sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Industrialização da Construção – Prefabricados da BS Construtora

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Onde estava que abandonei o meu Blog…
Novo foco de trabalho na BS Construtora voltado inteiramente na industrialização da construção , desenvolvimento de novos produtos, e processos na ceritificação no SINAT da CEF tem me deixado longe do meu Blog por estes ultimos meses.
Mas vale a pena pois estamos construindo novas cidades, aperfeiçoando processos produtivos para a construção de casas em 24 hs e predios que irão cada vez mais alto e longe ajudando a reduzir a falta de moradia no país.
Sem disperdícios, com terminalidade, ideia inovadora de se construir em modulos de concreto com processos industrializados como não viamos a muito tempo na construção civil do Brasil.
“Minha Casa Minha Vida” , agora é o “Meu Trabalho e a Minha Vida”.
O caminho da industrialização da construção civil é um caminho sem volta e com um futuro promissor, não me vejo mais quebrando para refazer um serviço mal feito e sem terminalidade.

domingo, 10 de outubro de 2010

Mobiliario Urbano Premoldados - Premio soluções para Cidades

RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA

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Com uma unica peça pode-se fazer grandes e interessantes composições.

Parabens a equipe que ganhou este concurso de Estudantes de Arquitetura da Feevale vencem Prêmio Soluções para Cidades.

Faço votos que este projeto vire realidade e se multiplique.

1º. Lugar
Autores:  Karen Kussler e Guilherme Osterkamp
Instituição de ensino: Universidade FEEVALE-RS
Professor orientador: Juliano Caldas de Vasconcellos

Da forma que as idéias surgiram e que os p r o b l ema s f o r am s o l u c i o n a d o s : naturalmente, incitando a descomplicação:
. RESOLVENDO A COMPLEXIDADE PELA SIMPLICIDADE, PUREZA E CLAREZA.
Através dessa solução do problema, com todos os aspectos compreendidos , absorvidos e considerados, temos um resultado coerente, espontâneo: na sua resolução. Dessa maneira, o objeto projetado, concebido e aplicado, pretende, transformar os espaços que necessitam mudanças, incentivando essa forma de pensar. fluindo……. fluente…… influencia….

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http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/estudantes-de-arquitetura-da-feevale-vencem-premio-solucoes-para-cidades

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Isso também é bastante sustentável - Primeiro tapume 3D do mundo


Porque um apartamento decorado que dura poucos meses e depois é demolido , podemos fazer maquetes eletrônicas e este cenário digital . Inteligente e Genial esta idéia e vai pegar!



fonte:
Empreendimento imobiliário em Porto Alegre apresenta o primeiro tapume 3D do mundo
segunda-feira, 26 de abril de 2010, 11:23:41 | noreply@blogger.com (Joel Francischetti)
Smart! e Neorama mostram que é possível inovar no já consolidado mercado imobiliário


A charmosa rua Amélia Teles, no bairro Petrópolis em Porto Alegre (RS), é o endereço do primeiro edifício da incorporadora Smart!, o Amélia Teles 315. É lá também que uma inovação no uso da tecnologia 3D poderá ser conferida pelos moradores da cidade. A partir de 24 de abril, quem visitar o número 315 verá um tapume com uma imagem 3D em tamanho real do living de um dos apartamentos. Usando óculos vermelho/azul, que serão distribuídos gratuitamente no local, o visitante terá a sensação de profundidade, como se estivesse dentro da residência.


A novidade foi desenvolvida pela Neorama, boutique criativa especializada em cenários digitais, animações e filmes de realidade virtual. Já há algum tempo os tapumes deixaram de servir apenas para cercar os canteiros de obras: a publicidade, principalmente, vem explorando o suporte para veicular informações, mensagens e até expor obras de arte. O que é apresentado agora representa um salto nessa história, unindo criatividade e tecnologia para criar novas formas de comunicação com o público.


“O ponto mais interessante da utilização do Tapume 3D é conseguirmos passar ao comprador a sensação do apartamento decorado, sem transferir a ele esse custo adicional, que além de elevar substancialmente o valor dos apartamentos, teria uma vida útil extremamente curta, o que é impraticável em um empreendimento de pequeno porte”, afirma o engenheiro Carlos Eduardo Voegeli, sócio da incorporadora Smart!. “Sempre optaremos por tecnologias inovadoras, de baixo impacto ambiental e alta criatividade”, completa Voegeli.


A estratégia inovadora de divulgação se alinha ao conceito do empreendimento, que valoriza a boa arquitetura, a inovação e a gentileza urbana, bem como dá continuidade a ações na web e mídias sociais desenvolvidas pela Smart! .


Os óculos 3D azul/vermelho serão distribuídos durante os próximos finais de semana em Porto Alegre no endereço do empreendimento (Rua Amélia Teles, 315) além de praças e restaurantes nas imediações.(PortalVGV)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reciclagem na construção civil nº5. Equipamentos existem, mas ainda falta vontade empresarial. Apliquem a Logística reversa .

 

Revista  - GRANDES CONSTRUÇÕES

O setor da Construção Civil tem demonstrado uma crescente preocupação com a geração e destinação dos resíduos que produz. Promover a reciclagem de parte desse material passou a ser um forte desafio, exigindo soluções criativas e viáveis financeiramente. Implementar programas de redução de resíduos exige ainda uma mudança de cultura, já que é uma preocupação relativamente recente. Nesse contexto, a indústria tem feito sua parte, oferecendo soluções ao mercado?

Guilherme Zurita, gerente Comercial da Divisão de Concreto da Liebherr, acredita que sim. Ele reconhece que a reciclagem e o reúso dos resíduos da construção, notadamente do concreto, é uma tendência irreversível em todo o mundo, que tende a crescer no Brasil. “Constatamos que os nossos clientes têm problemas com os resíduos do concreto. E nós, enquanto fabricantes de equipamentos que produzem concreto, conhecemos bem os problemas e assumimos nossa responsabilidade na geração de soluções.

Ele explica que, na prática, os maiores problemas estão relacionados aos resíduos que voltam dentro do caminhão betoneira das concreteiras. “No passado, se jogava esse resíduo em qualquer lugar. O concreto era descartado em uma vala em qualquer ponto da cidade. A betoneira era lavada na obra e aquela água era descartada sem qualquer tratamento. Hoje, com a crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, não se pode mais fazer isso. E o resultado é que todo esse resíduo do concreto está voltando para a concreteira, gerando um grande problema para essas empresas”, conta Zurita.

O problema se estende à água usada na fabricação do concreto e na limpeza dos equipamentos. “Para limpar os equipamentos da fábrica ou os caminhões betoneiras que voltam de uma obra com resíduo de concreto é preciso muita água. Após a lavagem, essa água fica carregada de resíduos finos. O que fazer com ela? Para evitar o descarte irresponsável, as concreteiras tentam, cada uma ao seu modo, tratar seus rejeitos. A forma mais utilizada são os tanques de decantação, que exigem grandes espaços na planta de fabricação do concreto, resultando em elevados custos. Há ainda quem opte por descartar esses resíduos em aterros sanitários, o que não pode ser considerada uma solução eficaz e de longo prazo. A nossa proposta é reutilizá-la, dentro de um circuito fechado, na fabricação do concreto, de forma a não poluir o meio ambiente”, conclui Zurita.

Para o gerente da Liebherr, reaproveitar os resíduos, além de evitar a poluição ambiental, pode resultar em redução de custos na fabricação do concreto, que se tornam atrativos interessantes para as concreteiras. “O cliente deixa de perder dinheiro guardando resíduos em sua planta, usando esse espaço para área para manobra ou fluxo de caminhões, por exemplo. Além disso, ele economiza nos custos do transporte para o descarte desse material, que passa a ser reaproveitado. A concreteira pode refaturar o material que já foi faturado. Se o resíduo volta dentro do balão da betoneira, em princípio ele é um concreto que já foi pago. Se o cliente reutiliza esse material, ele está gerando recursos”, calcula.

Soluções Liebherr
A Liebherr  oferece ao mercado brasileiro duas opções em equipamentos de reciclagem. Uma delas é o LRS, do tipo parafuso, caracterizado por sua construção compacta. Trata-se de uma máquina dotada de um casco e um “parafuso”, no seu interior, que separa os sólidos grossos dos sólidos finos, que ficam no líquido. Essa aplicação é mais utilizada para o concreto e é a mais standard. O LRS 608 tem capacidade é 17 m3 por hora, enquanto o LRS 708 tem capacidade para  22 m3 por hora.

Outra opção é o LRT, cujo casco não é um cilindro, mas um tambor. Esse reciclador é mais usado para argamassa ou para grandes quantidades de caminhões, superiores a 20 caminhões na planta dos equipamentos anteriores: 20 m3 por hora. “Como ele tem uma cuba mais volumosa, ele demora um pouco mais para levar os sólidos para cima e diminui um pouco seu output”, explica Zurita.

Como o LRS é fabricado na unidade de Guaratinguetá (SP), seu custo de aquisição é menor que o do LRT, que é importado. Além disso, o cliente pode optar pelo financiamento via Finame/BNDES, com condições muito mais atraentes.

Além de vender os equipamentos, a Liebherr oferece aos clientes a sua instalação, o treinamento da mão de obra e o monitoramente permanente, voltando à planta em períodos regulares, para ver se tudo funciona bem.

“Cada instalação tem suas características próprias. O que nós gostamos de fazer é analisar a planta do cliente e oferecer a solução de acordo com aquele layout, analisando a proposta junto com o cliente", diz  Zurita.

Ele assegura que o processo de reutilização e reciclagem é vantajoso financeiramente para a empresa, sem falar nos ganhos para a sua imagem, já que ela passa a ser reconhecida pela sociedade como uma empresa ambientalmente responsável. “Tomando por base um reciclador da Liebherr, por exemplo, se o cliente tem uma taxa de retorno de concreto de 2,5% a 3%, ele amortiza todo o investimento das instalações de reciclagem entre 24 e 30 meses”, calcula.

Mas os índices vão variar de acordo com a empresa, com volume do material reutilizado etc. O segredo é que o que volta para a planta seja igual ao que sai dela. Quanto maior o retorno do concreto, mais rápido se consegue amortizar os investimentos com os sistemas de reciclagem”, afirma Guilherme Zurita.

Reciclando o material de demolição
Na outa ponta do processo está a reutilização do material decorrente da demolição e reaproveitamento do material decorrente dessas operações.  Atenta a essa demanda, a Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia, com larga experiência no desenvolvimento de técnicas e equipamentos para demolições especializadas, está investindo em maquinário e equipamentos de última geração, dedicados à destinação de resíduos de acordo com as normas do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Exemplo disso é o reciclador móvel de resíduos, que processa concreto armado ou rocha no próprio canteiro de obra. O equipamento tem capacidade para processar 200 t de concreto armado/hora, transformando-as em agregado reciclado no próprio canteiro de obra.

O reciclador trabalha em conjunto com um crusher hidráulico, máquina que demole o concreto e corta as ferragens simultaneamente. O resultado é um material com características assemelhantes às da brita, que pode ser reutilizado na própria obra para aterros, reforço de subleito e construção de sub-base de pavimentação, por exemplo. A economia para o construtor vai mais além, uma vez que se elimina o custo de transporte do entulho para as áreas de descarte. Outra vantagem do equipamento é a sua agilidade, já que não exige nenhum tipo de montagem especial, podendo ser movido, colocado ou retirado do canteiro de obra em qualquer momento, oferecendo portanto o benefício de ser utilizado em obras das mais diversas dimensões.

Três “Rs”
A Craft Engenharia oferece ao mercado serviço completo de descarte de resíduos, de acordo com as disposições do Conama e conforme a teoria dos três “Rs”: Reciclar, Reutilizar e Reduzir. Assim, todo o material é separado e o que é passível de reciclagem, tal como ferro, vidro, cobre, alumínio e outros, encaminhado para esta finalidade. Madeira, portas, janelas e o que mais for possível ser reaproveitado é vendido para posterior reutilização. Todos esses procedimentos significam redução do desperdício. “Um dos maiores problemas que era o descarte do concreto, hoje está solucionado através da utilização de nossos recicladores”, comenta o engenheiro Carlos Henrique Navaes, gerente de Divisão de Desmontes Técnicos da Craft Engenharia.

A Craft também conta com um reciclador estacionário, criado por seus próprios técnicos.

Todos esses serviços, combinados, proporcionam às construtoras maior agilidade. Um exemplo é a recuperação e entrega, ao estado do Rio de Janeiro, de um trecho de 37 m da Linha Vermelha – elevado que liga as zonas norte e sul da cidade – destruído por um incêndio, adiantando em 15 dias em relação ao prazo exigido em contrato

segunda-feira, 29 de março de 2010

A simulação Breathing Earth – REDUZIR , Reduzir , REDuzir, reduzir ... reduzir ...

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A simulação Breathing Earth

Esta é uma simulação em tempo real que apresenta as emissões de CO2 de cada país no mundo, bem como as suas taxas de nascimento e morte.

Lembre-se que esta simulação em tempo real é exatamente isso: uma simulação. Embora as emissões de CO2, taxa de natalidade é a taxa de morte de dados utilizados na Breathing Earth vem de fontes confiáveis, os dados que mede as coisas em uma escala tão grande nunca poderá ser 100% exato. Por favor, note no entanto, que os níveis de emissão de CO2 mostradas aqui são muito mais probabilidade de ser muito baixo do que  a ser demasiadamente elevado.

Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

O aquecimento global (alterações climáticas como também é conhecido) é provavelmente a questão mais importante para enfrentar a nossa geração, e possivelmente qualquer outra geração na história. A comunidade científica mundial é praticamente unânime  de que o aquecimento global está acontecendo, que isso é culpa nossa. A situação ainda está ao nosso alcance, mas temos que agir agora, temos de agir fortemente, e devemos agir juntos. Indivíduos, empresas e governos em todo o mundo tem cada um fazer o que puder para reverter a mudança climática. Nós nunca vamos ter uma segunda chance.

O que posso fazer?

A boa notícia é que existem muitas coisas que podemos fazer para reduzir a nossa pegada de carbono. A palavra chave é reduzir. Nós podemos diminuir consideravelmente nosso impacto sobre as alterações climáticas, utilizando os recursos do planeta de forma mais responsável. Há muitas coisas que podemos reduzir e, em muitos aspectos, podemos reduzi-los, mas três dos principais são: reduzir a quantidade de produtos de origem animal que consome (carne, leite, ovos, couro, etc), reduzir a quantidade de combustível você usa (carro, viagens aéreas, etc), e reduzir a quantidade de electricidade que utiliza. Se você estiver interessado, há uma abundância de bons recursos na rede. Encorajo-vos a assim a sua própria investigação, mas você pode encontrar alguns dos links abaixo para ser útil.

Mais informações sobre as alterações climáticas?

Footprint Calculator Footprint Network - Descobrir sua própria pegada ecológica.

wecansolveit.org - Junte-se a um movimento global determinado a ajudar a resolver a mudança climática.

Combater as alterações climáticas com dieta Change - Descubra porque o carne indústria produz mais gases com efeito de estufa do que todos os SUVs, carros, caminhões, aviões e navios do mundo combinados.

fonte : http://www.breathingearth.net/

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dia Mundial da Água – 22 de Março

Água é fonte da vida. Não importa quem somos, o que fazemos, onde vivemos, nós dependemos dela para viver. No entanto, por maior que seja a importância da água, as pessoas continuam poluindo os rios e suas nascentes, esquecendo o quanto ela é essencial para nossas vidas.
A água é, provavelmente o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana, desde o desenvolvimento agrícola e industrial aos valores culturais e religiosos arraigados na sociedade.
É um recurso natural essencial, seja como componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário.

Não podia deixar passar sem registrar esta homenagem !

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

domingo, 21 de março de 2010

Mini Cars 2 - Veículos pequenos, leves e limpos - Lumeneo Smera - Futuro

Minha teoria continua evoluindo, uma revolução do veiculo hibrido poderá até acontecer nas próximas decadas.

Saindo o extinto Carver e evoluimos ao Smera

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Em tempos de discussão sobre o que fazer para diminuir o trânsito, uma das soluções mais apontadas, além da melhoria dos transportes públicos, é a racionalização dos meios. Afinal, é absurdo, sob todos os aspectos, usar um veículo de uma tonelada, em média, para carregar uma pessoa de cerca de 80 kg para um lado para o outro. Motos, sob esse aspecto, são muito mais racionais, mas a exposição às condições do tempo, entre outras questões, acaba limitando os veículos de duas rodas a uma parcela pequena da população. Outra solução, considerando o amor das pessoas ao conforto que os automóveis oferecem, é diminuir o tamanho e o peso deles. É nessa linha de raciocínio que o Lumeneo Smera aposta.
Apresentado no último Salão de Genebra, o modelo tem a largura de uma motocicleta, 80 cm, o que, teoricamente, permitiria que ele circulasse por alguns corredores. Se motos podem, por que não um carro estreito o suficiente?
Além de apenas 80 cm de largura, o Smera tem 2,45 m de comprimento, 1,70 m de entreeixos, 1,45 m de altura e apenas 350 kg, o que se torna ainda mais extraordinário por conta de o Smera ser um veículo exclusivamente elétrico. Este valor, diga-se, inclui as baterias, itens que costumam contribuir negativamente para o peso. As do pequeno Lumeneo são de íons de lítio, leves, resistentes (duram cerca de dez anos) e fáceis de recarregar. Além de ambientalmente correto, o Smera também é energeticamente eficiente: o que ele consome de eletricidade equivale a um consumo de 142,9 km/l, se usasse gasolina, segundo a empresa.
Na França, onde o carrinho será fabricado, há estacionamentos onde é possível recarregar as baterias, mas isso nem seria necessário. Com carga total, o Lumeneo roda até 150 km, atinge 130 km/h de velocidade máxima e, o que é melhor, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8 s, tempo que Honda Civic SI e VW Golf GTI, os melhores esportivos do Brasil, levam para realizar a mesma tarefa.
A potência é de 40 cv e o torque, de 1.000 Nm, explica porque o Smera nem precisa caprichar tanto na aceleração: ele é praticamente um dragster, ainda que suas rodas 145/70 R14 não ajudem muito.
Ao contrário do que pode parecer, o Lumeneo comporta duas pessoas em seu interior e ainda tem porta-malas, de 70 l, suficiente para carregar pequenas compras ou uma mochila. Sem o passageiro, o porta-malas chega a 150 l, quase a mesma capacidade disponível para o Ford Ka anterior.
Para quem acha o carrinho muito alto e estreito, é bom conhecer mais um aspecto do Smera que favorece sua estabilidade: ele inclina, como uma moto. Além do centro de gravidade baixo, ele tomba até 25º para dentro da curva que estiver fazendo, tornando o risco de capotagens menor.
A empresa ainda não fala em preços, mas eles devem ser altos, considerando a tecnologia empregada e os baixos volumes. A produção começa em 2009 e deve ficar em 250 unidades, com possibilidades de aumentar de acordo com a demanda. Ao Brasil, ele só chegaria importado, mas seria uma excelente alternativa para o trânsito das grandes cidades. Pequeno, leve e limpo. Só faltava ser acessível.

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Vejam a realidade na pista no video do site oficial : http://www.lumeneo.fr/downloads.html

GO! equipamento multifuncional que gera eletricidade de fontes renováveis.

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A ideia do indonésio desenhista industrial Rizki Tarisa, The Go! É um lounge, uma estação de trabalho e uma bicicleta de exercício que também gera eletricidade de fontes renováveis de energia para seus dispositivos, quando você pedal da bicicleta para queimar toda a gordura extra no corpo. O mobiliário multifuncional também foi feito a partir de materiais sustentáveis, como os plásticos reciclados e biodegradáveis.

Combinando as funções de uma cadeira de praia, bicicleta ergométrica e desktop em uma única unidade, o mobiliário multi-tasking também utiliza a força humana para geração de energia verde, quando pedala de bicicleta para queimar  gordura do seu corpo, para apimentar seus gadgets. Os usuários podem navegar na Internet e ouvir música enquanto aproveita no máximo conforto. Móveis nunca será tão funcional e sustentável, como o Go.

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quarta-feira, 10 de março de 2010

DESAFIO DA GESTÃO DA CONSTRUÇÃO : equilibrar uma balança de 4 pratos.

Receita para uma gestão de sucesso:

Pegue os ingredientes abaixo dose bem sua quantidade ao longo do ciclo de vida do projeto e faça a balança abaixo ficar equilibrada no final.

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Trio da construção PPQ – Custo , Prazo e Qualidade ?

OU

Tripé da sustentabilidade – Econômico, Social e Ambiental ?

Nada disso, mescle tudo isso incluindo a sustentabilidade e ponha numa balança de 4 pratos , dai poderemos atingir a equação perfeita com pleno sucesso  se terminar o projeto EQUILIBRADO.

Logico que precisamos ter uma boa gestão de obra :

  • Para que se cumpra o prazo (Os investidores de hoje nos exigem que façamos milagres) ,
  • Um com um projeto bem elaborado ( mais industrializado e enxuto possível),
  • Ter o escopo bem definido para acertar bem no custo .

Este é o nosso desafio , EQUILIBRAR OS PRATOS  !

quarta-feira, 3 de março de 2010

Concreto e Aço Infracore Inside ® - Holandesa

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Infra tecnologia Core ® foi projetado para transportar cargas pesadas em estruturas compostas.
As aplicações de produtos de Infra Core ® são enormes:
(tráfego) para a Classe 60 pontes, estradas flutuantes, ciclovias adotado, barreiras acústicas, (industrial) pisos, portas, varandas e plataformas de helicóptero. Enquanto isso, na Holanda só tem um grande número de pontes de composto.
Além de concreto e aço Infracore ® tem provado ser um importante material de construção. Mas com algumas vantagens importantes, tais como sustentável, Leve e manutenção Fri Infra ® Core contratos sustentável é muito mais fácil.
Além disso, o preço inicial é hoje competitivo com o concreto e aço

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http://www.infracore.nl/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1&lang=nl


Fibra de núcleo da Europa é o especialista de estruturas de suporte de plástico reforçado com fibra (composto) para a construção e infra-estrutura. A tecnologia patenteada de Infra ® Core Inside distingue a empresa no mundo. A tecnologia pode ser usada em pontes, portas, varandas, galerias, pisos industriais e estradas flutuantes. Fiber Core Europa tem alcançado uma rápida mudança de tendência significativa. Além de concreto e aço compósitos sério, como material de construção colocados no mapa. Prédio com compósitos é leve, rápido, livre de manutenção e ambientalmente amigável. Fibra de núcleo da Europa foi recentemente incluído na prestigiada FEM Tech 25, uma lista com as empresas mais inovadoras e promissoras, na Holanda.

Benefícios

Durabilidade
Infra-estruturas ® Core compostos são produzidos no processo arquivado sem emissões.
Os materiais, matérias-primas e tecnologias limpas. Além disso, nenhuma manutenção precisa ser confirmada.
Porque poucas estradas estruturas InfaCore ® também pode ser realizada bases muito mais leve.
Isso resulta em emissões de CO2 significativamente mais baixos em todo o projecto.
Mesmo realizada 30 vezes mais leve do que o concreto, isto significa 30 vezes menos emissões de CO2.
E há 30 vezes menos recursos escassos necessários. Light edifício não é apenas rápido, mas sobretudo de construção sustentável.
Manutenção Grátis
Infra-estruturas com ® Core Inside são de manutenção Fri Os materiais não são afetados pela umidade, apodrecimento, mofo, temperatura, etc Não é por acaso que as estruturas Infracore ® 50 anos de garantia.
Quando a estrutura composta pode ser ultrapassada pela exposição à radiação UV da estrutura está protegida pela camada de desgaste e uma afwerkrand cosméticos. O exterior da ponte é concluída em uma Acabamento de alta qualidade e acabamento. Este revestimento é baseado no mesmo polímero como a construção da ponte e este é um todo indivisível.
Infra Core ® é resistente a quase todas as formas de vandalismo*Tais como graffiti e fogo.
A manutenção é limitado a limpeza e restauração da camada de desgaste normal, quando a diminuição da rugosidade da camada de sacrifício este dá origem.

Seguro
Construção de Infra ® Core Inside batida de segurança com facilidade de concreto e estruturas metálicas.
O material é praticamente à prova de fogo. E, em circunstâncias extremas, quando ela iria pegar fogo, então é só na superfície e vai sem dizer.
Também fadiga e corrosão desempenhar qualquer papel. Ao contrário de concreto e aço. Portanto, essas estruturas ® Core Infra esperados centenas de anos.
Todas as estruturas de Infra ® Core Inside satisfazer:

  • TGB 1990
  • NEN 6702
  • NEN 6706
  • Eurocódigos
  • CUR 96

Por isso para garantir a segurança, todas as estruturas Infracore ® ostentar a marca Infracore ® Inside. Os fabricantes de Infra proibição ® Core está atualmente em um sólido conjunto de requisitos e normas para cada grade composta pode agora ser testada.
Leve
O baixo peso do Infracore ® possui vantagens;

  • baixos custos de transporte;
  • possibilidade de construção pré-fabricada e grandes despesas de transporte local são muito poucos;
  • fundamento suficiente para um terço do número de pólos necessários para a construção de concreto e aço;
  • a velocidade que eles usam, minimiza o tempo de construção e, portanto, bloqueios de estradas. Se um trabalho bem elaborado, uma ponte de Infra ® Core Inside são colocados dentro de uma hora;
  • menos encargos para as matérias-primas escassas e as emissões de mal.



Competitiva com concreto e aço

Infra-estruturas ® Core por engenharia de sistemas automatizados flexíveis de produção e de competição inicial com concreto e aço. Se as vantagens da construção de velocidade, mais leves de construção, manutenção, durabilidade e valor de revenda de arte são incluídas, mesmo Infracore ® significativamente mais barato do que os materiais tradicionais.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

TRATAMENTO ACÚSTICO – precisaremos de novos tratamentos que caibam dentro do custo, pois os clientes poderão exigir seus direitos depois da nova Norma.

Um Caixilho popular somente vai ser mais acustico se acoplarmos ao mesmo um tipo de cortina ou persiana espessas , preferencia em materiais reciclados que garantirão a redução de db necessária a ficarem dentro da Norma de Desmpenho.Não podemos imaginar que este caixilho seria com vidro duplo, aluminio preenchido com massa acustica para poder trazer a redução nececessária.A conta não fecha

Proponho a fabricação de mantas, calhas , bolsas ou cumbucas que envolverão as tubulação de prumadas hidráulicas, esgotos dos banheiros de modo a abafar os ruídos provocados pela água nas tubulações .

Este produto poderia ser produzido com papel reciclado tratado ou plásticos, misturado com cola e prensado em formas ou mantas.

Necessitaria de um estudo mais aprofundado para viabilidade e montagem deste projeto.

Qual a quantidade de clientes e banheiros nos nossos empreendimentos – muitos.....

Quanto custará não pensar nisso antes da entrega……

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Construção Mercado

TRATAMENTO ACÚSTICO

À espera da norma de desempenho que entrará em vigor somente em 2010, mercado de tratamento acústico sofre com falta de padronização e legislação

Normas técnicas

Entre as nove normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) relacionadas direta ou indiretamente ao tratamento acústico, duas estão mais presentes no cotidiano dos profissionais da área: a NBR 10151 - Acústica - Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas, Visando o Conforto da Comunidade - Procedimento; e a NBR 10152 - Níveis de Ruído para Conforto Acústico. Ainda assim, essas normas não determinam como devem ser feitas as avaliações de desempenho dos sistemas construtivos em ensaios de campo e quais critérios utilizar nesses casos, fazendo com que os engenheiros e arquitetos se baseiem em normas estrangeiras.

Para preencher essa lacuna, a norma de desempenho NBR 15575 para edifícios de até cinco pavimentos, aprovada no ano passado e que entrará em vigor em 2010, terá o foco principalmente na funcionalidade da construção, inclusive em relação ao conforto acústico, abordando aspectos que faltam na NBR 10151 e NBR 10152. "Será possível, por meio de políticas públicas, punir os infratores, exigindo a correção, não dando o habite-se ou o direito de venda, até que se atenda ao critério de desempenho estabelecido", lembra Aidar.

"O comprador de apartamentos desse tipo de edificação também terá disponível as informações sobre isolamento de piso, de paredes e de fachada", explica Marco Antonio Nabuco, presidente da Sobrac (Sociedade Brasileira de Acústica). Essas informações poderão ajudar os compradores a escolher os empreendimentos, evitando que futuros ruídos atrapalhem seu cotidiano na edificação.

Checklist

  • Verifique no projeto de arquitetura quais locais necessitam de proteção ou adequação da incidência dos ruídos e vibrações.
    n Separe o desenho de implantação da obra e indique locais como salas de reuniões, auditório, instalação de equipamento de ar-condicionado, sala do motor/gerador de energia de reserva ou emergência, paredes divisórias entre ambientes, portas, forros, janelas, pisos entre pavimentos vizinhos etc.
  • Disponibilize projeto estrutural de arquitetura, hidráulica e elétrica.
  • Forneça desenhos dos locais a uma firma especializada em projeto de tratamento acústico.
  • Solicite fornecimento de projeto obedecendo às normas ABNT NBR 10151, NBR 10152 e NBR 15575 de desempenho da construção e às normas NR Trabalhistas. O projeto deverá fornecer desenhos com as soluções acústicas contendo especificações dos materiais.
  • Estabeleça um contrato de prestação de serviços com a empresa especializada na execução do projeto que deve acompanhar, também, a execução física da obra.
  • Colabore com o projeto fornecendo todas as informações sobre uso dos locais.
  • Assegure que o projeto e a obra irão adotar materiais acústicos com absorção e isolação do som compatíveis com as necessidades dos locais.
  • Assegure que a solução acústica e/ou antivibratória indicada em desenhos específicos seja adotada de forma compatível com a decoração, iluminação, ar-condicionado e outros projetos de interesse do local específico estudado.

Fonte: Schaia Akkerman, consultor e diretor da Akkerman Projetos Acústicos

NORMAS TÉCNICAS

NBR 10151 - Acústica - Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas, Visando o Conforto da Comunidade - Procedimento
NBR 10152 - Níveis de Ruído para Conforto Acústico
NBR 10829 - Caixilho para Edificação - Janela - Medição da Atenuação Acústica
NBR 10830 - Caixilho para Edificação - Acústica dos Edifícios
NBR 12179 - Tratamento Acústico em Recintos Fechados
NBR 15575-4 - Edifícios Habitacionais de até Cinco Pavimentos - Desempenho - Parte 4: Sistemas de Vedações Verticais Externas e Internas
NBR 15575-5 - Edifícios Habitacionais de até Cinco Pavimentos - Desempenho - Parte 5: Requisitos para Sistemas de Coberturas

Solução reduz ruídos de tubulações em habitações populares

A Tecnisa está usando calha em fibra de vidro nas tubulações dos banheiros de seus empreendimentos para atender às exigências de acústica da norma de desempenho que entrará em vigor em maio de 2010. A solução pode ser utilizada em diversos tipos de empreendimentos, inclusive nos de baixa renda. "Na norma de desempenho a acústica é a principal questão e isso nos levou a fazer um vasto estudo para encontrar um sistema que diminuísse o ruído das tubulações adotadas em banheiros de suítes, onde a sensibilidade é maior", conta Fábio Villas Boas, diretor da construtora. A empresa adotou a solução em todas as prumadas e ramais de distribuição dos banheiros. "O sistema funciona como uma espécie de manta que envelopa as tubulações", explica Villas Boas. "Apesar de não ser muito sofisticada, a solução proporciona 65% menos ruído no ambiente e fica superior ao nível de desempenho exigido pela norma", completa. Além de atender à normativa, o investimento no sistema também é atraente, segundo o engenheiro. "O sistema custa R$ 15 mil, que dividido por 104 apartamentos, por exemplo, sai apenas a R$ 1,50/m²", explica Villas Boas.

BUBBLEDECK - Lajes planas e bem desenvolvidas

 

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Para efeito de outras informações técnicas a tecnologia Bubbledeck apresenta vantagens não somente econômicas, mas também do ponto de vista de execução, ou seja, permite maximizar a industrialização e a simplificação do processo. Outros aspectos positivos são, por exemplo:

  • Atenuação do nível de ruído entre pavimentos;
  • O painel Bubbledeck apresenta condutibilidade térmica reduzida;
  • As instalações podem ser embutidas na laje e, pela característica de ser laje plana, proporciona ganho expressivo de pé direito;
  • Permite a utilização de cabos de protensão otimizando ainda mais os vãos;
  • Apresenta “Selo Verde” com prêmios internacionais, não só por reduzir as quantidades de materiais empregados em uma mesma área, conseqüentemente reduzindo a emissão de CO2 na atmosfera, mas também por utilizar plástico reciclável em substituição ao concreto;
  • É uma tecnologia que se enquadra nas referências preconizadas pelo tratado de Kyoto e pelo COP15;

GERAÇÃO DE UMA CADEIA SUSTENTÁVEL

- Como não há utilização de formas assoalho, o volume de madeira utilizado é substancialmente reduzido;

- Comparando a outros sistemas convencionais, em cada m² industrializado teremos:

           * Substituição de 14,31 Kg de concreto por 3,50 Kg  de plástico reciclado retirados do meio ambiente ;

           * Economia de 0,05 m³ de madeira – ou seja, para 10.000 m² executados, evitaríamos o corte de 166,6 Árvores ;

- Consequentemente, reduções de materiais e transportes (emissão de CO2), água, energia e a possibilidade da utilização de plástico reciclado;

- Tecnologia com Selo Verde – Green Building;

- Em caso de incêndio as esferas carbonizam sem emitir gases tóxicos. Dependendo da cobertura a     resistência ao fogo pode variar de 60 a 180 minutos. (Verificações realizadas de acordo com a ISO 834);

 

BubbleDeck propõe-se a ser um modelo construtivo capaz de preencher as necessidades do mercado e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais, já que, para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:

    * - Ecologicamente correto

    * - Economicamente viável

    * - Socialmente justo

    * - Culturalmente aceito

fonte : http://www.bubbledeckbrasil.com

Fundações com processo mais sustentável – Polímeros sintéticos substituem lama bentonítica em estabilização de solo.

2 BONS EXEMPLOS

Polímeros sintéticos substituem lama bentonítica em estabilização de solo

A Odebrecht Realizações Imobiliárias utilizou, pela primeira vez, polímeros sintéticos durante os processos de estabilização do solo e escavação nas obras de uma torre comercial em São Paulo. Lançado recentemente no Brasil pelo Grupo Brasfond em parceria com a empresa portuguesa Ground Engineering Operations (GEO), o material substitui a lama bentonítica convencional. "O polímero biodegradável é um material sintético que funciona como uma 'rede de pesca', com capacidade de segurar a terra enquanto as máquinas trabalham na escavação do terreno" explica Marcelo Valadão, gerente de engenharia da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Segundo o engenheiro, tecnicamente o polímero e a lama bentonítica têm a mesma função. Mas do ponto de vista da sustentabilidade, a lama, devido a sua característica plastificante, pode provocar a impermeabilidade do solo, o que não acontece com o polímero. "Após a escavação, o polímero, por ser biodegradável, vira uma espécie de 'sal', que é incorporado ao terreno sem causar nenhum dano", afirma Valadão. Com relação ao preço, o engenheiro afirma que o material biodegradável é mais caro, mas o custo pode ser compensado pela redução do valor do descarte, necessário no caso da lama bentonítica. "O descarte em si da lama bentonítica, por ser um material muito expansivo e gelatinoso, já é bem complicado. Além disso, o produto tem de ser encaminhado para aterros adequados. Nos grandes centros urbanos, como São Paulo, esses locais estão cada vez mais distantes e a preços bem elevados", diz Valadão.

fonte:revista Techne image

fonte: revista Tapume Nov-Dez - 09

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A importância das Árvores: sustentabilidade como prática constante.

Podemos ter um crescimento mais sustentável , mesmo em São Paulo , fazendo sempre as compensações necessárias, mantendo o crescimento das edificações e readequando os maciços das vegetações, renovando com novas arvores para o futuro das novas gerações.

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  • Viveiro Te Amo São Paulo – Vila Andrade - SP

   

  • Casa da árvore – Sr. Valter Doering grande amigo e incansável produtor .

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o que a árvore nos dá?

Benefícios:

•Uma grande árvore pode providenciar as necessidades de oxigênio para nossa existência
•Retém CO2
•Árvores podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao stress, pois ajudam a diminuir a poluição do ar, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação
•Ajudam a reduzir em até 10% o consumo de energia através do efeito de moderação climática local
•Desenvolvem um papel importantíssimo no ecossistema pois são responsáveis por manter mais de 50% da biodiversidade
•Árvores reduzem poluição sonora e os ventos
•Mantém umidade do ar e chuvas regulares
•Fornecem base para produtos como medicamentos e chás
•Fornecem frutas, flores, sementes, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos
•Beleza natural para nossos olhares e almas
•Promovem saúde dos solos e evitam erosão com suas raízes

Fonte : Juliana Gatti Pereira
http://www.arvoresvivas.com.br/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Madeira Biosintética –PLÁSTICA de PE,PP,PET

Madeira Plástica

1. A madeira biosintética pode substituir muitas aplicações de madeiramento convencional com excelente relação custo x benefício, devido à alta durabilidade e, principalmente, oferecendo uma alternativa ecológica ao uso da madeira.

http://lineaeco.com.br/

http://inbrasil.ind.br/

Exemplo de Utilização e fabricação.

2. APLICAÇÕES

Em substituição a madeira e madeiramento para decks, pallets, estrados, para áreas de maresia (litoral), mourões de cerca, colunas para quiosques e estruturas leves (barracão de obra), móveis para áreas interna e externas, pés de mesa, dentre outras utilidades.

3. COMPOSIÇÃO

Resíduos plásticos pós-consumo de diversas procedências, como embalagens e recipientes de PP (polipropileno), PE (polietileno) e PET (politereftalato de etileno). Contém fibras vegetais para reforço. Não contém PVC (policloreto de vinil).

4. BENEFÍCIOS

·Material 100% reciclado e reciclável

·Impermeável

·Resistente à umidade e agentes químicos em geral, não é atacado por cupins ou

fungos, substituindo a madeira.

·Não requer elementos de proteção como seladoras e vernizes

·Fácil instalação, permite uso de pregos e parafusos.

·Aceita uso de ferramentas de corte manual (serrote, arco de serra etc.). Para as

peças com alma de aço, deve-se usar serra para aço manual ou elétrica.

·As sobras do material podem ser recicladas novamente.

5. DURABILIDADE

Indefinida. Não é afetada por maresia, cupins, fungos, sol.

6. FERRAMENTAS DE CORTE

Serra de aço manual. Serra elétrica para corte de ferro.

7. DESEMPENHO SUSTENTÁVEL

Produto 100% reciclado e reciclável. Contribui para retirada de resíduos do meio ambiente e para poupar o abate de madeiras.

8. ENSAIOS

Produto conta com ensaios de resistência mecânica, tração, flexão, resistência a raios ultra-violeta (UV).

9. CORES

Produção de madeira plástica sob consulta para decks (branco, marrom, vermelha, amarela, outras cores). Produto aceita pintura.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"Re-Volt" é o novo modelo da geração de carros ecológicos

Impact Re-volt: Mini veiculo elétrico vendido na Polonia

Impact Re-volt

La carrera evolutiva del género de los coches eléctricos parece estar sufriendo una auténtica “explosión cámbrica”. Si hace poco Renault nos sorprendía con la aparición espontánea de toda una nueva familia de electroautos, la recombinación genética ha dado lugar a una curiosa especie en los bosques de Polonia.

Con un exoesqueleto de plástico de un llamativo color verde manzana, esos faros redondos y sus ruedas delanteras cubiertas por unos escueto guardabarros, más que la imagen de un coche parece que estuvieramos mirando una foto de la rana Gustavo (o Kermit, como se la conoce en el mundo anglosajón).

Impact Re-volt

Se trata del Impact Re-volt, un peculiar biplaza eléctrico urbano de tres ruedas con un aspecto de lo más naïf. Mide 3,07 metros de largo por 1,58 metros de anchura y permite desplazarse a dos pasajeros sentados en disposición longitudinal y que acceden al habitáculo por puertas tipo alas de gaviota. La propulsión corre a cargo de un motor eléctrico de 15 CV que actúa sobre la única rueda trasera alimentado por los 7 kWh. de electricidad almacenada en un pack de baterías de litio ubicado tras los asientos.

Con un peso en seco de 487 kg. y un peso máximo autorizado de 720 kg., la autonomía declarada por el fabricante es de unos 100 kilómetros, con una velocidad máxima de 90 km/h y una aceleración de 0-50 km/h. de 7 segundos. El Re-volt adquiere su herencia genética del coche eléctrico SAM, un modelo presentado por la firma suiza Cree allá por 2001 y del que llegó a construir una pequeña serie de poco más de 80 unidades.

Impact Re-volt

En aquella ocasión no fue suficiente para llegar a la producción normal, algo que sus padres adoptivos polacos sí quieren llevar a la práctica. Una tarea que se me antoja algo complicada si tenemos en cuenta que el precio de la versión base (que por no llevar no lleva ni radio) es de 14.180 euros. Un precio algo excesivo para un triciclo con carrocería de plástico, pero nada que no pueda arreglar una buena subvención estatal dirigida a potenciar la venta de coches de pilas.

Impact S.A.M. Re-volt

 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=revolt-e-o-novo-modelo-da-geracao-de-carros-ecologicos-04029B3366DCC10326/user=65k9fo807g7i/date=2010-01-23&&list/type=tags/tags=3077/edFilter=editorial/time=month/