. Ou seja, é uma progressão geométrica: cada vez o ritmo do avanço fica maior (se no primeiro período de 18 meses, a tal capacidade aumenta de 1 para 2, no vigésimo ela crescerá absurdamente de 524 288 para 1 048 576). Faca um gráfico e confirme você mesmo! Isso significa uma progressão absurda a partir de um ponto, cada vez mais tendida ao infinito.
Vejamos os fatos históricos: O IBM PC original (de 1981) funcionava com uma velocidade do clock de 4,77 MHz. Vinte anos depois, os PCs podiam funcionar a 2 GHz, um aumento de desempenho de vinte vezes por década. No mesmo período, a comunicação de dados geograficamente distribuída passou de 56 Kbps (a ARPANET) para 1 Gbps (a comunicação óptica moderna); isso significa que seu desempenho melhorou mais de 125 vezes em cada década; no mesmo espaço de tempo, a taxa de erros passou de 10-5 (0,00001) por bit, para quase zero. Sem levar em consideração, a velocidade de 100 Gbps já alcançada em laboratório em uma única fibra.
Se você ainda não compreendeu o que significa essa evolução, e qual correlação existente com o termo singularidade, imagine o seguinte: A principio, a capacidade dos processadores dobraria a cada 18 meses – a mesma velocidade com que evoluem hoje. Como estarão mais rápidos, passarão a dobrar a cada nove meses, daí a 4,5 meses, e umas gerações depois, lá esta a SINGULARIDADE. Não é só na informática que os especialistas vem esse fenômeno. A nanotecnologia, a genética e a robótica têm evoluído em um ritmo parecido. Para o inventor Ray Kurzweil, um computador de mil dólares tem hoje a mesma inteligência de um inseto. No futuro, ele se igualara à capacidade de um rato, de um homem, e finalmente, de toda a humanidade.
A GRANDE QUESTÃO É: O que acontecerá se tivermos computadores tão inteligentes quanto nós e forem capazes de produzir processadores ainda mais rápidos? Para os mais pessimistas, o fim do mundo pode estar mais próximo do que imaginamos. Nada de cataclismo (um meteoro que atinge a terra) e também nada de guerra nuclear; a idéia é a seguinte: Imagine uma nanomolécula que se autoduplicasse a cada mil segundos, criando outra nanomolécula igualmente capaz de se autoduplicar. Em dez horas, a partir de uma unidade, nasceriam 68 bilhões de nanomoléculas. Agora imagine uma bactéria onívora (que come de tudo), feita com ajuda da nanotecnologia, que se replicasse nesta velocidade. Em alguns dias ela poderia reduzir a biosfera a pó.
Parece mirabolante de mais, não? Mas tem gente graúda que levou a coisa a serio, gente como o cientista Bill Joy, co-fundador da Sun Microsystem e criador da linguagem Java. No artigo “Por que o futuro não precisa de nos” publicado a três anos na revista americana Wired, Joy expõe o perigo do desenvolvimento da genética, nanotecnologia e robótica para o futuro.
Indo agora mais afundo nesta história, quem garante que um dia uma MATRIX não possa existir – isso mesmo, aquele filme do cinema –, ou quem sabe já não estejamos nela. Em fim, o Universo pode ser o maior simulador que existe...
Deste ponto de vista, qualquer coisa pode ser um processador, jogue uma moeda para o alto e você terá um tipo de informação – cara ou coroa – que poderá ser traduzida de infinitas formas: ganhar ou não, sim ou não, zero ou um, existir ou não existir. Cada opção é um tipo mínimo de informação utilizada pelos computadores – os bits – e, ao modificá-la, podemos dizer que a moeda está processando dados.
Agora imagine o movimento de cada átomo que existe no Universo. Ele também se desloca no espaço, oscila entre um número de estados possíveis e, dessa forma, funciona como um processador. Tudo que existe no Universo segue essa lógica, você e o computador a sua frente, só por existirem, por evoluírem com o tempo, estão processando informações. O Universo na verdade é um enorme computador. O físico John Archibald Wheeler, criador do termo buraco negro, pesquisou idéias como essas ao longo dos anos 80 e concluiu que, em um nível mais básico do que quarks, múons e as menores partículas que conhecemos, a matéria era composta por bits. “Cada partícula, cada campo de força e até mesmo o espaço-tempo derivam suas funções, seu sentido e sua existência de escolhas binárias. O que chamamos de realidade surge em ultima analise de questões como sim/não”.
A teoria deu origem à ciência da física digital, que possui uma maneira bem peculiar de descrever os fenômenos. Quando por exemplo, um átomo de oxigênio se junta a dois de hidrogênio para formar água, é como se cada um usasse questões como sim/não para avaliar todos os possíveis ângulos entre eles até optar pelo mais adequado. No final, a impressão é de que os átomos fizeram uma simulação dos processos físicos. Se tudo for mesmo feito de bits, o Universo poderá ser uma enorme simulação, muitas vezes mais potente que a MATRIX. É preciso um enorme poder computacional para rodar todos esse processos, o que inspira a cientistas a construir computadores quânticos capazes de aproveitar grande parte dessa potência. Bem, uma coisa é certa, quando a singularidade chegar – se ela chegar -, a probabilidade de uma MATRIX existir será bem grande.
Emergindo agora para águas mais próximas da realidade, vejamos o que seriam e como os processadores quânticos podem – ou para os otimistas, vão revolucionar a informática; começando por uma questão interessante: Qual seria o tamanho que um computador poderia ter? Eles poderiam ter muito bem um tamanho de um elétron, segundo Seth Lloyd, professor do departamento de engenharia mecânica do instituto de tecnologia de Massachusstes, EUA. Segundo ele, o que diferenciaria dos convencionais, é que a mecânica quântica é bastante estranha. Os elétrons não precisam estar apenas em um lugar por vez, eles podem estar aqui e ali ao mesmo tempo. Isso não acontece com a mecânica clássica; se você segura uma bola de basquete, ela precisará estar na mão direita ou na mão esquerda, já os elétrons podem estar nas duas mãos simultaneamente. Outro exemplo, imagine que você tem oito bolsos e não sabe em qual colocou sua carteira. Se procurar de modo normal, precisará olhar em cada um dos oito. Os computadores quânticos olham todos os bolsos de uma vez e acham a carteira em três pacos.
Em fim, se você leu essa mensagem até aqui, deve ter formado duas opiniões: Ou você acredita na probabilidade da existência de tecnologias como as citadas a cima, ou você esta no grupo dos quais, acham que eu devo ser internado em um manicômio, junto com as idéias do físico Stephen hawking.
Independente de sua conclusão, quero deixar aberto um debate, sobre como você acha que se desenvolvera a tecnologia da informação no futuro. No plano atual, temos o conhecido como computador mais rápido do mundo “Earth Simulator” (Simulador da Terra), situado em Yokohama, Japão. Seus 5.104 processadores, são capazes de realizar 35 trilhões de cálculos por segundo (ou 35 teraflops). Todo esse aparato high tech, ocupa uma área equivalente a de quatro quadras de tênis.
Finalmente, peço enfaticamente que deixe sua visão de como será o ambiente da informação no futuro, seja ela com base em seu conhecimento ou em sua imaginação.
PARTICIPE!