quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Grandes empresas ambientais firmam Compromissos


A cem dias da Conferência do Clima de Copenhague, um grupo de 22 das maiores empresas nacionais e entidades privadas lançou ontem, em São Paulo, um documento que é um marco Na posição do setor produtivo rumo à economia de baixo carbono. O texto, espécie de "Carta Ambiental", é um sinal de que uma agenda comercial flerta cada vez mais com os tópicos da negociação internacional sobre a mudança do clima. Um dos signatários Maioria tem perfil exportador e teme perder mercado se não embarcar na temática Verde. "A empresa que não tem preocupação ambiental vai sofrer mais lá na frente, vai pagar essa conta", afirmou Roger Agnelli, diretor-presidente da Vale e dos líderes do movimento um.

Na carta, lançada durante o Seminário "e" Mudanças Climáticas no Brasil ", promovido pelo Valor e pela" GloboNews ", os líderes empresariais Compromissos ASSUMEM cinco básicos, da publicação anual de Inventários de Emissões de gases de efeito estufa ao rastreamento da Cadeia de Fornecedores. Elencam Também nove propostas para influenciar as posições brasileiras nas discussões do acordo Climático de Copenhague, cobram do governo liderança nas Negociações Apoiam e uma criação de um sistema de incentivo para uma preservação das florestas.

O movimento ainda não tem Adesão de um número significativo de empresas. ENTIDADES DE CLASSE tradicionais não Estavam representadas. O ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, citou uma resistência do agronegócio no Congresso às iniciativas para Conter o desmatamento.

Na carta, os empresários prometem perseguir uma Redução contínua do "balanço líquido de Emissões de CO2". Na prática, falam em números Apresentar sem corte, rota em um similar Compromissos do Governo Brasileiro, em que prefere falar ". Agnelli pediu que não se perca tempo com semântica. O chefe dos negociadores brasileiros, Luiz Alberto Figueiredo Machado, cedeu: "Se querem chamar de Metas, chamem de Metas".

A carta dos empresários foi entregue uma Minc, ao ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, e ao chefe dos negociadores brasileiros. Entre os signatários estão Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano, Wilson Ferreira Jr., da CPFL Energia, José Luciano Penido, da VCP, Guilherme Leal, da Natura, Otávio de Azevedo, da Andrade Gutierrez e Vitor Hallack da Camargo Correa.

Valor Economico - Daniela Chiaretti e Jacilio Saraiva, de São Paulo 26/08/2009

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